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Impressora de Etiquetas ELGIN - L42 PRO

Protocolos PPLA, PPLB, ZPL, EPL (automático)
Porta USB padrão Opcionais: Ethernet, Serial, Paralela
Sensor de Etiquetas Móvel Garantia de 18 meses

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  1. 31 points
    Olá Estamos disponibilizando na última versão do componente ACBrBoleto a funcionalidades de integração via WebService (Registro On-Line de Boletos), esta funcionalidade já estava disponível nos fontes da pasta Branches (para testes) e passamos para a pasta Trunk2 para que seja possível a homologação por mais usuários do Projeto ACBr. Lembrando que não são todos os bancos que disponibilizam este tipo de serviço via WebService, destes apenas o Banco Caixa Econômica e Banco do Brasil já foram implementados no projetos até o momento, sendo necessário a homologação e testes por empresas que realmente possuam cadastro com o Banco para este tipo de serviço... Pois sem um pré-cadastro para esse serviço não é possível realizar todos os testes em homologação. A estrutura do WebService no componente ACBrBoleto foi implementada nos moldes dos componente ACBrDFe, sendo assim, mesmo NÃO existindo um padrão entre os Bancos, será possível implementar todos utilizando essa estrutura como base. Se alguém desejar contribuir com outros Bancos, poderá analisar os fontes e seguir o mesmo modelo, toda contribuição é bem-vinda!!! Cada Banco exige dados específicos para integração, sendo assim disponibilizamos junto ao Exemplo demonstração (DemoACBrBoleto) o arquivo “configWebService.txt” com as orientações de configuração para integração On-Line. ATENÇÃO: Sistemas que utilizam classes de ENUMERADOS dependentes do Projeto ACBrBoleto precisam declarar em seus USES a classe “ACBrBoletoConversao”, pois todas foram migradas para esta Unit. Então se tiver erros de classe do ACBrBoleto não declaradas no seu projeto, basta declarar esta nova Unit… Veja onde ficam as novas configurações para Integração Online: CedenteWS: Configurações: Após configurar os dados de acordo com a recomendação de cada Banco, basta adicionar os Títulos e utilizar o botão: “Registrar Boleto On-Line”. No exemplo, também demonstra como capturar a lista com os retornos de cada Registro de Boleto. Qualquer dúvida ou contribuições que venham a surgir no processo de homologação favor criar um novo tópico na seção referente a Boleto. https://www.projetoacbr.com.br/forum/forum/8-acbrboleto/?do=add
  2. 31 points
    O ACBr suporta impressoras USB ? Durante muito tempo, a resposta a essa pergunta foi: NÃO, você precisa usar a Porta COM, Spool do Windows (RAW), Compartilhamento de Rede ou algum outro método... Porém agora isso mudou... Agora componentes que usam o ACBrDevice, como por exemplo o ACBrPosPrinter (para Impressoras Não Fiscais) e o ACBrETQ (para Impressoras de Etiquetas), possuem suporte a portas USB de maneira nativo do Windows... Ou seja, sem a necessidade de DLLs externas... Isso significa que caso o seu equipamento esteja conectado ao PC, por uma Porta USB... Você poderá conectar os componentes do ACBr, simplesmente definindo na Propriedade Porta algo como "USB" Exemplos de uso: ACBrPosPrinter1.Porta := 'USB' - Tenta descobrir qual é a Primeira Impressora de Bobinas plugada na USB e faz uso dela, se encontrar.. ACBrPosPrinter1.Porta := 'USB:Elgin' - Tenta conexão em alguma Impressora USB, listada como sendo do Fabricante 'Elgin' ACBrPosPrinter1.Porta := 'USB:Sweda, SI-300S' - Tenta conexão na Impressora USB, do Fabricante "Sweda" e do Modelo "SI-300S". ACBrETQ1.Porta := 'USB' - Tenta descobrir qual é a Primeira Impressora de Etiquetas plugada na USB e faz uso dela, se encontrar.. ACBrETQ1.Porta := 'USB:Zebra, GC420t' - Tenta conexão com a Impressora USB do Fabricante "Zebra", e modelo "GC420t" Observe que essa nova implementação é totalmente diferente do método de Hook, onde usávamos a DLL do Fabricante, como túnel USB... Nesse novo cenário a comunicação USB é feita diretamente usando a API do Windows, ou seja, sem necessidade de DLLs externas. Para compreender um pouco mais, sobre esse método veja esse artigo O método de Hook ainda está disponível, usando o prefixo de porta, 'DLL:' Como os Equipamentos são identificados ? Todo Equipamento USB, possui um código de identificação do Fabricante, chamado de Vendor ID (VID), e também do Produto chamado de Product ID (PID). Essa numeração é controlada pela USB.ORG, e você pode encontras uma lista de Todos os "Vendors ID", nesse link A classe TACBrUSBIDDataBase, mantêm um Banco de Dados interno, chamado ACBrUSBID.ini, com o mapeamento dos principais Equipamentos do Mercado Brasileiro.. Esse Banco de Dados é um simples Arquivo do tipo INI, que é compilado como resource e adicionado ao componente... Clique aqui para ver o layout do Banco de Dados no Formato INI, observe os comentários no inicio do arquivo, com algumas instruções de como inserir novos equipamentos nele. Se você distribuir o arquivo ACBrUSBID.ini, na mesma pasta do Executável da sua aplicação, a classe TACBrUSBIDDataBase fará uso desse arquivo, ao invéz de usar o resource interno... Isso pode ser muito útil para atualizar a lista de Dispositivos conhecidos, sem necessitar compilar uma nova versão do programa, apenas atualizando o ACBrUSBID.ini Como posso listar os equipamentos identificados pelo ACBr ? Use a Força, leia os fontes... Vamos ver trechos de código, do Demo PosPrinterTeste {$IfDef MSWINDOWS} // Os métodos abaixo, somente estão disponíveis para compilação em Windows // Carrega a lista de Impressoras detectadas em: ACBrPosPrinter1.Device.WinUSB.DeviceList ACBrPosPrinter1.Device.WinUSB.FindUSBPrinters(); // Varre a lista de Impressoras USB detectadas, e adiciona as mesmas, nas opções de Porta for K := 0 to ACBrPosPrinter1.Device.WinUSB.DeviceList.Count-1 do cbxPorta.Items.Add('USB:'+ACBrPosPrinter1.Device.WinUSB.DeviceList.Items[K].DeviceName); {$EndIf} Como o ACBr nomeia os dispositivos ? O "DeviceName" será calculado, de acordo com as informações disponíveis no banco de Dados... Primeiro o ACBr usa a API do Windows para captura informações do VID (Vendor ID ou Fabricante) e o PID (Product ID ou Modelo), dos Equipamentos listados... Se o ACBr falhar nessa tarefa, o equipamento será ignorado (não será listado) Se for capturado com sucesso a descrição em FriendlyName, então ela será usada.. Caso contrário, o ACBr tentará compor o nome, baseado no VID e PID Se o VID do Fabricante for encontrado na sessão [Vendors] de ACBrUSBID.ini, então o VID será substituído pela Descrição do Fabricante... Observe que na sessão [Vendors], temos vários fabricantes que não são conhecidos no mercado Brasileiro, mas são de equipamentos OEM, de Empresas nacionais... Nós procuramos manter o nome Original do Fabricante, de acordo com a tabelas de VID da OSB.ORG Se o VID não tiver equivalência na relação de [Vendors] de ACBrUSBID.ini, então ele será listado com o próprio número VID, que são 4 algarismos em Hexadecimal... Exemplo: "0b1b" Procuramos pelo PID do Equipamento, na sessão específica do Fabricante. Se não houver uma chave com o PID, então o ACBr usará o próprio número PID, para Nomear o Modelo. O PID também é composto do 4 algarismos em Hexadecimal... Exemplo: "0001" Se encontrar uma entrada com o PID, dentro da sessão do Fabricante, então o ACBr usará a Descrição do Modelo, e poderá desprezar a descrição do Fabricante, se a Descrição do modelo possuir uma vírgula, Exemplo: 7008=Elgin, I9;1;1... Nesse caso será desprezada a descrição do Fabricante "20d1-Dascom" e será usada apenas a descrição do Modelo, "Elgin, I9". Detecção automática de Porta e Protocolo Como agora temos um Banco de Dados, que informa além da Descrição do equipamento, qual é o Tipo do mesmo e qual o protocolo que ele usa, então os componentes ACBrPosPrinter e ACBrETQ, podem fazer uso dessas informações... Ou seja, se o equipamento for detectado com sucesso, no momento da Ativação da Porta (durante a chamada ao método "Ativar"), será usado o Protocolo Definido no Banco de Dados. Se for detectado que o equipamento USB é na verdade uma porta COM virtual, então o ACBr irá preferir fazer uso da Porta COM virtual, chaveando para mesma, de forma transparente... Pois dessa forma ele tem um melhor suporte a leitura de informações do equipamento. Se for detectado que a porta USB possui um equipamento incompatível com o componente em questão, isso também será alertado... Exemplo, você tentar conectar em uma porta 'USB:Zebra, GC420t' no componente TACBrPosPrinter, então um erro será emitido, pois esse equipamento não é uma impressora de Bobinas Como a mágica funciona ? Reparem que foi adicionado ao repositório a Unit ACBrWinUSBDevice.pas, essa Unit implementa chamadas a SetupAPI do Windows, para detectar os Dispositivos USB que estão listados em uma determinada Classe de Equipamentos (Class GUID)... O estudo desse artigo, foi fundamental, para a criação dessa Unit. Uma vez capturada o nome da Interface do Equipamento USB (em TACBrUSBWinDevice.DeviceInterface), podemos acessá-lo usando funções de manipulação Arquivos da API do Windows, como: CreateFile, WriteFile, ReadFile. Nem todos os dispositivos USB implementam suporte aos métodos ReadFile ou WriteFile... ou seja, pode não funcionar em alguns dispositivos.. Se você souber qual é o nome da Interface USB do equipamento, poderá informar ela diretamente na propriedade "Porta" dos componentes... Exemplo: ACBrPosPrinter1.Porta := '\\?\usb#vid_1c8a&pid_3002#0000000000022#{28d78fad-5a12-11d1-ae5b-0000f803a8c2}'; Para dúvidas, suporte ou correções, por favor crie um novo tópico, clicando aqui Para testar, baixe uma nova versão do PosPrinterTeste.exe
  3. 22 points
    Olá Pessoal, O método Consultar agora possui um novo parâmetro chamado: AExtrairEventos. function Consultar(const AChave: String = ''; AExtrairEventos: Boolean = False) ; Boolean; Para quem utiliza os métodos direto da classe WebServices, deve acrescentar a seguinte linha: (...).WebServices.Consulta.ExtrairEventos := True ou False; O que ocorre quando o campo ExtrairEventos possui o valor True? Simples, quando realizamos um consulta a um DF-e além de retornar a sua situação é retornado também alguns eventos vinculados a ele, como por exemplo o evento de cancelamento. Se o valor de ExtrairEventos for True o método Consultar vai se encarregar de verificar se no retorno contem eventos, caso afirmativo eles serão extraídos e salvos em disco nas pastas conforme o seu tipo. Por exemplo, se no retorno tivermos o evento de cancelamento, será salvo na pasta: ...\Evento\Cancelamento o arquivo *-procEventoNFe.xml (caso estejamos consultando uma NF-e). Essa nova funcionalidade esta disponível nos componentes: ACBrBPe, ACBrCTe, ACBrMDFe, ACBrNF3e e ACBrNFe. Em breve tanto o ACBrMonitor quanto o ACBrLib vão passar a ter também essa funcionalidade. O que eu ganho com essa nova funcionalidade no método Consultar. Vamos supor que o seu cliente venha perder o XML da nota por exemplo, neste caso basta você ler os dados da nota do banco de dados, gerar e assinar o XML e por fim realizar uma consulta com o XML carregado, desta forma ao realizar a consulta a SEFAZ vai retornar o protocolo de autorização e o componente se encarrega de atualizar o XML acrescentando o protocolo nele, deixando-o assim um documento com validade jurídica. Mas se o seu cliente perder o XML de um evento como por exemplo o de cancelamento, não tinha como refazer o mesmo, pois não temos um método para consultar eventos, aliais a SEFAZ não possui um serviço para esse fim. Como dito acima o Consultar além de retornar a situação do documento e retorna também alguns eventos. Antes o componente ignorava esse conteúdo, mas agora foi implementado a extração dos eventos. Resumindo caso o seu cliente venha perder o XML de um evento (*-procEventoNFe.xml), lembre-se que o método Consultar pode recuperar ele novamente, desde que esse tipo de evento que foi perdido é retornado pelo Consultar. Espero que tenham gostado dessa nova funcionalidade.
  4. 22 points
    Olá pessoal, É com muita satisfação que comunicamos que agora os Fontes do Projeto ACBr, já foram ajustados para suportar o OpenSSL na versão 1.1.1 Antes de prosseguir, o que é OpenSSL ? "O OpenSSL é um kit de ferramentas robusto, de nível comercial e completo para os protocolos Transport Layer Security (TLS) e Secure Sockets Layer (SSL). É também uma biblioteca de criptografia de uso geral" https://www.openssl.org/ No Projeto ACBr, usamos o OpenSSL para diversas tarefas, como por exemplo: Comunicação Segura: Ele será necessário se você usa o componente ACBrMail, ou os componentes da aba ACBrTCP, que fazem comunicação Segura com sites, pelo protocolo HTTPS. A ACBrDFeSSL, que é usada por todos os componentes de Documentos Eletrônicos do ACBr, também podem usar o OpenSSL para comunicação Segura (como uma das opções) Criptografia: Ele é usado nos componentes ACBrEAD e pela ACBrDFeSSL para calcular e Verificar Hashs e Assinaturas digitais, usando diversos padrões de Criptografia O OpenSSL é uma excelente opção... na verdade, é a minha recomendação de uso, para quem usa certificados do tipo A1 A vantagem principal, é que com o OpenSSL, você está livre da necessidade de sempre manter o seu Windows Atualizado para que a comunicação segura com TLS1.2 funcione. Com o OpenSSL você poderia ter suporte a TLS1.2, mesmo no Windows XP. Como desvantagem, no ACBr, o OpenSSL, apenas suporta Certificados do tipo A1 Porque essa atualização é importante ? O principal motivo, é que as versões anteriores deixarão de ser suportadas e não mais receberão atualizações e correções, conforme podemos ver nessa página Mas outro motivo igualmente importante, é que atualmente é muito difícil de instalar uma versão antiga do OpenSSL em alguns sistemas Operacionais. Isso poderia ser um impedimento, para executar o ACBr em várias distribuições de Linux... A atualização dos fontes não foi um processo trivial, pois a API do OpenSSL recebeu modificações substanciais, desde a versão 1.0.x https://www.openssl.org/blog/blog/2018/09/11/release111/ https://wiki.tizen.org/Security/Tizen_5.X_Migration_from_OpenSSL_1.0.2_to_OpenSSL_1.1.1_guide Preciso atualizar meu cliente Final ? Não necessariamente... o código fonte do ACBr, é esperto o bastante para suportar todas as versões do OpenSSL, desde a série 0.9.8 até a 1.1.1.x. Mas é altamente recomendado que você atualize seus Scripts de Build, para usar e distribuir a última versão do OpenSSL no seu instalador automatizado... (veja como distribuir, abaixo) Lembre-se que se você precisa usar recursos mais novos, como comunicação segura com TLS1.2, precisará ter o seu OpenSSL atualizado, para versões mais novas... Todos os Scripts que geram os instaladores do ACBrMonitorPLUS e os pacotes da ACBrLib, assim o ACBrInstall_trunk2.exe, já foram atualizados para usar e distribuir as DLLs da nova versão 1.1.1.x Como o OpenSSL é distribuído ? Você pode encontrar versões compiladas do OpenSSL para praticamente qualquer Sistema Operacional existente... No SVN do ACBr, você encontrará as últimas versões das Bibliotecas compiladas para Windows em: http://svn.code.sf.net/p/acbr/code/trunk2/DLLs/OpenSSL/ Repare que em cada diretório, temos as pastas x86 (32 bits) e x64 (64 bits)... Se você compila seu programa em 32 bits, então você deve usar a versão 32 bits da DLL O OpenSSL é distribuído em em 2 arquivos. Sempre mantenha os dois arquivos juntos, e sempre use o par de arquivos da mesma versão. No Windows: Até a versão 1.0.x, os nomes dos arquivos eram: ssleay32.dll e libeay32.dll, e não havia distinção nos nomes das DLLs, entre as versões 32 e 64 bits. A partir da versão 1.1.0, os nomes dos arquivos mudaram para: libssl-1_1.dll e libcrypto-1_1.dll (32 bits) e libssl-1_1-x64.dll e libcrypto-1_1-x64.dll (64 bits) Tudo que você precisa fazer, é copiar o par de arquivos (libssl-1_1.dll e libcrypto-1_1.dll) para a mesma pasta do seu binário, ou seja, na mesma pasta onde está o seu .EXE (sim, você poderia copiar esses arquivos para o diretório System do Windows, mas isso deve ser evitado, pois pode causar conflitos com outras aplicações) As DLLs do OpenSSL que estão no repositório do ACBr, são compiladas com o Visual C Studio, portanto, será necessário que na máquina destino, exista as DLLs de RunTime do Visual C. Como centenas de programas tem essa mesma dependência, provavelmente as DLLs de RunTime já estão instaladas no seu Windows... Porém, caso você perceba o erro: "Este aplicativo não pôde ser iniciado porque não foi encontrado vcruntime140.dll", provavelmente o RunTime ainda não foi instalado, a solução nesse caso, é bastante simples, bastando instalar: http://svn.code.sf.net/p/acbr/code/trunk2/DLLs/Diversos/x86/VC_redist.x86.exe Você pode/deve, rodar esse procedimento no seu instalador, automatizado... isso pode ser feito de maneira silenciosa, e sem a intervenção do usuário... Veja esse artigo: No ACBrMonitorPLUS, usamos da seguinte maneira: VC_redist.x86.exe /install /passive /norestart No Linux: libssl.so.x.x.x - exemplos: libssl.so.1.1, libssl.so.10, libssl.so.1.1.1, libssl.so.1.1.0, libssl.so.1.0.2 , libssl.so.0.9.8, etc libcrypto.so.x.x.x - exemplos: libcrypto.so.1.1, libcrypto.so.10, libcrypto.so.1.1.1, libcrypto.so.1.1.0, libcrypto.so.1.0.2, libcrypto.so.0.9.8, etc O OpenSSL já vem instalado por padrão em várias distribuições Linux, caso contrário, use o seu gerenciador de pacotes, e instale o pacote "openssl" Veja mais sobre a distribuição de Bibliotecas em: https://acbr.sourceforge.io/ACBrLib/ComoInstalarDistribuir.html A nova rotina de Carga dinâmica das Bibliotecas do OpenSSL, que foram implementadas na Unit OpenSSLExt.pas, irá procura por vários nomes de arquivos, dando preferência para os arquivos mais novos. Ou seja, ela irá procurar pelas bibliotecas na versão 1.1.1.x, e não encontrando, procurará e pelas bibliotecas na versão 1.0.x ou inferiores Quer saber mais sobre como o ACBr usa o OpeSSL na criação e transmissão de Documentos Seguros ? Então de uma olhada nesse vídeo:
  5. 21 points
    Olá pessoal, Sei que todos estão muito atarefados com seus programas por aí... Maaaasssss.... Precisamos de sua atenção para uma alteração nos componentes!!! Atualmente temos uma falta de padronização nas unidades de medidas das margens das impressões dos documentos fiscais. Cada impressão Report tem margens medidas com um formato. Isso não está bom. Note a tabela a seguir com as unidades de medidas das margens atual: DF-e Fortes Fast LazReport ESCPOS NF-e (Paisagem, Retrato, Inut, Evento, Simplificado) cm cm nd X NFC-e mm mm X X NFC-e (A4) cm mm X X SAT mm X X X CT-e (Evento) cm nd X X CT-e (A5, Retrato) nd nd X X CT-e (Inut, Inut Retrato) nd nd X X GNR-e nd nd nd X MDF-e (Retrato, Evento) cm nd X X NFS-e cm nd X X BP-e X X X X Legenda: mm – milímetros cm – centímetros nd – O componente poderia, mas não está atualizando as margens do report X – Não possui impressão nesse formato ou não interage com as margens. Nota: Os modelos em ESCPOS que existem não consideram as propriedades de margem. Afinal, não faz muito sentido mesmo. Como podem ver na tabela acima, muitos componentes não estão atualizando as margens. Isso significa que mesmo que configure uma margem, ela será simplesmente ignorada. Então a ideia é fazer com que esses componentes imprimam de acordo com a configuração. Além disso, queremos evitar qualquer possível confusão e por isso vamos padronizar as unidades de medidas. A unidade de medida escolhida foi milímetros (mm). Alguns dos motivos foram: A unidade de medida mm funciona bem tanto para impressões grandes (por exemplo A4) como para bobinas (80 mm); As pessoas estão acostumadas com mm porque é a unidade padrão de todos os geradores de relatório usados atualmente (Fast Report, Fortes Report, LazReport ...); Devido ao ponto anterior, usar mm vai nos poupar código de conversão de unidades; Mesmo que tivéssemos escolhido centímetros (cm), haveria quebra de compatibilidade por causa do SAT e NFC-e; Quando as alterações vão entrar em vigor? A previsão é que dia 14 de outubro, as alterações sejam enviadas ao SVN. Acreditamos que isso dá tempo suficiente, para conseguirmos avisar a todos e para que todos possam se preparar. As alterações já foram enviadas ao SVN. Veja nota no fim desse post. O que eu preciso verificar no meu aplicativo? A primeira coisa é verificar se você tem configuração de margem (seria bom que tivesse). Em caso afirmativo, como você está armazenando? Em que unidade está armazenando? cm ou mm? Vai ser necessário fazer alguma conversão? Verifique como você deseja manter a configuração? De posse das informações acima, faça um teste imprimindo todos os documentos que você usa. Isso vai ajudar você a prevenir qualquer problema antes de enviar o executável para o cliente. Sugerimos você a imprimir tanto antes como depois das alterações no componente. Assim você vai ter algo para comparar as impressões e ajustar as margens caso necessário. O que eu preciso fazer caso use o ACBrMonitor Plus? A nossa ideia é minimizar o impacto para quem usa o ACBrMonitor. Vamos colocar as informações o próximo post logo abaixo. Se ficarmos atentos a essas alterações, as impressões vão seguir o mesmo padrão e ninguém mais vai precisar se confundir. Atualização- 17/10/2019 As alterações já foram enviadas ao SVN. Agora todos os reports seguem o mesmo padrão: DF-e Fortes Fast LazReport ESCPOS NF-e (Paisagem, Retrato, Inut, Evento, Simplificado) mm mm mm X NFC-e mm mm X X NFC-e (A4) mm mm X X SAT mm X X X CT-e (Evento) mm mm X X CT-e (A5, Retrato) mm mm X X CT-e (Inut, Inut Retrato) mm mm X X GNR-e mm mm mm X MDF-e (Retrato, Evento) mm mm X X NFS-e mm mm X X BP-e X X X X Caso encontre algum problema, queira por favor criar um novo tópico.
  6. 20 points
    Bom dia. O Banco Central publicou informações sobre os planos de implantação dos Pagamentos Instantâneos no Brasil, o qual tem previsão de implementação em Novembro/2020. Os Pagamentos Instantâneos são as transferências monetárias eletrônicas na qual a transmissão da ordem de pagamento e a disponibilidade de fundos para o usuário recebedor ocorre em tempo real e cujo serviço está disponível durante 24 horas por dia, sete dias por semana e em todos os dias no ano. As transferências ocorrem diretamente da conta do usuário pagador para a conta do usuário recebedor, sem a necessidade de intermediários, o que propicia custos de transação menores. Conforme texto do BC, apresenta as seguintes vantagens... Sua implementação deve, além de aumentar a velocidade em que pagamentos ou transferências serão feitos e recebidos, também tem o potencial de alavancar a competitividade e a eficiência do mercado; baixar o custo, aumentar a segurança e aprimorar a experiência dos clientes; promover a inclusão financeira e preencher uma série de lacunas existentes na cesta de instrumentos de pagamentos disponíveis atualmente à população. Esse modelo está em linha com a revolução tecnológica em curso, possibilita a inovação e o surgimento de novos modelos de negócio e a redução do custo social relacionada ao uso de instrumentos baseados em papel. Para mais detalhes, clique aqui e acesse o portal do Banco Central. Att.
  7. 20 points
    Olá pessoal, Foi publica a NT 2020/001 do MDF-e e ela já se encontra em nossa biblioteca. Resumo: O projeto MDF-e Integrado tem como objetivo a disponibilização, pelas Secretarias de Fazenda, de uma infraestrutura digital de documentos, legislações e processos voltados para a simplificação da emissão de documentos fiscais eletrônicos de transporte e integração, dentro de um ecossistema digital, que permite às Empresas Transportadoras de Cargas (ETC), Transportadores Autônomos de Cargas (TAC), ANTT, Administradores de Meios de Pagamentos e as próprias Secretarias de Fazenda, o aperfeiçoamento dos seus processos e compartilhamento de informações entre todos estes atores, a partir de um único documento e infraestrutura já consolidada e em uso por todos os envolvidos. Diante desse desafio, as Secretarias de Fazenda e o ENCAT, vêm nos últimos meses e em parceria com os diversos atores intervenientes, adotando uma série de ações estruturantes voltadas para superação das dificuldades atuais enfrentadas pelos órgãos de controle e geração de um ambiente operacional mais eficiente e competitivo, a exemplo das ações descritas abaixo: Aprovação de legislação nacional que normatizou o compartilhamento dos MDF-e dos 27 estados com os órgãos reguladores de transportes; Aprovação de legislação nacional que normatizou a obrigatoriedade de emissão do MDF-e em todas as operações de transporte, sejam elas intermunicipais ou interestaduais; Implantação da plataforma digital e registro de eventos eletrônicos que permitem ao transportador confirmar a entrega da mercadoria ao destinatário, possibilitando assim, a redução do prazo para o recebimento do frete por parte do caminhoneiro; Aprovação de legislação criando a Nota Fiscal Fácil (NFF), que permitirá aos contribuintes que operam com vendas de mercadorias e transportadores autônomos emitirem seus respectivos documentos fiscais de forma simplificada e a partir do seu próprio smartphone, conforme legislação publicada no D.O.U. do dia 19/12/2019 (Ajuste SINIEF No. 37 de 13 de dezembro de 2019); Publicação dessa NT, que estrutura o MDF-e de forma a possibilitar, entre outros benefícios: Geração automática do CIOT, pelo Sistema MDF-e, tanto para as modalidades TAC-Independente como TAC-Agregado; Automação do processo de fiscalização do Piso Mínimo do Frete (Tabela do Frete), nos termos da Resolução ANTT nº 5.849 de 16 de julho de 2019. Geração de informações para facilitar a negociação de direitos de recebimentos de fretes, por parte do TAC, junto a instituição financeira onde possui conta corrente, sem a interferência de atravessadores. Com essa NT temos: - Alterações de schema e regras de validação do MDF-e - Alterações no schema do modal rodoviário no grupo infANTT - Criação do evento de Pagamento da operação de transporte Portanto teremos um evento novo, criação do grupo Produto Predominante <prodPred> na parte geral do MDF-e, alteração no grupo informações do contratante, inclusão dos campos <xNome> e do <idEstrangeiro>, no modal rodoviário foi criado o grupo informações do pagamento do frete <infPag>. Novas Regras de Validação: Se modal rodoviário e indicador de pagamento for a prazo (tag:indPag=1): O grupo de informações a prazo deve ser informado (grupo:infPrazo). Implementação Obrigatória. Gera a Rejeição: 724. Se modal rodoviário, o grupo produto predominante deve estar informado (grupo: prodPred). Implementação Obrigatória. Gera a Rejeição: 725. Se modal rodoviário e MDF-e possuir apenas um DF-e transportado no grupo infDoc: O grupo de informações da carga lotação (infLotacao) deve estar informado. Implementação Facultativa. Gera a Rejeição: 726. Se modal rodoviário e informado grupo de pagamento, rejeitar se CNPJ/CPF do responsável pelo pagamento estiver inválido. Implementação Obrigatória. Gera a Rejeição: 727. Se moda rodoviário e informado grupo de pagamento, rejeitar se CNPJ do IPEF estiver inválido. Implementação Obrigatória. Gera a Rejeição: 728. Vai ocorrer alterações no componente? Sim Vai ocorrer alterações nos schemas? Sim Vou ter que adequar a minha aplicação? Sim Prazos: Ambiente de Homologação: 09/03/2020 Ambiente de Produção: 06/04/2020
  8. 19 points
    Olá pessoal, Alguém já imaginou ou tem a necessidade de imprimir o boleto em uma impressora térmica? Pois bem, o @guilhermekm teve a necessidade, arregaçou as mangas e implementou um novo layout chamado lTermica80mm. Guilherme, muito obrigado pela colaboração, já esta disponível no repositório. Quero também agradecer ao @Doug Dela Bite pelos ajustes feitos na implementação do Guilherme, muito obrigado Douglas. Abaixo o Preview e a impressão do boleto feita em uma Epson TM-T20X. Esse layout esta disponível apenas para o Fortes Report, portanto convido aos mestres em Fast Report a fazerem o mesmo que o Guilherme e Douglas. Estou aguardando o layout para o Fast! Compatibilizei o LFM do Lazarus com o DFM do Delphi, sendo assim é para funcionar sem nenhum problema no Lazarus / Fortes Report. Veja aqui o tópico original:
  9. 17 points
    Em função do estado de emergência nacional para conter o surto viral de Corona Virus (COVID-19), O Projeto ACBr comunica aos membros: Conteúdos da área de vídeos do SAC ACBr estarão abertos para todo o público Como a orientação das autoridades de saúde é permanecer em casa, o Projeto ACBr entende que teremos de aproveitar o nosso tempo de uma forma diferente durante a quarentena. Como uma forma de solidariedade, os vídeos do SAC ACBr estarão abertos para todo o público (isso inclui o curso Dominando o ACBrMonitor) por tempo indeterminado. Você só precisa ser cadastrado no fórum para poder acessar livremente todos os nossos conteúdos gratuitamente. Os colaboradores do Projeto ACBr (inclusive os que trabalham em regime presencial) estarão trabalhando remotamente durante o período de Quarentena. Numa forma de zelar pela saúde de nossa equipe, todos os colaboradores do ACBr estarão trabalhando em seus respectivos lares. Dado a esse fato, pedimos a compreensão de todos os membros, que podem haver possíveis atrasos nas respostas do Fórum Aberto, Fórum do SAC e Chat ACBr. Todos os serviços citados continuarão em funcionamento seguindo às prerrogativas requiridas para a prevenção correta. Recomendamos à todos os membros que tomem as devidas previdências de segurança. Lavar as mãos e evitar aglomerações é o essencial, porém para conter a dissiminação do vírus, devemos ficar em nossos lares, abrindo mão de circular em locais públicos como bares, praças, praias, shoppings e etc sem necessidade. Cuidado com o contato com pessoas consideradas dentro do grupo de risco (pessoas idosas, com problemas respiratórios ou problemas graves de saúde em geral), pois o vírus tarda a manifestar seus sintomas, e muitas vezes os infectados acabam passando para outras pessoas antes mesmo de saberem que estão doentes. Independente da sua região, é tempo de estarmos unidos, porém não "juntos". Vamos aguardar esses tempos difíceis passarem para retomarmos nossas atividades normais, e esperamos que todos fiquem bem até lá. https://www.projetoacbr.com.br/forum/video/ https://www.projetoacbr.com.br/forum/video/browse/13-curso-dominando-o-acbrmonitor/
  10. 17 points
    Olá Pessoal, A SEFAZ-RS resolveu antecipar a liberação do ambiente de homologação. 02/03/2020 Implantada NT 2020.001 em Homologação Informamos que a NT 2020.001 que trata do MDF-e Integrado, encontra-se implantada no ambiente de homologação da SVRS. As regras de validação restritivas 725 e 726 deverão ser ativadas na próxima semana. Quero lembra-los que o componente ACBrMDFe já contempla todas as alterações publicadas na NT 2020/001, o programa exemplo foi alterado para exemplificar os novos campos, grupos bem como o novo evento. Os novos Schemas já estão disponíveis a um bom tempo. Na próxima versão do ACBrMonitor já vai estar disponível a atualização do manual do mesmo que mostra como gerar o arquivo INI do MDF-e com os novos campos e grupos, bem como gerar o arquivo INI do novo evento.
  11. 17 points
    Olá Pessoal, Já se encontra em nossa biblioteca a NT 2020/001 da NF-e segue abaixo um resumo sobre ela. Resumo: Este documento substituirá as Notas Técnicas(NT) 2012.002 e 2013.001 e tem por objetivo unificar as informações referentes à manifestação do destinatário na Nota Fiscal eletrônica (NF-e) modelo 55 e estender o serviço para ser usado também por Pessoa Física (CPF). A manifestação está prevista na cláusula décima-quinta-A do Ajuste SINIEF 7/2005, a qual permite que o destinatário da Nota Fiscal eletrônica confirme a sua participação na operação acobertada pela Nota Fiscal eletrônica emitida para o seu CNPJ/CPF, através dos eventos tratados a seguir. Conclusão: Não existe nenhuma implementação a ser feita no componente, simplesmente agora a pessoa física que possui um e-CPF (Certificado Digital) poderá realizar a Manifestação do Destinatário, ou seja, enviar para a SEFAZ um dos 4 tipos de eventos que engloba a Manifestação do Destinatário. O componente já esta apto a gerar o XML do respectivo evento com o CPF do destinatário em vez do CNPJ.
  12. 17 points
    Olá pessoal! Temos o prazer de informar que mais um novo componente foi adicionado ao projeto: ACBrLCDPR. O ACBrLCDPR foi criado para facilitar a geração do LCDPR - Livro Caixa Digital do Produtor Rural. Esse componente segue a mesma ideia de outros componentes para geração de arquivos como ACBrSPEDFiscal, ACBrSPEDPISCOFINS, ACBrSEF2, etc... Com ele você pode gerar o arquivo sem se preocupar com o layout do arquivo. A sua preocupação será apenas com as informações que precisa aprensentar. Como é um componente novo, temos consciência de que alguns ajustes talvez sejam necessários. Todos podem ficar à vontade reportar problemas. Podem fazer isso por criar um novo tópico com ajustes e anexar nele. Crie o tópico no subfórum ACBrTXT -> Outros (ACBrLFD, ACBrSEF2, etc). Mas queremos agradecer ao @Willian Hübner que pôs a mão na massa e fez a doação do componente que serviu como base dessa versão. Queremos também aproveitar a oportunidade para agradecer aos nossos usuários SAC. Seu apoio nos ajuda a continuar avançando.
  13. 16 points
    Configurações do ACBrMail para os principais serviços de emails do mercado outlook smtp: smtp.office365.com porta: 587 tsl : true; ssl : false; hotmail smtp: smtp.live.com porta: 587 tsl : true; ssl : false; gmail smtp: smtp.gmail.com porta: 465 tsl : true; ssl : true; ativar apps menos seguros no link https://myaccount.google.com/lesssecureapps obs.: autenticação por dois fatores, desativa automaticamente a permissão de apps menos seguros. yahoo smtp: smtp.mail.yahoo.com.br porta: 587 tsl : true; ssl : false; password: não use a senha padrão da conta, precisará criar uma exclusiva para sua aplicação. siga os passos abaixo: criada pelo link https://login.yahoo.com/account/security#less-secure-apps e depois 'Gerenciar Senha de app', selecione 'Outro app' ,der um nome ao app, e clique gerar senha.; sendgrid smtp : smtp.sendgrid.net usuario: nome da conta senha : senha da conta tsl : true; ssl : false; porta: 465 Autor: @Aurino Locaweb From := '[email protected]'; FromName := 'Nome do Remetente'; Host := 'email-ssl.com.br'; Username := '[email protected]'; Password := 'Sua_Senha'; Port := '465'; SetTLS := False; SetSSL := True; SparkPost From := '[email protected]'; FromName := 'Nome do Remetente'; Host := 'smtp.sparkpostmail.com'; Username := 'SMTP_Injection'; Password := '8a93c971789791b0102d889dd8f5f9b40507288d'; // Sua API Key Port := '587'; SetTLS := True; SetSSL := False;
  14. 16 points
    Olá pessoal, Como alguns de vocês já notaram, estamos empenhados em fazer os componentes do projeto ACBr ficarem disponíveis em outras plataformas. Uma das maneiras que queremos fazer isso é por permitir que eles compilem em Delphi para Linux e Android. No entanto com isso precisamos fazer uma alteração nos pacotes existentes. Para que os componentes fiquem de acordo, os pacotes precisam ser separados em Designtime e Runtime. Não vou me delongar nesse necessidade no momento, mas quem quiser mais informações pode ver a documentação oficial do Delphi. Basicamente o significado é o seguinte: Pacote Runtime - O pacote é como se fosse um framework ou library encapsulando requisitos e disponibilizando classes e componentes que podem ser vinculados ao código, mas não a IDE. Pacote Designtime - O pacote é para ser instalado na IDE. Isso significa que ele altera a IDE, disponibilizando componentes ou editores de propriedades que são usados em tempo de design (design time ... dã...). Em menos palavras, é um pacote que joga o componente na lista de componentes do Delphi. Essa alteração já está em andamento e você vai notar vários novos pacotes iniciados por "DCLACBr" nas pastas relacionadas ao Delphi. Mas como temos muitos pacotes há ainda vários que precisam ser alterados para funcionar dessa maneira. Como era? E como está? Os pacotes anteriores eram criados como Designtime e Runtime ao mesmo tempo. Visto que algumas pessoas utilizam os pacotes apenas como runtime estamos mantendo os pacotes atuais como Runtime e movendo o código específico pra criar os pacotes Designtime . São esses pacotes Designtime que iniciam por "DCLACBr". ACBrInstall O ACBrInstall que está no SVN já está preparado para lidar com esses pacotes. Ele vai verificar os pacotes se que são apenas Runtime e procurar o Designtime correspondente. Além disso, você vai notar que o ACBrInstall agora lista outras plataformas por cada instalação do Delphi que você tiver. Mas ainda é preciso ajustes tanto nos componentes como no próprio ACBrInstall para que os pacotes sejam compilados para essas plataformas corretamente e para que os vários "path" do Delphi sejam corretamente configurados. Por exemplo, dependemos do projeto JCL para detectar outras plataformas (como Linux e Android). Como eles ainda não implementaram, talvez nós tenhamos que fazê-lo e disponibilizar para eles. Lazarus O Lazarus não tem tanto problemas com os pacotes serem RunTime e Designtime. Então ele não sofre do mesmo problema do Delphi. No entanto, com as mudanças nos arquivos, alguns pacotes do Lazarus tiveram que ser ajustados. Em especial o pacote ACBr_NFCe_DanfeRL.lpk foi removido. Os componentes dele agora se encontram no pacote ACBr_NFe_DanfeRL.lpk Conclusão Como sempre, uma alteração como essa pode gerar problemas e é por isso que estamos avisando a todos. Fiquem a vontade para criar novos tópicos para relatar problemas ou dificuldades. Apenas pedimos que tenham o cuidado de verificar o seguinte: A pasta inteira do ACBr está realmente atualizada? Você tentou reinstalar marcando a opção de apagar arquivos antigos? Já existe algum tópico sobre o assunto? Bom trabalho aí pessoal!
  15. 15 points
    Boa tarde pessoal, Muitos de vocês já deve ter questionado quais são os bancos suportados pelo ACBr e e acabaram se deparando com a necessidade de checar diretamente nos fontes. Afim de trazer essa informação de forma mais rápida, segue relação até a data da publicação deste artigo. Veja relação acima em mais detalhes Código Febrabran Banco Carteiras Configuração no ACBr (Propriedade Tipo Cobrança) Obs 001 Banco do Brasil Todas cobBancoDoBrasil 003 Banco da Amazônia Todas cobBancoDaAmazonia 004 Banco do Nordeste Todas cobBancoDoNordeste 021 Banco Banestes Todas cobBanestes 033 Santander Todas cobSantander 041 Banrisul Todas cobBanrisul 070 BRB Todas cobBRB 091 Unicred RS Todas cobUnicredRS 085 Cecred Todas cobBancoCECRED 097 CredSis Todas cobCrediSIS 099 Uniprime Todas cobUniprime 104 Caixa Econômica Todas cobCaixaEconomica (Layout SIGCB) cobCaixaSicob (Layout Sicob) 136* Unicred ES Todas cobUnicredES 237 Bradesco Todas cobBradesco 341 Itau Todas cobItau 389 Banco Mercantil Todas cobBancoMercantil 748 Sicredi Todas cobSicred 756 Bancoob (Sicoob) Todas cobBancoob 399 HSBC Todas cobHSBC 422 Banco Safra Todas cobBancoSafra 047 Banese Todas cobBanese 745 CitiBank Todas cobCitiBank 246 Banco ABC Brasil Todas cobBancoABCBrasil 707 Banco Daycoval Todas cobDaycoval 084 Uniprime Todas cobUniprimeNortePR 643 Banco Pine Todas cobBancoPine O ACBr também suporta as variações de layout dos bancos acima, conforme relação a seguir. Código Febraban Banco Carteiras Correspondente Configuração no ACBr (Propriedade Tipo Cobrança) 756 Sicoob Todas Banco do Brasil cobBancoDoBrasilSICOOB 091 Banco Unicred RS Todas cobUnicredRS 136* Banco Unicred ES Todas cobUnicredES 136* Banco Unicred SC Todas Bradesco cobUnicredSC * Banco Bic Todas Bradesco cobBicBanco 133* Banco CreSol Todas Bradesco cobBancoCresolSCRS 756 Sicoob Todas Bradesco 756cobBradescoSICOOB 422 Safra Todas Bradesco cobSafraBradesco 643 Pine Todas Bradesco cobBancoPineBradesco *Código não localizado na tabela Febraban Importante: Este tópico será atualizado sempre que houver novas adições de bancos ou correspondentes. Para Utilização com o ACBrMonitorPlus, deve-se consultar as orientações existentes no Manual OnLine, o qual pode ser acessado aqui.
  16. 15 points
    Olá Pessoal, Ocorreu uma alteração no salvamento dos arquivos de envio e de retorno dos eventos e da inutilização. O motivo dessa alteração foi que esses arquivos estavam sendo salvos em dois lugares distintos. No caso dos eventos eles estavam sendo salvos na pasta configurada em PathEvento e em PathSalvar. Já os de inutilização estavam sendo salvos na pasta configurada em PathInu e em PathSalvar. Com a alteração os arquivos de envio e de retorno passam a ser salvos somente na pasta configurada em PathSalvar. Por outro lado, o resultado final do processamento dos eventos bem como da inutilização, ou seja, os arquivos *-procEventoNFe.xml (no caso da NF-e) e o *-procInutNFe.xml (no caso da NF-e) vão continuar sendo salvos nas pastas configuradas em PathEvento e PathInu respectivamente. Desta forma fica fácil para o desenvolvedor pegar por exemplo todos os XMLs referente aos cancelamentos (pasta ...\Evento\Cancelamento) compactar e enviar para a contabilidade. Antes era preciso excluir os arquivos de envio e de retorno para que estes não fossem incluídos no arquivo compactado. Quero lembrar a todos que essa alteração foi realizada nos componentes: ACBrBPe (Bilhete de Passagem Eletrônico), ACBrNF3e (Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica), ACBrCTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico), ACBrMDFe (Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos) e ACBrNFe (Nota Fiscal Eletrônica).
  17. 15 points
    Olá Pessoal, Venho informa-los que já esta disponível em nosso repositório o mais novo componente que agora se integra a suíte ACBr. ACBrNF3e - Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica. Esse componente segue os moldes dos demais componentes que emitem DF-e - Documentos Fiscais Eletrônicos. "O Projeto NF3e tem como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico (modelo 66) que venha substituir a sistemática atual de emissão da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica (modelo 6), com validade jurídica garantida pela assinatura digital do emitente, simplificando as obrigações acessórias dos contribuintes e permitindo, ao mesmo tempo, o acompanhamento da emissão em tempo real pelo Fisco." Para saber mais sobre o NF3e convido a todos a visitarem o Portal da Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica - SVRS. Temos também em nossa biblioteca toda a documentação referente a esse novo modelo de documento fiscal, clique aqui para acessar nossa biblioteca. O que foi disponibilizado: Fontes do componente ACBrNF3e e os fontes do componente ACBrNF3eDANF3eESCPOS (usado para imprimir o DANF3E). Notem que existe a Nota Técnica 2020/001 onde apresenta 3 layouts de DANF3E, sendo dois no tamanho A4 (Retrato) e um a ser impresso em bobina. Convido a todos a contribuir com a implementação dos DANF3E tamanho A4 (Retrato) e refazer o layout em bobina segundo essa nova NT. Esta disponível também os pacotes de instalação dos dois componentes mencionados acima, tanto para o Delphi quanto para o Lazarus. E como de costume, também foi disponibilizado o programa exemplo tanto para o Delphi quanto para o Lazarus. Observação: O ACBrInstall_Trunk2 ainda não reconhece esse componente, logo a sua instalação deverá ser realizar através dos pacotes disponibilizados. Assim que possível estaremos disponibilizando uma nova versão do ACBrInstall_Trunk2 que vai instalar o ACBrNF3e e o componente para imprimir DANF3E automaticamente.
  18. 15 points
    Teste o SAC ACBr gratuitamente por 15 dias... saiba mais sobre a Conta Trial do SAC do ACBr Sobre A ACBrLib é um conjunto de bibliotecas compartilhadas, que torna possível o uso dos componentes do Projeto ACBr, em qualquer linguagem de programação. Cada componente principal do ACBr, foi encapsulado em uma Biblioteca independente. Exemplo: O componente ACBrPosPrinter (para impressão em EscPos), está encapsulado na biblioteca ACBrLibPosPrinter. Saiba mais sobre a ACBrLib em: https://www.projetoacbr.com.br/acbrlib/ Principais Características A ACBrLib é compilada em Windows (DLL) e Linux (SO), nas arquiteturas 32 e 64 bits, e convenções de chamada StdCall e Cdecl. Todos os Binários gerados para Windows, são versionados e assinados com o certificado digital do Projeto ACBr. Acompanham classes de Alto Nível, para facilitar o uso e integração com linguagens populares, como: Java, C#, VB e outras. O projeto ACBr e a ACBrLib, contam com uma vasta comunidade de usuários. O que ajuda muito no suporte, melhorias e contribuições. A ACBrLib e os componentes do Projeto ACBr são desenvolvidos em Object Pascal. A ACBrLib pode ser compilada com Lazarus /FPC Licença de uso Assim como todos os fontes do Projeto ACBr, a ACBrLib, Demos e Classes de Alto nível, são distribuídas em Código Aberto, usando a licença LGPL. http://licencas.softwarelivre.org/lgpl-3.0.pt-br.html https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Lesser_General_Public_License Download Binários Link: https://www.projetoacbr.com.br/forum/files/category/36-acbrlib/ NOTA: Para baixar os binários, você precisa ser cadastrado no nosso fórum, e membro Ativo do SAC. Você pode criar uma conta Trial, em: https://www.projetoacbr.com.br/forum/sac/v2/cadastro/ Fontes Você pode baixar os Fontes do ACBr e da ACBrLib, direto do nosso repositório SVN. Veja instruções em: https://www.projetoacbr.com.br/fontes/ Exemplos de uso / Demos Link direto para download dos Demos por SVN: http://svn.code.sf.net/p/acbr/code/trunk2/Projetos/ACBrLib/Demos/ Documentação On-Line: https://acbr.sourceforge.io/ACBrLib/ACBrLib.html PDF: https://acbr.sourceforge.io/ACBrLib/ACBrLib.pdf Windows Help (CHM): https://acbr.sourceforge.io/ACBrLib/ACBrLib.chm Requisitos de Sistema Sistema Operacional: Windows XP ou superior 32/64; Linux 32/64 CPU: i386, x86_64 Dependências Alguns componentes do ACBr, fazem uso de bibliotecas de terceiros, como por exemplo: OpenSSL, e LibXML2. NOTA: Use bibliotecas da mesma arquitetura do seu sistema. Exemplo: Se você compila seu executável em 32 bits, precisará usar a ACBrLib e suas dependências, na versão 32 bits (mesmo que o Sistema Operacional seja 64 bits) Windows Você poderá encontrar as Dependências para a sua ACBrLib, no mesmo arquivo ZIP. Elas estão na Pasta “\dep\”. Linux Você precisará instalar as dependências, e criar os Links simbólicos necessários. Em nosso fórum, há um documento explicando como montar o ambiente no OpenSuse: https://www.projetoacbr.com.br/forum/files/file/413-desenvolvendo-no-linux-com-acbr/ Obter Suporte Gratuito Você pode obter suporte no Fórum do ACBr. Temos uma área específica para usuários da ACBrLib: https://www.projetoacbr.com.br/forum/forum/76-acbrlib/. Para criar um tópico, é necessário ter uma conta (gratuita) Profissional Se você precisa de Suporte Técnico especializado, diretamente com os desenvolvedores do ACBr. Você pode assinar o SAC do ACBr, saiba mais em: https://www.projetoacbr.com.br/forum/sac/sobre/ Como Instalar / Distribuir Windows O melhor lugar para copiar a ACBrLib e suas dependências, é na mesma pasta do seu Executável. Evite copiar os arquivos .DLL para diretórios do Sistema Operacional, como: Windows\System32 ou Windows\SysWow64 (isso evita conflito entre .DLLs) Não é necessário registrar as DLLs. Linux Como “root”, copie o arquivo .SO para a pasta /usr/lib ou /usr/lib64 (conforme o caso) Como usar: Consulte a documentação, para uma compreensão melhor. Copie/Instale a ACBrLib, conforme sugerido em: Como Instalar / Distribuir Verifique em Download, Exemplos de uso / Demos, se já existe para a sua linguagem, Classes de Alto nível, isso ajuda enormemente o uso da Biblioteca. Familiarize-se com o arquivo de configuração da ACBrLib (o arquivo é criado, se não existir, durante a Inicialização da ACBrLib) Chame o método de Inicialização da ACBrLib, LIB_inicializar (onde “LIB” seria o nome da ACBrLib utilizada exemplo: (POS, ETQ, NFE) Use os métodos da ACBrLib... Quando terminar, encerre a ACBrLib, chamando: LIB_Finalizar Histórico de mudanças Consulte na documentação, a sessão: “Histórico de Alterações”, de cada ACBrLib
  19. 14 points
    Boa tarde Pessoal. Apenas repassando uma informação relacionada ao PAF-ECF / NFC-e: Foi publicado no dia 23/10 a noticia abaixo sobre NFC-e no portal da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina (SEF-SC) Na última quarta-feira, 23/10, o secretário de Estado da Fazenda (SEF/SC), Paulo Eli, recebeu representantes da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Santa Catarina (Abrasel) e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Florianópolis. O objetivo do encontro foi criar um grupo de trabalho com as entidades empresariais para a implantação da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) em Santa Catarina. "Assumimos este compromisso, junto ao governador Carlos Moisés, de modernizar a máquina pública e Santa Catarina. Já iniciamos o processo e, até o próximo ano, iremos adotar a NFE-c", afirmou Eli. Empresário e membro do Conselho de Administração Nacional da Abrasel, Célio Salles reforçou que a medida é recebida com muita expectativa pelo setor varejista catarinense. "Há muito tempo estávamos aguardando esta notícia. Santa Catarina é um estado pioneiro e precisa atualizar seu sistema de acordo com o modelo nacional, que traz mais segurança e agilidade para o comerciante e o contribuinte", disse. Fonte: SEF/SC. http://www.sef.sc.gov.br/midia/noticia/2406
  20. 14 points
    O moderador e commiter do Projeto ACBr, @Régys Silveira, acaba de publicar em seu canal no YouTube, um excelente Curso de Firedac... São 19 vídeos, cobrindo tudo o que você precisa saber, sobre Firedac, do básico ao avançado... Se você ainda usa BDE, ou conectores de Banco de Dados antigos... assista o curso, e conheça todo o poder do FireDac Confira ainda, o Blog do Regys... https://regys.com.br/
  21. 14 points
    Porque devo assinar digitalmente meus executáveis ? O Produto final de quase todo desenvolvedor de Software para Windows, é gerar um arquivo compilado e executável, ou seja, um arquivo com a extensão .EXE ou .DLL As versões recentes do Windows, incorporaram recursos de segurança, como o SmartScreen, que podem causar alertas quando Binários não assinados são executados... O mesmo pode ocorre com módulos de Segurança de terceiros, instalados na máquina, como por exemplo: Antivírus e módulos de segurança bancários... Para evitar mensagens assustadoras, como a exibida abaixo, é necessário Assinar digitalmente o seu binário, com um certificado emitido por uma Autoridade Certificadora válida A título de exemplo, todos os binários distribuídos pelo Projeto ACBr, na área de Download do SAC ACBr, são assinados digitalmente com um certificado do Projeto ACBr... Reparem que não somente o Executável final, mas o instalador, também deve ser assinado.. Abaixo, temos a imagem de quando é executamos o Instalador do ACBrMonitorPLUS SAC Bem melhor, não ? Repare que o Fornecedor do binário, fica bem identificado na mensagem... Isso além de trazer mais confiança para o usuário final, ajuda os programas de segurança, a classificar de forma positiva, o seu Executável ou instalador, evitando bloqueios indevidos. Ok, gostei... mas como fazer para assinar meus executáveis ? O primeiro passo é comprar um Certificado do tipo "Code Signing"... Garanto que agora você pensou algo como: - Humm.. será que posso usar o meu certificado A1 ou A3 ? A resposta é NÃO... os certificados que usamos para os Documentos Fiscais eletrônicos brasileiros, não tem as características esperadas pelo Windows, para assinatura e validação de binários... Quanto aos certificados gerados de forma local, ou seja, os Self-Signed Certificates, eles funcionarão para a assinatura... e podem ser ótimos para testes... Mas eles não devem garantir o nível de confiabilidade ao seu binário, pois eles não são gerados por uma Autoridade Certificadora válida Algumas empresas Brasileiras, vendem o certificado do tipo Code Signing.. Veja por exemplo esse link... Porém o preço é praticamente "o valor de um Rim esquerdo"... (ps: veja mais empresas brasileiras, no post a seguir) Você pode comprar o Certificado do Tipo OV, que é bem mais barato... Na página da KSoftware tem um interessante artigo, descrevendo a diferença da versão OV x EV Eu preferi comprar nesse site gringo, porém isso pode exigir que você tenha um bom conhecimento de Inglês, pois o todo o processo de compra será feito em Inglês. Esse certificado, também exige um processo de validação... ou seja, a Empresa que irá emitir o certificado, precisa saber se você é você mesmo... A validação foi feita pela empresa Sectigo... eles enviam e-mails com links para você subir a documentação necessária... Como o certificado será emitido para uma Entidade Pessoa Jurídica, na etapa de envio de documentos de prova de identidade... eu enviei um PDF com o resultado da consulta de meu CNPJ, na Receita... Na etapa final de validação, eles efetuam uma ligação para o telefone de sua empresa, para fornecer um Token, que deve ser usado para gerar o certificado... portanto, o número de telefone na documentação que você enviar, deve ser um número que você possa atender... Achei o Site de Validação da Sectigo, bastante confuso... Eu preferi comprar a opção de 4 anos, para evitar esse penoso processo de compra, e pelos descontos oferecidos... Após todas as validações de identidade, eles lhe enviarão um Link para baixar o certificado em sua máquina... Será criado um arquivo PFX, e o processo de geração do Certificado na sua máquina, é muito semelhante a dos Certificados A1 brasileiros... Ufa.. já tenho o meu certificado em PFX... Como eu assino os binários ? Existem algumas ferramentas disponíveis... na página da KSoftware, você pode ler um tutorial, de como assinar usando o KSign Você poderá assinar binários facilmente, usando a interface gráfica deles: Para automatizar o processo de assinatura, você provavelmente ira preferir usar um utilitário de Linha de Comando... Repare que na mesma pasta onde o KSign foi instalado, existe o utilitário signtool.exe Use esse utilitário com a seguinte sintaxe: signtool.exe sign /du "http://seusite.com.br" /d "Descrição do seu Programa" /f "C:\Path\SeuCertificado.PFX" /p SenhaCertififcado /t "http://timestamp.comodoca.com" SeuBinario.exe sign -> Comando para assinatura /du -> Informa a URL do seu Site /d -> Informa uma descrição resumida do seu Programa /f -> Informa o Path completo para o seu Certificado (arquivo PFX) /p -> Informa a Senha para abertura do seu Certificado /t -> Informa um Servidor de Time Stamp, para que fique gravada a Data / Hora da assinatura Mas como assinar um Binário Windows, de dentro do Linux ?? Todo processo de Build e Deploy dos binários do ACBr, é executado em um Linux OpenSuse. A compilação de todas as plataformas que suportamos ocorre com Cross-Compiling, e automatizamos o processo de Build e Deploy, com o uso de Jenkins e Shell Scripts, Para transmitir o binário para fórum, criamos alguns utilitários que consomem a API do Invision Power Board Para a assinatura dos binários, creio que seria possível usar o próprio signtool.exe, com Wine... mas encontramos um interessante utilitário nativo em Linux, chamado osslsigncode, repare que a sintaxe é muito semelhante a do signtool.exe... osslsigncode sign -pkcs12 /path/SeuCertificado.pfx -pass SuaSenha -n "Descrição do seu Programa" -i http://seusite.com.br -t http://timestamp.comodoca.com -in SeuBinario.exe -out SeuBinario.exe.sign (como passo final, apague o arquivo original, SeuBinario.exe e renomeie SeuBinario.exe.sign para SeuBinario.exe)
  22. 14 points
    Olá Pessoal, Já encontra-se disponível no repositório Trunk2 o mais novo componente ACBr - ACBrONE - Operador Nacional dos Estados. "O Operador Nacional dos Estados: ONE é o sistema responsável por integrar os documentos fiscais eletrônicos das Administrações Tributárias com as diversas tecnologias de identificação de veículos nas rodovias brasileiras. O sistema objetiva a geração dos eventos Registro de Passagem nos documentos fiscais transportados por intermédio da informação da placa do veículo e sua respectiva geolocalização, detectada por algum dispositivo ou tecnologia de monitoramento, o que auxilia nas ações de fiscalização de trânsito e de combate à sonegação." O texto acima foi retirado do Portal do Operador Nacional dos Estados - SVRS. Para mais informações visite o Portal. O manual do ONE já baixamos e se encontra em nossa biblioteca. Nas pastas: ...\Exemplos\ACBrDFe\ACBrONE\Delphi ===> temos o programa exemplo do componente. ...\Exemplos\ACBrDFe\Schemas\ONE ===> temos os schemas ...\Fontes\ACBrDFe\ACBrONE ===> temos os fontes ...\Pacotes\Delphi\ACBrDFe\ACBrONE ===> temos o pacote de instalação. Por enquanto o ACBrInstall_Trunk2 não esta preparado para instalar esse componente, logo será necessário a instalação manual através do Pacote. Observação1: apesar dos XMLs a serem enviados não precisam ser assinados digitalmente é preciso de um certificado digital para consumir os Webservices. Observação2: Não é qualquer empresa que pode usar o ONE é preciso que ela esteja cadastrada como uma Operadora.
  23. 12 points
    Olá Pessoal, Hoje a quantidade de DF-e Documentos Fiscais Eletrônicos é tão grande que acabamos nos perdendo nos modelos. Resolvi então fazer uma lista com a sigla, descrição, numero do modelo e o componente de cada um deles. Sigla Descrição Modelo Componente NF-e Nota Fiscal Eletrônica 55 ACBrNFe CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico 57 ACBrCTe MDF-e Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos 58 ACBrMDFe BP-e Bilhete de Passagem Eletrônico 63 ACBrBPe BP-e TM Bilhete de Passagem Eletrônico Transporte Metropolitano 63 ACBrBPe GTV-e Guia de Transporte de Valores Eletrônico 64 ACBrCTe NFC-e Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica 65 ACBrNFe NF3-e Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica 66 ACBrNF3e CT-e OS Conhecimento de Transporte Eletrônico Outros Serviços 67 ACBrCTe Como vocês podem ver tanto o BP-e quanto o BP-e TM tem o mesmo modelo 63, o que diferencia um do outro é o campo tpBPe. O BP-e aceita os valores seguintes valores para tpBPe: 0 = BP-e Normal e 3 = BP-e Substituição, por outro lado o BP-e TM só aceita o valor: 4 = BP-e Transporte Metropolitano.
  24. 12 points
    Já pensou em rodar o seu PDV ou ERP em Linux ? Há muito tempo os fontes do ACBr já compilavam em Linux através do Lazarus/FPC, e agora também é possível compilar o ACBr no Linux Ubuntu 64, com o Delphi Rio 10.3.3, usando a Linux FMX Mas quais são as vantagens de rodar em Linux ? Inúmeras vantagens.. o Linux é um Sistema Operacional, Livre, muito estável, seguro e robusto.. Não é a toa que grandes empresas, preferem rodar Linux em seu PDV (Carrefour, Pão de Açúcar, Droga Raia, etc..)... Um Linux bem configurado, é da filosofia Instale e Esqueça, e pode representar uma enorme economia, em atendimento no suporte técnico... Sem falar na evidente vantagem de custos de licenças, quando comparado ao Windows... Se você tiver um profissional "linuxer" na sua equipe, você ainda poderia criar uma distribuição Linux altamente personalizada para as necessidades do seu software, e permitir que o seu PDV/ERP seja carregado automaticamente, sem intervenção do usuário... Devo usar Lazarus ou Delphi ? Em ambos os casos, será necessário adaptações ou reescrita no seu código... Você deve evitar o uso de chamadas diretas a APIs do Windows, ou usar IFDEFs para isolar esses códigos... Você poderá encontrar muito exemplos de IFDEFs, nos fontes do ACBr. Se você já programa em Lazarus, deverá instalar o Lazarus em um Linux e testar a compilação do seu código usando a GTK2 ou QT... Se você programa em Delphi VCL, primeiro deverá converter seu sistema para FireMonkey (FMX)... Isso pode ser uma tarefa difícil se for feita manualmente, pois existem muitas diferenças entre a VCL e a FMX. Mas você pode contar com a ajuda de Ferramentas que ajudam na conversão, como a MidaConverter A Mida, gentilmente nos concedeu uma licença do Mida Converter... com isso, já iniciamos a migração dos Demos do ACBr de Delphi VCL, para Firemonkey.. Você poderá encontrá-los na pasta "Firemonkey", de cada Demo, exemplo: \ACBr\Exemplos\ACBrDFe\ACBrNFe\Firemonkey Veja abaixo, uma Imagem do Demo do ACBrNFe, já convertido para FireMonkey, e rodando no Linux Ubuntu 64 bits, com o Delphi 10.3.3, Linux FMX A FMX é o futuro do Delphi, a Embarcadero está investindo muitos recursos no aprimoramento da FMX... leia mais nessa página . Aplicações FMX são infinitamente mais bonitas que aplicações VCL, e os efeitos visuais que a FMX proporciona, são incríveis... Duvida ? Então veja o vídeo abaixo... Sempre será mais simples, migrar de Delphi VCL para Delphi FMX, do que de Delphi VCL para Lazarus... migrar de IDE é um processo "doloroso" e que necessita muito mais tempo, preparação e aprendizado... Não quero aqui, defender o Delphi ou o Lazarus... Acho que a questão de OpenSource, deve pesar apenas se o preço do Delphi for realmente um impedimento para você... Avalie muito bem o tempo e esforço necessário, em ambos os cenários...
  25. 12 points
    Olá pessoal, Foi removido dos componentes ACBrBPe, ACBrCTe, ACBrMDFe, ACBrNFe e ACBrNF3e das units que geram o XML a propriedade AjustarTagNro. Essa propriedade foi acrescentada porque ao usar o OpenSSL, os campos string com menos de 3 caracteres geravam erros de validação. A motivação para a remoção dessa propriedade foi: Os componentes listados acima ao gerar o XML se o conteúdo do campo “nro” tiver apenas 1 ou 2 dígitos eram ajustados para 3 dígitos, consequentemente causando problemas na cidade de Barretos/SP, pois nessa cidade existem imóveis diferentes com numeração 10 e 010 (zero a esquerda) na mesma rua. Por incrível que pareça é zero mesmo e não a letra "O". Caso alguém venha ter problemas de validação com o campo nro, favor tratar da seguinte forma: ao alimentar o campo nro: nro := ExecutarAjusteTagNro(True, cNumero); Onde: cNumero é uma variável da sua aplicação que contem o numero do imóvel situado no logradouro. Devemos incluir em uses a unit pcnAuxiliar. A função ExecutarAjusteTagNro vai realizar o ajuste necessário para que o campo nro fique com no mínimo 3 dígitos.
  26. 12 points
    Olá pessoal, Foi publicado agora em dezembro/2019 um novo manual de especificação técnica do DANFE da NFC-e, trata-se da versão 5.1 desse manual. O que temos de novidade: 1. algumas correções que deixa mais claro o que pode e o que não pode ser impresso. 2. traz nessas correções as novas tags cMsg e xMsg que poderão estar presentes juntamente com as demais informações referente ao protocolo de autorização gerado pela SEFAZ-Autorizadora e o local correto da sua impressão. 3. apresenta o local correto de imprimir os valores de vFrete, vSeg, vDesc e vOutro que a critério da UF poderão estar discriminados por Itens. A versão 5.1 do Manual de Especificações Técnicas do DANFE da NFC-e se encontra em nossa biblioteca. Convido a todos a lerem. Observação: Os componentes para impressão do DANFE da NFC-e feitos em Fortes Report e EscPos já estão em conformidade com a versão 5.1 do manual, portanto procurem manter os fontes sempre atualizados.
  27. 12 points
    Nota: Atualizado em 05/11/19. Veja as configurações do ACBrMonitor no post do Júnior abaixo. Nota: Atualizado em 31/10/19 conforme post logo abaixo Olá a todos, Queremos informar que duas novas propriedades foram adicionadas ao DANFe em Fortes e que no momento estão funcionando apenas no formato retrato e Paisagem. São elas: ExpandirDadosAdicionaisAuto (padrão False) - Essa propriedade faz com que a área "Dados Adicionais" do DANFe se expanda para caber mais dados. Ela já existia no Fast Report e estamos trazendo ela pro Fortes também; ImprimeContinuacaoDadosAdicionaisPrimeiraPagina (padrão False) - Quando os "Dados Adicionais" não cabem no espaço reservado para eles, é criado um novo quadro "Continuação dos Dados Adicionais". As vezes esse quadro pode caber na primeira página, mas ele é jogado na página seguinte por questão de ficar na ordem do texto. Essa propriedade faz com que a continuação possa ser impresso na primeira página. Esse é o tópico que originou esse request Também enviamos uma alteração melhora (e muito) no uso do quadro "Dados Adicionais". O componente muitas vezes estava criando quebrando a linha desnecessariamente, causando até a impressão de uma página adicional quando isso não era necessário. Esperamos que isso os ajude a agradar seus clientes que querem economizar o número de páginas e os que preferem os dados na ordem certa, seja lá qual for o segmento que eles trabalhem. As alterações foram enviadas ao SVN na revisão 18063 18105. Agradecemos a todos que puderem testar e reportar qualquer problema. Pronto pessoal, obrigado pela atenção. Agora todo mundo voltando ao trabalho com animação!
  28. 12 points
    Olá Pessoal, A SEFAZ-MG esta gerando de forma indiscriminada namespace em todas as TAGs de retorno. Sendo que, segundo o Manual versão 7.02 (visão Geral da NF-e/NFC-e) item 3.2.1.2 que se refere a declaração namespace, deixa bem claro que o documento XML deverá ter uma única declaração de namespace no elemento raiz do documento. O retorno da SEFAZ-MG esta fugindo dessa regra e colocando o namespace e todas as TAGs do XML. Peço a todos que atualizem todos os fontes de todas as pastas e reinstale a suíte ACBr, pois enviamos para o repositório uma possível correção para o problema. Será disponibilizado uma nova versão do ACBrMonitor para que os usuários do mesmo tenham também o problema resolvido. Exemplo de como a SEFAZ-MG esta gerando o XML de retorno: Como deveria ser gerado, portanto o correto:
  29. 12 points
    30/08/2019 ATENÇÃO: Publicada a versão 1.30 da NT 2019.001 Publicada a versão 1.30 da NT 2019.001, que divulga novas regras de validação e atualiza regras existentes da NF-e/NFC-e versão 4.0, com os seguintes objetivos: • Informados os locais de publicação das tabelas de códigos de benefícios fiscais e de regras de validação opcionais por unidade federada • Novas datas de vigência para algumas regras de validação Publicada a tabela cBenef x CST atualizada até 30/08/2019 Assinado por: Coordenação Técnica do ENCAT Informações importantes nessa nova versão: 1.7 Comentários Sobre o Código de Benefício Fiscal O código de benefício fiscal (tag: cBenef), por tratar de situações particulares de cada unidade federada, tem sua definição também especificada pelas UF que o utilizam. Estas definições constam de tabela publicada no Portal Nacional da NF-e, na área “Diversos” da aba “Documentos”. Esta tabela tem sofrido atualizações com frequência maior do que a desejável, em virtude do fato que o uso dos códigos pelas empresas no ambiente de homologação tem evidenciado a necessidade de ações de correção de natureza emergencial por parte das Administrações Tributárias envolvidas. É esperado que em futuro próximo a tabela tenha a estabilidade necessária. 1.8 Novas Datas de Vigência para Algumas Regras de Validação Em função de necessidades ditadas pelas legislações de algumas unidades federadas, e atendendo a pleitos de contribuintes e de entidades associativas, as datas de início de exigência das regras de validação N12-85, N12-86, N12-90, N12-94 e N12-97 obedecerão ao disposto na tabela a seguir: UF Regra de validação N12-85 N12-86 N12-90 N12-94 N12-97 MT (3) (3) (2) (3) (*) PR (1) (1) (*) (2) (1) RJ (2) (2) (2) (2) (2) RS (2) (2) (2) (2) (2) demais UF (*) (*) (*) (*) (*) Onde a respectiva data de início de vigência corresponde a: (*) Regra de validação não será aplicada (1) Aplicação a partir de 02/09/2019 (2) Aplicação a partir de 01/10/2019 (3) Aplicação a partir de 01/01/2020 As datas aqui definidas, juntamente com todas as demais informações a respeito das regras de validação opcionais por UF, podem ser consultadas em tabela publicada no Portal Nacional da NFCe, na área “Regras de Validação” da aba “Desenvolvedor”. Para contribuintes estabelecidos no estado do Rio Grande do Sul, no caso das regras N12-85, N1286 e N12-94, o ambiente de autorização em produção, até 31/3/2020, e o ambiente de autorização em homologação até 09/2/2020, aceitarão três situações para o campo cBenef:  NULO (sem preenchimento do campo);  com a descrição "SEM CBENEF"; ou  com o código do benefício; neste último caso, é realizada a devida validação de compatibilidade com o CST informado.
  30. 11 points
    Foi publicada em 01/06/2020 versão 1.70 da NT 2016.003 trazendo atualizações na tabela de NCMs, as quais estarão vigentes a partir de 22/06/2020 em homologação e 01/07/2020 para produção. Fonte: Portal NFe
  31. 11 points
    Olá Pessoal, Foi publicada na data de hoje a NT 2020/002 que trata sobre o Imposto sobre produtos industrializados - IPI. Não se faz necessário nenhuma alteração no componente pois não ocorreu nenhuma alteração no layout do XML. Essa NT apenas esta consolidando informações das NT 2015/002 e NT 2016/001 e também a possibilidade de usar 3 novos códigos de Enquadramento. Sendo assim o campo <cEnq> poderá aceitar os novos códigos abaixo: cEnq Grupo CST Descrição Enquadramento Legal do IPI 163 Suspensão REPETRO-Industrialização Venda no mercado interno de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem para serem utilizados integralmente no processo de industrialização de produto final destinado às atividades de exploração, de desenvolvimento e de produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos à PJ habilitada no Repetro-Industrialização. - Instrução Normativa RFB nº 1901, de 17 de julho de 2019. 164 Suspensão REPETRO-SPED Venda dos produtos finais destinados às atividades de exploração, de desenvolvimento e de produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos previstas na Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997 , na Lei nº 12.276, de 30 de junho de 2010, e na Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, por fabricantes desses, beneficiários do Repetro-Industrialização, quando diretamente adquiridos por pessoa jurídica habilitada no Repetro-Sped.- Instrução Normativa RFB nº 1901, de 17 de julho de 2019. 165 Suspensão O transportador com relação aos produtos tributados que transportar desacompanhados da documentação comprobatória de sua procedência; qualquer possuidor - com relação aos produtos tributados cuja posse mantiver para fins de venda ou industrialização; o industrial ou equiparado, mediante requerimento, nas operações anteriores, concomitantes ou posteriores às saídas que promover, nas hipóteses e condições estabelecidas pela Secretaria da Receita Federal, nos termos da IN RFB nº 1.081/2010. A partir do dia 30/05/2020 o ambiente de homologação vai passar a aceitar os novos códigos acima, já o ambiente de produção somente 11/06/2020.
  32. 11 points
  33. 11 points
    Olá pessoal, Com o confinamento das pessoas por conta do Corona Vírus, o comercio varejista esta realizando a entrega de produtos comprados pelos clientes, não da forma tradicional, ou seja, presencial. Alguns estabelecimentos adotaram a Entrega (delivery), e com isso, resolveram cobrar uma taxa, que nada mais é do que o frete. Agora fica a duvida, como informar esse valor na NFC-e? 1 - Informar que a entrega será realizada a domicilio e que o frete é por conta do destinatário. Ide.indPres := pcEntregaDomicilio; // Valor 4 Transp.modFrete := mfContaDestinatario; // Valor 1 2 - Informar o Frete nos Itens e no Total Esse processo é análogo ao preenchimento de Frete, na NFe. Se você nunca necessitou trabalhar com Frete, veja abaixo, uma explicação de como calcular o mesmo, fornecida pelo colega @marcopoloviana, do Portal SAC Fiscal Primeiro Passo: Calcular o RATEIO DO VALOR DA ENTREGA entre os itens do cupom. Fórmula: (Valor do produto / Valor total dos produtos) x Valor do frete Exemplo: O cliente adquiriu 3 produtos nos valores de R$ 20,00, R$ 50,00 e R$ 30,00 respectivamente e pagou taxa de entrega de R$ 20,00. O valor total dos produtos no cupom foi de R$ 100,00. Fórmula: (Valor do produto / Valor total dos produtos) x Valor da entrega Produto 1: (R$ 20,00 / R$ 100,00) x R$ 20,00 = R$ 4,00 (vFrete item 1) Produto 2: (R$ 50,00 / R$ 100,00) x R$ 20,00 = R$ 10,00 (vFrete item 2) Produto 3: (R$ 30,00 / R$ 100,00) x R$ 20,00 = R$ 6,00 (vFrete item 3) Neste exemplo acima mostra que o valor da entrega foi divido em R$ 4,00, R$ 10,00 e R$ 6,00 respectivamente em cada produto totalizando R$ 20,00 da entrega. Segundo Passo: Informar o valor do frete de cada item: Prod.vFrete := ValorRateioFreteItem; // Veja explicação no Primeiro Passo Terceiro Passo: Informar os totais (frete e valor da nota). Total.ICMSTot.vFrete := ValorTotalFrete Total.ICMSTot.vNF := (ValorTotalProd) - (ValorTotalDesc) - (ValorTotalICMSDeson) + (ValorTotalFrete) + (ValorTotalOutro); OBS: Existem outros componentes no vNF, porém destacamos o que ocorre no delivery em geral. Esperamos ter ajudado.
  34. 11 points
    Olá pessoal, Aproveitando os últimos minutos do segundo tempo, temos novidades para o inicio do ano que vem. Novidades da versão 1.40 da NT 2019/001 * Modifica a RV N12-94 para deixar mais específica a rejeição, criando assim a RV N12-98 com sua respectiva rejeição; A regra vai ser ativada a partir de 11/05/2020 10/08/2020 em produção, verificando a existência e a vigência do cBenef. Assim, a RV N12-94, a partir dessa data, passará a verificar apenas se o cBenef é compatível com o CST. Essa nova regra permite que determinada UF possa validar apenas a existência do cBenef, caso não opte por validar a compatibilidade com o CST. A criação da RV N12-98 não traz impacto para os sistemas emissores que já estão preparados para a validação da RV N12-94, salvo o possível tratamento da mensagem da rejeição. Rejeição 946: Informado código de beneficio fiscal incorreto ou inexistente na UF. * Adiciona as exceções e modelos para as RV N12-85, N12-86, N12-90, N12-94, N12-97 e N12-98; Criação de Exceções para as Regras de Validação N12-85 (Se informado CST e não informado código de benefício fiscal), N12-86 (Se informado CST e informado código de benefício fiscal), N12-90 (Se CST de ICMS = (20, 30, 40, 41, 50, 70 ou 90)), N12-94 (Se informado CST e informado código de benefício fiscal), N12-97 (Não informados campos de valores do CST 51 (Diferimento)) e N12-98 (Se informado código de benefício fiscal) Trata-se de exceções que já haviam sido criadas e implementadas, tendo sido comunicadas por meio de aviso disponibilizado no Portal Nacional da NF-e. As Rejeições das Regras de Validação N12-85, N12-86, N12-90, N12-94 e N12-97 encontram-se no artigo referente a NT2019/001 versão 1.30 * Informa as Exceções e Datas aplicáveis as UF que ativaram as RV N12-85, N12-86, N12-90, N12-94 e N12-97; e que ativarão a N12-98; Quadro com datas de ativação das RV, respectivas exceções e possíveis modelos para UF que ativaram/estão ativando tais RV. Quadro já disponibilizado no Portal da NF-e. A única diferença é a indicação das opções de modelos (55; 65; ou 55/65). Tal quadro demonstra quais UF estão ativando as RV, bem como as exceções aplicadas e os modelos que de DF-e (55 e 65) em que se aplicam a tais RV. A tabela a seguir substitui a do item anterior (1.8), pois adiciona exceções e modelo aplicável. Na tabela a seguir encontram-se as Unidades da Federação que implementarão as Regras de Validação N12-85, N12-86, N12-90, N12-94, N12-97 e N12-98, previstas nesta Nota Técnica. Na legenda são encontradas as datas de aplicação, as exceções e os modelos aplicáveis (55/65), a critério da UF. Regra de validação - Aplicação e Exceções +----------------------------------------------------------------------------------------------------------+ | UF | N12-85 | N12-86 | N12-90 | N12-94 | N12-97 | N12-98 | +----------------------------------------------------------------------------------------------------------+ | PR | (D1), (55/65) | (D1), (55/65) | (D*) | (D2), (55/65) | (D1), (55/65) | (D3), (55/65) | +----------------------------------------------------------------------------------------------------------+ | RJ | (D2), (55/65) | (D2), (55/65) | (D2), (55/65) | (D2), (55/65) | (D2), (55/65) | (D3), (55/65) | | | (E2, E3) | (E2, E3) | (E2, E3) | (E2, E3) | (E2, E3) | (E2, E3) | +----------------------------------------------------------------------------------------------------------+ | RS | (D2), (55/65) | (D2), (55/65) | (D*) | (D*) | (D*) | (D3), (55/65) | | | (E3,E4) |(E3,E4) | | | | (E3,E4) | +----------------------------------------------------------------------------------------------------------+ |Demais UF | (D*) |(D*) | (D*) | (D*) | (D*) | (D*) | +----------------------------------------------------------------------------------------------------------+ Datas para aplicação das Regras de validação (D), com respectivo Modelo de DF-e: (D*) - Regra de validação não será aplicada; (D1) - Aplicação a partir de 02/09/2019; (D2) - Aplicação a partir de 01/10/2019; (D3) - Aplicação a partir de 11/05/2020 10/08/2020 em Produção (Homologação: 16/03/2020) Aplicação aos Modelos de DF-e: (55); (65); ou (55/65) Exceções constantes nas Regras de Validação, a critério da UF: (E1) - Exceção 1: a RV não se aplica quando Finalidade de emissão da NF-e (tag: finNFe) igual a Devolução de Mercadoria e Identificador de local de destino da operação (tag: idDest) igual a Operação interestadual ou com o Exterior. (E2) - Exceção 2: a RV não se aplica quando Finalidade de emissão da NF-e (tag: finNFe) igual a Devolução de Mercadoria; (E3) - Exceção 3: a RV não se aplica quando Finalidade de emissão da NF-e (tag: finNFe) igual a NF-e de ajuste; (E4) - Exceção 4: a RV não se aplica quando Tipo de Operação (tag: tpNF) igual a Entrada. Observação: A Exceção 1, constante nas respectivas Regras de Validação, aplica-se a todas as UF. Assim, não necessita estar no quadro acima. As datas aqui definidas, juntamente com todas as demais informações a respeito das regras de validação opcionais por UF, podem ser consultadas em tabela publicada no Portal Nacional da NFC-e, na área “Regras de Validação” da aba “Desenvolvedor”. Para contribuintes estabelecidos no Estado do Rio Grande do Sul, as Regras de Validação N12-85 e N12-86 permitirão informar qualquer CST até 31/03/2020 no ambiente de autorização em produção, conforme tabela disponibilizada no Portal da NF-e. Em homologação, o contribuinte já pode testar a validação dessa Regras. A RV N12-94 será desativada para o Rio Grande do Sul a partir da publicação desta NT.  A RV N12-98 será ativada conforme as datas de homologação e produção previstas nesta NT. * Retira o modelo 65 da validação da RV B03-10 Datas de efetivação das modificações: Ambiente de Homologação: 16/03/2020 Ambiente de Produção: 11/05/2020 (10/08/2020) Como se tratam de regras de validação nos WebServices das SEFAZ-Autorizadoras, não se faz necessário nenhuma alteração nos fontes dos componentes e nem na aplicação. Para baixar a NT na integra favor acessar a nossa biblioteca.
  35. 11 points
    Olá pessoal, A SEFAZ do Pará não vai mais recepcionar as NF-e a partir do dia 02/09/2019. A partir dessa data os contribuintes do Pará devem encaminhar as suas notas para a SEFAZ-Virtual do Rio Grande do Sul. Conforme consta a noticia no site da SEFAZ-Pará. Para quem utiliza o componente ACBrNFe, deverá apenas atualizar os fontes recompilar a aplicação e distribuir a nova versão do mesmo para os seus clientes. Para quem utiliza o ACBrMonitor, vamos disponibilizar uma nova versão do mesmo, ai basta vocês atualizarem os seus clientes. Pela noticia da SEFAZ-Pará não teremos um período de transição, logo vamos nos preparar para a correria, pois dia 2 é uma segunda-feira. Detalhe importante não será necessário realizar nenhuma mudança na configuração do componente ou do Monitor, apenas atualizar.
  36. 11 points
    Uma maneira rápida de corrigir as URLs de sua aplicação que usa o ACBr, sem necessariamente instalar um novo programa, é atualizar o arquivo de Endereços dos WebServices, diretamente na máquina local Baixe o arquivo ACBrNFeServicos.ini, clicando na URL http://svn.code.sf.net/p/acbr/code/trunk2/Fontes/ACBrDFe/ACBrNFe/ACBrNFeServicos.ini (clique no link com o botão direito do Mouse, e Salvar Como..) Salve o arquivo ACBrNFeServicos.ini exatamente na mesma pasta do seu .EXE Feito isso, o ACBrNFe passará a carregar as URLs de WebServices desse arquivo, ao invés do resource interno do componente Lembre-se de atualizar o arquivo ACBrNFeServicos.ini a cada atualização do sistema
  37. 10 points
    Olá pessoal, venho retribuir aqui todos esses anos de ajuda e desenvolvimento por parte desse magnífico projeto que é o ACBr Eu nasci dentro do ecosistema web com PHP desde meados de 2001, e de lá pra cá venho aprendendo mais a cada dia. Hoje tenho a alegria de disponibilizar o projeto opensource de uma extenção php NATIVA escrita em C++ que permite o uso online do ACBrLib no PHP. Isso abre possibilidades para uso de todos esses recursos do ACBrLib online no php de forma nativa graças a esta grande iniciativa do ACBrLib. Conto com a ajuda do pessoal do ACBr para conferir o projeto e me ajudar a resolver um erro que só acontece em modo server. Mesmo assim, o funcionamento é de 99% como vocês mesmos (se tiverem curiosidade) irão ver no video que fiz a respeito e também no github onde o código está todo dispinível (ainda bem inicial apenas com algumas funções de NFe). Mesmo assim é o start para algo que acredito que (graças ao ACBr e todos os profissionais envolvidos), irá mudar a forma de emitir documentos fiscais online no Brasil! Grande dia! Link para o projeto: https://github.com/billbarsch/acbrlibphp Link para o vídeo que mostra todo o desenvolvimento:
  38. 10 points
    Olá pessoal, Segue abaixo um comunicado da SEFAZ referente a necessidade de se informar o CEST para que a nota não seja rejeitada. Como no comunicado não deixa claro qual é a UF que vai passar a exigir o CEST, entendo que a exigência é a nível nacional. Detalhe importante: Existe a regra N23-10 que é obrigatória e gera a rejeição 806 quando o CEST não é informado, sendo assim é para todas as UF. Se a regra fosse facultativa, ai sim ela poderia valer para algumas UF e para outras não, que não é o caso.
  39. 10 points
  40. 10 points
    Boa tarde a todos, Já esta disponível em nossa biblioteca a Nota Técnica 2019/001 versão 1.20 que trata sobre as alterações nas regras de validação. Essa nova versão é uma complementação da anterior que inclusive o seu resumo se encontra aqui. Resumo da NT:  • Remoção da Regra 1C03-10 (A Regra 1C03-10 exigia que Razão Social do emitente informada na tag emit\xNome fosse exatamente igual ao cadastro da SEFAZ, o que se demonstrou problemático). • Correção na Descrição da Regra de Validação N12-90 (Retirada informação de aplicação somente em casos de operação interna). Se CST de ICMS = (20, 30, 40, 41, 50, 70 ou 90): - Verificar se informado o valor do ICMS desonerado (tag:vICMSDeson) e o Motivo da Desoneração (tag: motDesICMS). • Torna facultativas as regras N18-10 e N18-20 (Os tempos de implementação destas regras variam muito entre as diversas Sefaz autorizadoras, por isto a partir da versão 1.20 desta nota técnica estas regras são de aplicação facultativa). N18-10: Se o campo modBCST = “4” Margem Valor Agregado, obrigatório o preenchimento do campo pMVAST. N18-20: Se o campo modBCST <> “4” Margem Valor Agregado, não deverá ser preenchido o campo pMVAST . • Criado novo Valor para o Campo N18 (A tag modBCST passa a aceitar a opção “6=Valor da Operação”). Datas previstas para entrada em vigor: 26/08/2019 - Ambiente de Homologação; 02/09/2019 - Ambiente de Produção. Alterações no componente: Criado o valor dbisValordaOperacao, para o campo modBCST. Alterações na aplicação do desenvolvedor: Prever o uso do novo valor para os CST 10 e 30. Para quem utiliza o ACBrMonitor, basta atribuir o valor 6 ao campo modBCST para os CST 10 e 30 quando for o caso. Foi publicada uma nova tabela: cBenef x CST atualizada até 19/08/2019, a qual pode ser baixada aqui, além dos novos schemas para atender o novo valor do modBCST. Até o final desta semana estaremos disponibilizando os novos schemas para que semana que vem, vocês possam iniciar os testes em ambiente de homologação.
  41. 9 points
    04/08/2020 Governo lança nota fiscal eletrônica para simplificar coleta de impostos em SC O governador Carlos Moisés participou na manhã desta terça-feira, 04, do ato de lançamento da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), em São José, na Grande Florianópolis. O documento trará mais segurança, agilidade controle e simplificação ao processo de coleta de impostos em Santa Catarina. Em um primeiro momento, 20 redes de lojas participarão do projeto experimental para a implementação da NFC-e. Durante o ato desta terça-feira, o governador adquiriu um produto e houve a emissão da primeira nota eletrônica do estado. Carlos Moisés destacou que a NFC-e era um pedido de sua administração ao setor fazendário do Estado e que a implementação trará mais justiça fiscal, evitando também a sonegação de impostos. “Essa nota vai trazer a possibilidade de a Fazenda trabalhar com tecnologia e inovação. Ao mesmo tempo, vai facilitar a vida de quem empreende. Iniciamos um projeto piloto com 20 empresas, que terão mais facilidade para prestar as suas contas ao Fisco. A NFC-e também trará muitas pessoas à formalidade no futuro, diminuindo custos para a emissão dos cupons”, afirmou o governador durante o evento. Na visão do secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, a mudança levará o Governo a um novo patamar de tecnologia. Ele conta que a Secretaria se transformará em uma plataforma digital de arrecadação de tributos. “A NFC-e faz parte desse processo, que ajuda na formalização da economia. As notas fiscais serão emitidas em um sistema da Secretaria, permitindo um controle mais efetivo. Isso vai levar também a uma redução da possibilidade de sonegação”, destacou o secretário. Futuramente, a Secretaria da Fazenda poderá montar um sistema de emissão de notas fiscais com premiação. Toda NFC-e terá um QR Code, o que poderá incentivar a criação de aplicativos nesse sentido. Fonte: http://www.sef.sc.gov.br/midia/noticia/2736
  42. 9 points
    Bom dia. Conforme publicação no portal da NFe, em 02/06/2020 foi realizada a desativação do web service RecepcaoEvento 1.0 em homologação e no dia 02/07/2020 deverá ocorrer a desativação em produção. Fonte: Portal NFe
  43. 9 points
    Olá pessoal, Foi publicado na data de 04/05/2020 duas Notas Técnicas, uma que se refere a integração do CT-e com a NFF e outra que se refere a integração do MDF-e com a NFF. Para baixar a NT do CT-e clique aqui. Informação importante sobre a NT do CT-e: 04/05/2020 Nota Técnica 2020.001 - NFF Nota técnica contendo as alteração no projeto do CT-e para integrar com o Regime Especial da Nota Fiscal Fácil (NFF). Esta versão não tem desenvolvimento ou alterações que tenham impacto nas empresas emitentes de CT-e. Para baixar a NT do MDF-e clique aqui. Informação importante sobre a NT do MDF-e: 04/05/2020 Nota Técnica 2020.002 NFF Nota técnica contendo as alteração no projeto do MDF-e para integrar com o Regime Especial da Nota Fiscal Fácil (NFF). Esta versão não tem desenvolvimento ou alterações que tenham impacto nas empresas emitentes de MDF-e. Breve resumo sobre as duas NT: O objetivo do Regime Especial Nota Fiscal Fácil (NFF) é tornar o processo de emissão de documentos fiscais eletrônicos, de vendas de mercadorias e prestação de serviços de transportes, mais simples para os contribuintes, deixando a complexidade trazida pela legislação fiscal sob a responsabilidade de um sistema centralizado, disponível no Portal Nacional da NFF, que a partir de sua “inteligência fiscal” possibilita uma emissão fácil e completamente intuitiva do documento. Para atingir este ambicioso objetivo, as Secretarias de Fazenda dos Estados estão disponibilizando um aplicativo de geração da solicitação de emissão de documentos fiscais, denominado Aplicativo Emissor de Documentos Fiscais Eletrônicos (App NFF), cuja principal funcionalidade é coletar as informações necessárias e suficientes para esta finalidade. Para mais informações sobre a NFF, visite o Portal da Nota Fiscal Fácil. Em Documentos você vai encontrar uma apresentação sobre o projeto da NFF (eu recomendo).
  44. 9 points
    Guia ACBrBoleto – Especificidades dos Bancos Afim de tornar a documentação do ACBrBoleto mais completa, criamos um documento relacionando os pontos onde ocorrem particularidades conforme o banco a ser utilizado. Estas informações encontram-se no arquivo Particularidades.html disponível no svn, assim como nos manuais online do ACBrMonitorPlus e da ACBrLib. Att.
  45. 9 points
    Olá Pessoal, Já esta disponível o Portal da Nota Fiscal Fácil, vale a pena acessar e conferir. Para acessar o Portal clique aqui. De forma bem resumida, o Fisco vai disponibilizar um App para os dispositivos móveis que tem como objetivo tornar fácil a emissão de NF-e, NFC-e, CT-e e MDF-e. No portal encontramos uma explicação sobre a NFF, uma apresentação em Power Point e o Ajuste SINIEF 37/19, que institui o regime especial de simplificação do processo de emissão de documentos fiscais eletrônicos. Do lado direito da pagina do portal encontramos os links para baixar o App (mas ele ainda não esta disponível) e também o link para o FAQ. Fica ai a dica.
  46. 9 points
    Em comemoração aos 25 anos de existência do Delphi, fomos convidados pela Embarcadero para a gravação de um depoimento, contando um pouco sobre a nossa experiência com o Delphi Aproveite e atualize o seu Delphi para nova versão, Delphi Rio 10.3.3, com 25% de desconto... Confira a promoçãol
  47. 9 points
    No dia 13/11/2019 a SEFAZ-CE publicou no DOE, o decreto 33.351 o qual determina que estabelecimentos enquadrados no CNAE 4711-3/01, além daqueles que são atacadistas e ainda possuem ECFs em funcionamento, passam a ser obrigados a partir desta data, a identificar o CPF/CNPJ ou Identificação válida para os estrangeiros em todos os documentos fiscais emitidos (ECF, CFe, NFe e NFCe) Abaixo, transcrição do texto do decreto. § 1.º Os estabelecimentos enquadrados na CNAE-Fiscal 4711-3/01 (Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – hipermercados), bem como os contribuintes atacadistas usuários de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), ficam obrigados a indicar no documento fiscal o número da inscrição no CPF ou no CNPJ do comprador ou destinatário ou, tratando-se de estrangeiro, do documento de identificação admitido na legislação civil, em todas as operações em que haja a emissão de cupom fiscal, CF-e, NF-e e NFC-e. Fonte DOE CE: http://imagens.seplag.ce.gov.br/PDF/20191113/do20191113p01.pdf
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    Olá Como sabemos o Projeto ACBr foi implementado mantendo a compatibilidade com o Delphi e Lazarus, porém, os arquivos de Formulário no Delphi (.dfm) não é o mesmo utilizado pelo Lazarus, que possui a extensão (.lfm) e utiliza o formato UTF-8. Por esse motivo, quando realizarmos alterações em Formulários do ACBr utilizando o Delphi(.dfm), devemos compatibiliza-lo também no Formulário do Lazarus(.lfm). A forma mais fácil de realizar esta tarefa é Converter o Arquivo alterado, assim não precisamos realizar as mesmas alterações nos dois arquivos. Segue abaixo o procedimento para Conversão. 1- Exclua o arquivo com a extensão .lfm, que já existe no Projeto. ex: ACBrNFeDANFeRLRetrato.lfm 2- Realize uma Cópia do Arquivo .dfm que foi alterado. ex: ACBrNFeDANFeRLRetrato - Copia.dfm 3- Renomeie o Arquivo copiado com o mesmo nome do original, mas altere a extensão para .lfm ex: ACBrNFeDANFeRLRetrato.lfm 4- Abra o arquivo .lfm utilizando o NotePad++ e selecione a opção Converter para UTF-8 (caso ainda não esteja em UTF-8). Salve as alterações... ex: 5- Abra o Formulário Alterado no Lazarus, mova o posição do formulário apenas para poder Salvar as alterações e Compile o Projeto.. Note que ao salvar o formulário utilizando o Lazarus os caracteres acentuados que estavam codificados agora estarão corretos... Basta então testar a Aplicação... Antes: Depois:
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    Olá pessoal, Se tratando do MDF-e só temos apenas uma SEFAZ-Autorizadora que é a SEFAZ-Virtual do Rio Grande do Sul. A versão mais recente chamada de 3.00a tem como diferencial a tag que contem a string do QR-Code. O ambiente de produção passou a exigir essa tag a partir do dia 15/07/2019, sendo assim não faz mais sentido a propriedade de configuração: GerarInfMDFeSupl que dependendo do seu valor gerava ou não o grupo <infMDFeSulp que contem a tag <qrCodMDFe>. Foi removido a condição para gerar ou não o grupo <infMDFeSupl>, pois agora esse grupo tem que existir no XML e a partir do dia 01/10/2019 não teremos mais a propriedade de configuração. Ao atualizar os fontes a partir do dia 01/10/2019 poderá ocorrer erro de compilação e ou de execução por conta dessa propriedade que não vai mais existir. A solução para esse problema é muito simples: 1. remover dos fontes da sua aplicação todas as linhas que fazem referencia a propriedade GerarInfMDFeSupl. 2. abrir os arquivos DFM que contem o componente ACBrMDFe e remover a linha que contem a propriedade GerarInfMDFeSupl. Feito isso basta compilar a sua aplicação com a opção Build.
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