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  1. Vou deixar um caso de uso, pode servir como parâmetro ... O processo com certificado A3 normalmente é mais lento mesmo, e recomendo sempre A1, afinal é um processo externo, que vai depender da qualidade até mesmo do conector, da versão do windows, do computador, Tive um caso de uso onde um cliente usava win7, 2 Giga Ram, processador Atom.. para aqueles mini computadores , exageros a parte.... está mais para um tablet metido a besta.. rs , o que tornava o processo bastante lento, para piorar o windows 7 estava todo zoado, sem atualizações. Solução: Trocar A3 por A1, Windows 10 com proces
  2. Estou com problema semelhante. No meu caso, é, uma NF-e de Simples Remessa, porém 2 tipos de pagamentos pagamentos 01- Cartão débito (tpag - 04=Cartão de Débito) - 1000,00 02- Duplicata (2x) (tpag - 05=Crédito da Loja) - 529,38 (2 de 264,69) Estou anexando o XML, pois a mensagem diz que SOMA das parcelas difere do valor liquido da fatura... *o que não está claro para o fisco é... "parcelas" , são as tags dup , e usa o vDup para somar ? Se for isso, no XML (anexado) matematicamente está correto. Ou o vLiq,(falor da fatura tem que considerar todos as formas
  3. Verdade, não é a solução mais correta.... porque na pratica é um outro arquivo... o que acaba fazendo é uma NOVA cópia dos dados já gerados. Realmente, acaba por não ter o XML original, mas é um paliativo para não ficar sem nada.
  4. Pessoal, peguei uma rejeição 902, que segundo a Nota Técnica 2016.002 - v 1.60 - http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/exibirArquivo.aspx?conteudo=Y6Lj7G0uHwc= Destaque específico abaixo: Quando no grupo <cobr><fat>, onde instrui a valor o calculo, vLiq = VOrig - VDesc. Tenho uma situação que não está sendo calculada conforme a nota técnica. vOrig = 19,66 vDesc = 1,66 vLiq= 18.00 Esse cálculo está correto Segue anexo o XML gerado que está recebendo a Rejeição. Vi uma sugestão aqui mesmo , porém o tópico está fechado, que sugere deixar vOrig =
  5. Sim, foi feito o contato, a resposta foi ainda mais assustadora... nos recomendaram pegar o certificado A1 de algum cliente e mandar tudo em Homologação até eles definirem o que será feito.
  6. Estamos com o mesmo problema, antes permitia, aqui no ES, ficou muito complicado também, porque no nosso caso, obviamente, o CNAE não é de Transportes de Carga, quando vai fazer o credenciamento por Homologação, avisa que o CNAE do CNPJ não permite emitir CTe. Creio que a se SEFAZ quisesse controlar isso, não seria mais fácil criar o cadastros dos desenvolvedores, e só iria por default por Homologação. Enfim, estamos também acompanhando, porque no nosso caso, como não temos IE, parou tudo inclusive NFC-e, NF-e, MDF-e, e CT-e.
  7. Senhores apenas para contribuir para resolver a questão. tive um cliente em MG que necessitava de mandar em 0 o valor da <vICMSSubstituto>0.00</vICMSSubstituto> só preencheu de fato no XML final quando criei a seguinte validação MeuObjNFe.Configuracoes.Geral.ForcarGerarTagRejeicao938 := fgtSempre; for iDet := 0 to ObjNFe.NotasFiscais.Items[0].NFe.Det.Count -1 do begin MeuObjNFe.Configuracoes.Geral.ForcarGerarTagRejeicao938 := fgtSempre; MeuObjNFe.NotasFiscais.Items[0].NFe.Det.Items[iDet].Imposto.ICM
  8. Percebi que as ultimas versões do Acbr, converte o arquivo Acbr\Fontes\ACBrDFe\ACBrNFe\ACBrNFeServicos.ini em .res (recurso) e compila no projeto Porém uma mudança na URL da SEFAZ ES (Espirito Santo) deve ser atualizada. Na seção: [NFCe_ES_P] Usar=NFCe_SVRS_P URL-QRCode=http://app.sefaz.es.gov.br/ConsultaNFCe/qrcode.aspx URL-ConsultaNFCe=http://app.sefaz.es.gov.br/ConsultaNFCe esse valor acima mudou para: URL-ConsultaNFCe=http://homologacao.sefaz.es.gov.br/ConsultaNFCe
  9. Estamos com mesmo problema..... é uma complicação para testar os ajustes referentes a isto justamente, por conta deste erro. SEFAZ sendo SEFAZ..... ferrando a vida dos programadores . rs
  10. Entendi, . só explicando a sua pergunta. "Acho que não entendi o que quer dizer DLL Fiscais" Somos uma empresa que tem um software legado, com muitos clientes brasil à fora, e com uma linguagem que não é delphi, pascal, e só poderia ser consumido os recursos ACBr pelo Monitor, porém optamos por fazer DLL , específicas para cada ambiente fiscal. O aplicativo chamava uma DLL que antes era paga, a ideia foi construir a nossa própria ferramenta, feita em Delphi consumido os recursos ACBr, retirando um custo desnecessário. Motivo Esse foi que mostrei que seria necessário e até justo, o inve
  11. A ideia é ótima mesmo, as melhorias serão bem vindas. A preocupação mesmo é saber o que vai afetar o código de quem está já usando, no nosso caso por exemplo, usamos Delphi, gerando DLL Fiscais, com todos os recursos, e inclusive com Impressão, então no momento do código, criamos o objeto, e vou alimentando as propriedades, um deles, e apontar para o obj "principal, NFE, MDFe, etc" qual é o objeto "impressor", isso vai mudar ? Se sim, poderia soltar um beta antes, para quem usa usa os objetos instanciando em run time por código, poder ajustar.
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