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Painel de líderes

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Showing content with the highest reputation on 28-05-2015 em todas as áreas

  1. Estes links talvez possam lhe ajudar: http://www.afrac.org.br/mapas/ http://www.bematech.com.br/plataformafiscalmapa/
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  2. Creio q o Italo está correto. No caso de Uberlândia/MG por exemplo, os CEP´s são por logradouro (não são por cidade nem por bairro). Mas veja que no Brasil, também existe o controle de CEP por faixa dentro do logradouro como é o caso da cidade de São Paulo. E, no caso do Exterior, o CEP poderá conter letras e números. Veja isso: A Estrutura do CEP brasileiro possui uma orientação geográfica, hierarquizada e classificada conforme otipo de destinatário (quem recebe a correspondência). Há uma divisão "principal" entre os municípios brasileiros com relação à entrega a pessoas comuns: 1. Os municípios com CEP único para todos os logradouros; No caso do CEP único, variam-se seus 5 primeiros dígitos (prefixo) e mantêm-se o sufixo 000 Exemplo: Município de Anchieta, Estado de Santa Catarina: CEP 89970-000 2. Municípios que possuem faixas de CEP para seus logradouros. Já no caso dos municípios com Faixas de CEP, podem variar seus prefixos e sufixos. A variação do SUFIXO ou alguns dos últimos dígitos do prefixo pode ocorrer pelas seguintes causas: 1 - Logradouros: Faixa de Sufixos utilizada: 000 a 899 Este código pode variar conforme o tamanho ou localização de um mesmo logradouro. Normalmente, quando um logradouro é longo, seu CEP muda seu sufixo para se saber a faixa de numeração a ser atendida. Exemplo: Rua Maranhão - Município de São Caetano do Sul, Estado de São Paulo R Maranhão - do início até a numeração 539/540: CEP 09541-000 R Maranhão - da numeração 541/542 até o final: CEP 09541-001 Outro exemplo é sua localização. Caso um logradouro divida ou cruze bairros, distritos ou outro limite administrativo municipal, ou até mesmo não faça divisa mas classificou-se somente pelo lado par/ímpar da numeração, em alguns casos há a mudança do sufixo. Exemplo: Rua José Bonifácio - Município de São Paulo, Estado de São Paulo R José Bonifácio - numeração do lado par: CEP 01003-000 R José Bonifácio - numeração do lado ímpar: CEP 01003-001 OBS: Podem acontecer os dois casos ao mesmo tempo. Exemplo: Avenida Paulista - Município de São Paulo, Estado de São Paulo Av Paulista - até 610 - lado par: CEP 01310-000 Av Paulista - de 612 a 1510 - lado par: CEP 01310-100 Av Paulista - de 1512 a 2132 - lado par: CEP 01310-200 Av Paulista - de 2134 ao fim - lado par: CEP 01310-300 Av Paulista - até 609 - lado ímpar: CEP 01311-000 Av Paulista - de 611 a 1045 - lado ímpar: CEP 01311-100 Av Paulista - de 1047 a 1865 - lado ímpar: CEP 01311-200 Av Paulista - de 1867 ao fim - lado ímpar: CEP 01311-300 2 - Códigos Especiais: Faixa de Sufixos utilizada: 900 a 959 3 - CEPs Promocionais: Faixa de Sufixos utilizada: 960 a 969 4 - Unidades dos Correios: Faixa de Sufixos utilizada: 970 a 989 e 999. 5 - Caixas Postais Comunitárias: Faixa de Sufixos utilizada: 990 a 998 A base de dados do correio com a relacão dos cep com bairros, cidades e estados relacionados foi por muito tempo gratuita para qualquer cidadão no site dos correios mas agora chama-se e-dne ou Diretório Nacional de Endereços que pode ser comprada no site dos correios. Maiores Informações: Estrutura do CEP brasileiro - http://www.correios.com.br/servicos/cep
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  3. Boa tarde Allan, Na sua aplicação é possível o cupom de numero 500 fazer referencia a NFC-e de numero 485? Supondo que a diferença se refere aos cupons cancelados antes da emissão da NFC-e. Se for possível, não vejo problema nenhum.
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  4. Boa tarde Guilherme, Por favor atualize os fontes e teste novamente.
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  5. Boa tarde a todos, No meu entendimento, a aplicação deve sempre utiliza o numero da nota a ser emitida o numero da anterior + 1. Desta forma não teremos problemas. Fora isso pode-se criar uma rotina que checa se existe algum buraco, ou seja sequencia das notas quebrado, por exemplo, temos a nota de numero 500, 502, 503, ... detectado a falha a rotina deve registrar em uma tabela os números de notas não utilizados, neste caso a de numero 501. Essa tabela tem que possuir também outros campos que indica se o numero foi inutilizado ou não, data de inutilização, numero de protocolo, e justificativa. Desta forma o form de inutilização de numeração só estaria disponível para inutilizar os números que constam na tabela como não inutilizados. Após a inutilização de todos, não teria como o usuário inutilizar outro numero. Ficando assim o sistema protegido contra erros.
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  6. Achei aqui no layout a solução: No caso do uso de uma Impressora Fiscal, recomenda-se registrar as formas de pagamento e eventuais descontos concedidos pelo estabelecimento somente após a realização da operação de TEF, convivendo assim com as restrições de determinados modelos de equipamentos que não permitem:  Registrar um desconto após ter registrado uma forma de pagamento (tipicamente, dinheiro);  Registrar mais de um desconto. Desculpa ai pessoal, deveria ter lido o manual completo antes de postar a dúvida. Baseado nesta parte do layout já é possível implementar mais tranquilamente.
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  7. Teste com esta versão: ACBrMonitor.zip ACBrMonitor.zip
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  8. Por favor siga as regras do fórum, para um novo assunto(problema), novo tópico.
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  9. Bom dia galera!!! Depois de vários testes, descobri o meu problema. No ACBrECF tem a propriedade Retentar, por default ela vem como True, então o componente fica tentando fazer a operação e não retorna a mensagem de erro. Basta trocar a propriedade para false, que o erro é retornado pelo ACBrECF. Vlw!!!
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  10. Sim Irá Funcionar Perfeitamente...
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  11. Teste com esta versão: ACBrMonitor.zip
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  12. Fiz um pequeno ajuste no ACBrMonitorPLUS e testei com um SAT da Dimep com sucesso. Segue abaixo o executável atualizado e o LOG com os comandos usados. ACBrMonitor.zip LOG.TXT
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  13. Ou seja, é pior ainda que uma tabela de bairros da cidade.
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  14. Bom dia Wislei, Não é só nas capitais que temos vários CEPs, na cidade que moro ( 180 mil habitantes ) temos vários CEPs. A minha sugestão é você ter uma segunda tabela para armazenar os CEPs. Inclua nessa segunda tabela um campo com o código IBGE da cidade para relacionar com a primeira. Algo do Tipo: Tabela: Cidades Campos: CodIBGE, NomeCidade, SiglaUF, .... Tabela: CEPs Campos: CodIBGE, CEP, Logradouro, ....
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  15. Leandro Araújo : Valeu pela dica... Chegou uma nova impressora aqui... e estava pulando 4 etiquetas, mas com sua resposta, não perdi muito tempo... Muito obrigado...
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  16. Só não tenho instalado em meu micro na versão XE8 pois não consegui tempo para instalar ainda mas em todas elas funcionando e com o ACBrInstall!!! veja existem até facilitadores e que mostram com exatidão o erro que pode vir a ocorrer devido a arquivos perdidos no micro ou instalações antigas falta de gerenciadores de relatórios mas sem instalar é a primeira vez! Mas uma coisa sobre a evolução!! se alguém perceber não existem pacotes diferentes pra instalar o ACBr em diferentes versões mas um único diferentemente de componentes pagos profissionais que tem um pacote para cada versão do delphi
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  17. Você está equivocado.. o ACBr é compatível com todas as versões do Delphi 7 ao XE8, além do Lazarus/FPC. Problemas pontuais, ocorrem de dependências externas, como no caso citado do post original, onde é citado que o problema são nos geradores de relatórios... Além do mais... o projeto ACBr é código aberto... Se algo não funciona para você... porque você mesmo não tenta corrigir e contribuir com a comunidade, ao invés de simplesmente ficar aguardando que alguém corrija para você ?
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  18. Boa tarde Michel, A NFC-e nada mais é uma NF-e com uma pequena alteração, em vez do código do modelo ser 55 é 65. Resumindo: NF-e => Modelo = 55 NFC-e => Modelo = 65 Sendo assim o XML são exatamente iguais e em ambos os casos o XML é considerado documento fiscal válido juridicamente se o mesmo for assinado com um certificado digital tipo A1 ou A3 (cartão ou token) mais o protocolo de autorização retornado pela SEFAZ-Autorizadora do Emitente da nota. Atenção o token que eu fiz referencia acima se refere ao certificado digital tipo A3 vendido em formato pen-drive (token). O DANFE da NF-e é impresso em papel A4, por outro lado o DANFE da NFC-e é impresso em bobina - impressora não fiscal. O DANFE da NF-e possui um código de barras que representa a chave de 44 dígitos. Por outro lado o DANFE da NFC-e não possui esse código de barras e sim um outro tipo de imagem chamado QR-Code. O QR-Code impresso no DANFE da NFC-e não representa a chave e sim uma URL (um endereço de internet) que nos retorna na tela do computador ou celular o DANFE completo da NFC-e. A URL do QR-Code é composta por uma dezena de informações, sendo que uma delas é o CSC - Codigo de Segurança do Contribuinte que no componente é chamado de Token. Por que no componente esta Token em vez de CSC, só para confundir os desenvolvedores, não. Nas primeiras documentações referentes ao QR-Code do DANFE da NFC-e o termo usado era Token, mas agora a documentação mais recente já faz referencia a CSC em vez de Token. Inclusive em breve será disponibilizado a todos os usuários do ACBr uma nova versão dos componentes e uma das alterações é justamente a palavra Token que foi substituída por CSC. Portanto se você ler algo sobre Token relacionado a QR-Code não se trata do certificado e sim o CSC que nada mais é do que um código alfa numérico. Espero ter ajudado.
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  19. No que diz respeito aos schemas, arquivos XSD são os mesmos para ambos os modelos de documentos. Agora com relação aos arquivos XML, você pode ou melhor deve separar.
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  20. Bom dia a todos, Um esclarecimento sobre a sua postagem Rubens. 1. No inicio, ou seja, no projeto piloto da NFC-e a SEFAZ chamava esse código de segurança de Token, depois resolveram mudar o nome para CSC - Código de Segurança do Contribuinte, pois algumas empresas e desenvolvedores do projeto estavam confundindo com o certificado digital no formado Token, portanto o que foi alterado é apenas o nome dado ao código. 2. Para emitir uma NFC-e, ou seja, gerar o XML, assinar, validar, enviar para SEFAZ, etc. não há necessidade do CSC, uma vez que esse código não esta presente no XML, não é utilizado para realizar a assinatura, logo se o XML for válido pela SEFAZ, será retornado o protocolo de autorização. 3. O CSC só é utilizado para compor a URL usada para gerar o QR-Code, que por sua vez é impresso no DANFE, se o consumidor não possui um leitor de QR-Code, ele pode se utilizar da chave para consultar a nota na SEFAZ. Ao ler o QR-Code que contem um CSC de homologação a SEFAZ vai buscar a nota no ambiente de homologação, como a nota foi emitida no ambiente de produção, será retornado a mensagem de que a nota não existe. Espero ter ajudado.
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  21. Jorge, utilize Daruma, nunca me deu dor de cabeça e sempre que necessário dão suporte 100% para nós do ACBr compatibilizarmos e também para os desenvolvedores.
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  22. Junior Bindaco, você já está conseguindo uitlizar o provedor EL?
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  23. Bom dia, Ninguém ainda despertou interesse sobre o Provedor EL ?
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