Painel de líderes
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Trazemos uma excelente notícia para todos que utilizam as soluções da ACBr: Agora é possível controlar o token e a validade do certificado utilizando a solução ACBrBoleto. Essa funcionalidade, disponível para os componentes Delphi/Lazarus, ACBrLibBoleto e ACBrMonitorPlus, oferece mais flexibilidade e controle sobre a autenticação. Essa novidade é opcional e pensada para quem precisa de um controle mais personalizado das configurações de segurança gerenciando seus tokens. Se a sua aplicação ou o seu banco não exigem esse tipo de gerenciamento, não se preocupe! O uso dos componentes continua o mesmo de sempre e nada muda na sua rotina atual. A nova funcionalidade apenas adiciona uma camada extra de controle para quem precisa. Para Desenvolvedores (Delphi/Lazarus) Agora você pode armazenar o token e a validade em variáveis, como exemplo variáveis globais FToken e FValidade, para usá-los quando precisar. Os eventos do componente FACBrBoleto foram aprimorados para facilitar esse controle: FACBrBoleto.OnAntesAutenticar: Evento que ocorre antes de iniciar a autenticação. procedure TfrmDemoBoleto.OnAntesAutenticar(var AToken: String; var AValidadeToken: TDateTime); var LTokenValidade : string; begin // Informe o token e validade AToken := FToken; AValidadeToken := FDataValidadeToken; end; FACBrBoleto.OnDepoisAutenticar: Evento que irá retornar as informações logo após uma autenticação bem-sucedida. procedure TfrmDemoBoleto.OnDepoisAutenticar(const AToken: String; const AValidadeToken: TDateTime); begin FToken := AToken; FDataValidadeToken := AValidadeToken; end; FACBrBoleto.OnPrecisaAutenticar: Quando implementando esse método, a autenticação fica a cargo da aplicação usuária, podendo gerar a regra de negócios que julgar necessária, pois a autenticação agora passa a ser manual, implementada nesse método. procedure TfrmDemoBoleto.OnPrecisaAutenticar(var AToken: String; var AValidadeToken: TDateTime); begin FACBrBoleto.GerarTokenAutenticacao(FToken, FDataValidadeToken); AToken := FToken; AValidadeToken := FDataValidadeToken; end; AutenticaçãoManual: Método responsável para realizar a autenticação e devolver o Token e Validade, não realiza nenhum outro processo. Os exemplos que acompanham o Delphi/Lazarus já contam com esses métodos implementados, facilitando a sua adaptação. Para Quem Usa ACBrLibBoleto A biblioteca agora oferece métodos dedicados para o gerenciamento de tokens: Boleto_InformarToken(SeuToken, SuaValidade): Use este método para informar um token e sua validade já existentes. Boleto_GerarToken(Resposta, Buffer): Se precisar de um novo token, este método irá gerar e retornar um novo token junto com a sua validade. Para Quem Usa ACBrMonitor O ACBrMonitor também ganhou novos comandos para o controle de token: Boleto.InformarToken(SeuToken, SuaValidade): Perfeito para reutilizar um token já obtido. Boleto.GerarToken(): Use este comando para gerar um novo token e sua validade, que serão retornados na resposta. Essa nova funcionalidade garante mais agilidade e otimização em suas operações com boletos. Fiquem ligados para mais atualizações!1 ponto
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Desculpe o transtorno, nao tinha entendi o o tópico anterior. Sim, a configuração deu certo. Obrigadi1 ponto
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Obrigado por reportar. Fechando. Para novas dúvidas, criar um novo tópico.1 ponto
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Olá pessoal! Foram enviados ao SVN ajustes que adicionam uma nova funcionalidade ao componente ACBrNFe: a leitura e geração de arquivos JSON a partir dos dados de uma NFe, bem como a leitura de arquivos JSON contendo os dados de eventos. O JSON (JavaScript Object Notation) é um formato leve de troca de dados, bastante utilizado em APIs modernas pela sua simplicidade de leitura e facilidade de integração com diferentes linguagens e plataformas. A adição dessa funcionalidade no componente traz diversas vantagens, como maior flexibilidade para importar e exportar informações fiscais em um formato amplamente aceito, integração facilitada com sistemas externos (web, mobile ou nuvem) e apoio em testes e automações sem a necessidade de manipular apenas XML Essa nova funcionalidade está disponível por meio dos seguintes métodos: ACBrNFe.NotasFiscais.LoadFromJSON: Procedure que recebe como parâmetro um arquivo JSON contendo os dados que compõem a NFe/NFCe, ou o caminho para esse arquivo. ACBrNFe.NotasFiscais.GerarJSON: Function que retorna uma string em formato JSON com os dados de uma NFe/NFCe. ACBrNFe.EventoNFe.LerFromJSON: Procedure que recebe como parâmetro um arquivo JSON contendo os dados que compõem o evento, ou o caminho para esse arquivo. Visando trazer maior familiaridade para os desenvolvedores que utilizarem essas rotinas, os arquivos JSON gerados e lidos por elas foram construídos seguindo a mesma nomenclatura e estrutura do leiaute oficial da NFe e dos eventos. Dessa forma, quem já está habituado a trabalhar com os XMLs da NFe perceberá que a adaptação para o JSON é simples e direta. Tomemos este XML de uma NFCe gerado com dados fictícios, por exemplo: <NFe xmlns="http://www.portalfiscal.inf.br/nfe"> <infNFe Id="NFe35240892390477000149650010000000011919433382" versao="4"> <ide> <cUF>35</cUF> <cNF>91943338</cNF> <natOp>VENDA</natOp> <indPag>0</indPag> <mod>65</mod> <serie>1</serie> <nNF>1</nNF> <dhEmi>2024-08-14T16:54:00.000Z</dhEmi> <tpNF>1</tpNF> <idDest>1</idDest> <cMunFG>3505203</cMunFG> <tpImp>4</tpImp> <tpEmis>1</tpEmis> <cDV>2</cDV> <tpAmb>2</tpAmb> <finNFe>1</finNFe> <indFinal>1</indFinal> <indPres>1</indPres> <procEmi>0</procEmi> <verProc>ACBr-Monitor</verProc> </ide> <emit> <CNPJ>92390477000149</CNPJ> <xNome>RAZAO SOCIAL</xNome> <xFant>FANTASIA</xFant> <IE>449301071500</IE> <CRT>3</CRT> <enderEmit> <xLgr>LOGRADOURO</xLgr> <nro>1</nro> <xCpl>COMPLEMENTO</xCpl> <xBairro>BAIRRO</xBairro> <cMun>3505203</cMun> <xMun>BARIRI</xMun> <UF>SP</UF> <CEP>12345678</CEP> <cPais>1058</cPais> <xPais>BRASIL</xPais> <fone>11111111</fone> </enderEmit> </emit> <det nItem="1"> <prod> <cProd>123456</cProd> <cEAN>7896523206646</cEAN> <cBarra>ABC123456</cBarra> <xProd>NOTA FISCAL EMITIDA EM AMBIENTE DE HOMOLOGACAO - SEM VALOR FISCAL</xProd> <NCM>94051010</NCM> <CEST>1111111</CEST> <CFOP>5101</CFOP> <uCom>UN</uCom> <qCom>1</qCom> <vUnCom>100</vUnCom> <vProd>100</vProd> <cEANTrib>7896523206646</cEANTrib> <cBarraTrib>ABC123456</cBarraTrib> <uTrib>UN</uTrib> <qTrib>1</qTrib> <vUnTrib>100</vUnTrib> <vFrete>0</vFrete> <vSeg>0</vSeg> <vDesc>0</vDesc> <vOutro>0</vOutro> <indTot>1</indTot> </prod> <imposto> <vTotTrib>0</vTotTrib> <ICMS> <ICMS00> <orig>0</orig> <CST>00</CST> <modBC>3</modBC> <vBC>100</vBC> <pICMS>18</pICMS> <vICMS>1800</vICMS> </ICMS00> </ICMS> <IPI> <IPITrib> <CST>00</CST> <vBC>0</vBC> <pIPI>0</pIPI> <vIPI>0</vIPI> </IPITrib> </IPI> <PIS> <PISOutr> <CST>99</CST> </PISOutr> </PIS> <COFINS> <COFINSOutr> <CST>99</CST> </COFINSOutr> </COFINS> </imposto> </det> <total> <ICMSTot> <vBC>100</vBC> <vICMS>1800</vICMS> <vProd>100</vProd> <vNF>100</vNF> <vTotTrib>0</vTotTrib> </ICMSTot> </total> <transp> <modFrete>9</modFrete> </transp> <pag> <detPag> <tPag>01</tPag> <vPag>100</vPag> </detPag> </pag> <infAdic> <obsCont> <xCampo>ObsCont</xCampo> <xTexto>Texto</xTexto> </obsCont> <obsFisco> <xCampo>ObsFisco</xCampo> <xTexto>Texto</xTexto> </obsFisco> </infAdic> </infNFe> <infNFeSupl> <qrCode>https://www.homologacao.nfce.fazenda.sp.gov.br/qrcode?p=|2|2|1|EA3AA74775103726161ECA855F5C17EDC996517A</qrCode> <urlChave>https://www.homologacao.nfce.fazenda.sp.gov.br/consulta</urlChave> </infNFeSupl> </NFe> Seu JSON equivalente seria: { "NFe": { "infNFe": { "Id": "NFe35240892390477000149650010000000011919433382", "versao": "4", "ide": { "cUF": 35, "cNF": 91943338, "natOp": "VENDA", "mod": 65, "serie": 1, "nNF": 1, "dhEmi": "2024-08-14T16:54:00.000Z", "tpNF": "1", "idDest": "1", "cMunFG": 3505203, "tpImp": "4", "tpEmis": "1", "cDV": 2, "tpAmb": "2", "finNFe": "1", "indFinal": "1", "indPres": "1", "procEmi": "0", "verProc": "ACBr-Monitor" }, "emit": { "CNPJ": "92390477000149", "xNome": "RAZAO SOCIAL", "xFant": "FANTASIA", "IE": "449301071500", "CRT": "3", "enderEmit": { "xLgr": "LOGRADOURO", "nro": "1", "xCpl": "COMPLEMENTO", "xBairro": "BAIRRO", "cMun": 3505203, "xMun": "BARIRI", "UF": "SP", "CEP": 12345678, "cPais": 1058, "xPais": "BRASIL", "fone": "11111111" } }, "det": [ { "nItem": 1, "prod": { "cProd": "123456", "cEAN": "7896523206646", "cBarra": "ABC123456", "xProd": "NOTA FISCAL EMITIDA EM AMBIENTE DE HOMOLOGACAO - SEM VALOR FISCAL", "NCM": "94051010", "CEST": "1111111", "CFOP": "5101", "uCom": "UN", "qCom": 1, "vUnCom": 100, "vProd": 100, "cEANTrib": "7896523206646", "cBarraTrib": "ABC123456", "uTrib": "UN", "qTrib": 1, "vUnTrib": 100, "indTot": "1" }, "imposto": { "vTotTrib": 0, "ICMS": { "ICMS00": { "orig": "0", "CST": "00", "modBC": "3", "vBC": 100, "pICMS": 18, "vICMS": 1800 } }, "IPI": { "IPITrib": { "CST": "00", "vBC": 0, "pIPI": 0, "vIPI": 0 } }, "PIS": { "PISOutr": { "CST": "99" } }, "COFINS": { "COFINSOutr": { "CST": "99" } } } } ], "total": { "ICMSTot": { "vBC": 100, "vICMS": 1800, "vProd": 100, "vNF": 100, "vTotTrib": 0 } }, "transp": { "modFrete": "9" }, "pag": { "detPag": [ { "tPag": "01", "vPag": 100 } ] }, "infAdic": { "obsCont": [ { "xCampo": "ObsCont", "xTexto": "Texto" } ], "obsFisco": [ { "xCampo": "ObsFisco", "xTexto": "Texto" } ] } }, "infNFeSupl": { "qrCode": "https://www.homologacao.nfce.fazenda.sp.gov.br/qrcode?p=|2|2|1|EA3AA74775103726161ECA855F5C17EDC996517A", "urlChave": "https://www.homologacao.nfce.fazenda.sp.gov.br/consulta" } } } Observem que os nomes das chaves correspondem exatamente ao nome das tags e os níveis das tags foram representados de maneira semelhante no JSON. É a mesma coisa para os eventos, vejam um exemplo de JSON de um evento de cancelamento: { "envEvento": { "idLote": "123456789012345", "evento": [ { "versao": "1.00", "infEvento": { "cOrgao": "35", "tpAmb": "2", "CNPJ": "11111111000111", "chNFe": "35240111111111000111550010000001231000001234", "dhEvento": "2024-07-29T10:00:00-03:00", "tpEvento": "110111", "nSeqEvento": "1", "versaoEvento": "1.00", "detEvento": { "versao": "1.00", "descEvento": "Cancelamento", "nProt": "135240000000123", "xJust": "A operacao foi cancelada por motivos comerciais." } } } ] } } Se compararmos, essa estrutura é semelhante ao leiaute apresentado no MOC e ao XML de envio gerado. Vale reforçar que, apesar da nova funcionalidade, o XML é o documento fiscal eletrônico oficial e deve ser armazenado para fins fiscais. Contamos com a colaboração de todos para testar as rotinas e reportar quaisquer problemas encontrados. Sua participação é essencial para aprimorarmos as soluções para toda a comunidade. Até a próxima pessoal.1 ponto
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O que é a Reforma Tributária? A reforma tributária é um processo de reformulação do sistema tributário brasileiro, tendo como objetivo final a sua simplificação. Em discussão desde 2023, com seu marco fundamental sendo a Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, e sua consolidação na Lei Complementar nº 214, de 16 de janeiro de 2025, o processo, que afeta todo o Brasil foi amplamente discutido e avaliado por diversos comitês gestores. Dada a complexidade e a extensão do atual sistema tributário, ainda existem alguns fatores que estão sendo avaliados e estudados. No entanto, com a publicação da Lei Complementar, é inegável que a Reforma Tributária já é uma realidade e preparar seu o software é uma obrigação, não uma opção. Alguns conceitos essenciais. Com a quantidade de informações envolvidas, não é de se estranhar que alguns conceitos possam causar confusão. No entanto, o correto entendimento deles é importante para acompanhar as novidades e se adequar às mudanças propostas: LC nº 214/2025: é a lei que consolida a Reforma Tributária como um todo. Todas as informações, análises de comitê gestor, notas técnicas e demais documentos produzidos têm como base o objetivo de atender o que é proposto nela. Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS): é um tributo de competência estadual, existente no regime tributário atual, utilizado para acobertar operações de circulação de mercadorias, prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, e de comunicação. Sua extinção está prevista para o fim da Reforma Tributária. Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS): é um tributo de competência municipal, existente no regime tributário atual, utilizado para acobertar prestações de serviços em geral. Sua extinção está prevista para o fim da Reforma Tributária. Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): é um novo tributo proposto pela Reforma Tributária, a ser adotado gradativamente na emissão dos documentos fiscais eletrônicos, de competência municipal e estadual, com o objetivo final de substituir o ICMS e o ISS. PIS: é um tributo de competência federal, existente no regime tributário atual, que incide sobre diversas operações e cuja finalidade é contribuir com a seguridade social. Sua extinção está prevista para o fim da Reforma Tributária. COFINS: é um tributo de competência federal, existente no regime tributário atual, que incide sobre diversas operações e cuja finalidade é contribuir com a seguridade social. Sua extinção está prevista para o fim da Reforma Tributária. Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS): é um novo tributo proposto pela Reforma Tributária, a ser adotado gradativamente na emissão dos documentos fiscais eletrônicos, de competência federal, com o objetivo final de substituir o PIS e a Cofins. Imposto Seletivo (IS): é um novo tributo proposto pela Reforma Tributária. Conhecido pela alcunha de "imposto do pecado", sua aplicação será voltada a mercadorias e serviços considerados danosos ou prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Split Payment (Recolhimento na Liquidação Financeira): é uma solução estrutural proposta pela Reforma Tributária, com o objetivo de automatizar o recolhimento dos tributos no momento da liquidação financeira de uma operação, facilitando a vida do contribuinte e reduzindo a inadimplência. Nota de Débito e Nota de Crédito: são duas novas finalidades de emissão adicionadas à Nota Fiscal Eletrônica modelo 55, destinadas a serem utilizadas para ajustes de lançamentos do IBS e da CBS. Qual é o cronograma da Reforma Tributária? Alterar um sistema tributário deve ser uma operação muito bem pensada e analisada. Por isso, a Reforma Tributária é um processo longo, com início das mudanças em 2026 e término previsto para 2033. 2026 Ano de Testes 2027-2028 Início da Cobrança e Alíquotas Iniciais 2029-2032 Transição Progressiva e Conclusão 2033 Reforma Tributária em Pleno funcionamento Alíquota de testes para o IBS e para o CBS. Soma das alíquotas não pode passar de 1%. Sem IS. Sem cobrança efetiva dos impostos desde que as obrigações acessórias estejam em ordem. Início da cobrança efetiva do CBS com alíquota fixada pela LC. Extinção do PIS e do COFINS. Alíquota de IBS estadual e municipal em 0,05%. Começo do IS. Zera a alíquota de IPI. Transição do ICMS e do ISS para o IBS. Redução gradativa das alíquotas de ICMS e ISS até zerar. IBS, CBS e IS em pleno funcionamento. Fim do ICMS, ISS, PIS e COFINS. Conforme mencionado anteriormente, a Reforma Tributária é um projeto com legislação já aprovada tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado, e com regramentos complementares sendo discutidos e publicados por diversos entes fiscais e regulatórios. Trata-se de uma iniciativa robusta, com um grande número de profissionais e instituições trabalhando para que ela seja implementada da forma correta. Por isso, a possibilidade de adiamento ou retrocesso torna-se cada vez mais remota — e, portanto, não é prudente apostar em prorrogações ou revisões drásticas. Qual é a vantagem da Reforma Tributária? Ao final da reforma, haverá a simplificação do sistema tributário, com a redução da quantidade de impostos. Outro ponto importante é a mudança de paradigma trazida pela reforma: os novos tributos propõem o cálculo “por fora”, diferentemente do que é feito atualmente. Isso trará total transparência para a sociedade e para o contribuinte. Como isso vai impactar meu cliente? Seu cliente precisará enviar as informações dos novos tributos nos respectivos documentos fiscais eletrônicos, em paralelo aos impostos já existentes, durante o período de transição. Caso contrário, ele não conseguirá emitir seus documentos fiscais. Concluído o processo de adequação à reforma, seu cliente passará a enviar apenas os novos tributos. A adequação não é uma opção — é uma obrigatoriedade. Como eu devo adequar meu software? Apesar de a LC nº 214/2025 consolidar a Reforma Tributária como um todo, seu conteúdo precisa ser "traduzido" tecnicamente em orientações sobre modificações nos documentos fiscais eletrônicos, de modo a atender ao que é estabelecido na lei. O instrumento utilizado para isso é a publicação de Notas Técnicas: Nota Técnica 2025/002 - NFe-/NFC-e - Reforma Tributária do Consumo. Nota Técnica 2025/001 - CT-e/GTVe/CTeOS - Reforma Tributária do Consumo. Nota Técnica 2025/001 - NF3e - Reforma Tributária do Consumo. Nota Técnica 2025/001 - NFCom - Reforma Tributária do Consumo. Nota Técnica 2025/001 - BP-e - Reforma Tributária do Consumo. Portanto, você deve seguir o que é estabelecido nessas notas técnicas para adequar seu software. O ACBr está de acordo com as alterações propostas por essas notas técnicas? Sim, os respectivos componentes já foram adequados às alterações propostas pelas Notas Técnicas mencionadas acima. Basta atualizar seus fontes e reinstalar o ACBr com a opção “Usar ACBrXMLDocument” selecionada no instalador, para que seja possível realizar os testes. A mesma lógica se aplica para quem utiliza o ACBrMonitorPLUS e a ACBrLib. Como conferir o que mudou no ACBr? Se você utiliza os componentes nativos para Delphi/Lazarus, ao abrir o programa exemplo, foi adicionada uma nova opção de configuração para que sejam alimentadas as propriedades relacionadas a Reforma Tributária. Basta pesquisar nos fontes do programa exemplo respectivo por "Reforma Tributária" para encontrar os trechos que trazem exemplo de preenchimento. O mesmo vale para a ACBrLib e para o ACBrMonitor, com exemplos específicos para Reforma na documentação de ambos. Como identificar se um XML possui os dados da Reforma Tributária? Pode haver pequenas variações ou particularidades de acordo com o tipo de documento fiscal eletrônico, mas a presença do elemento <IBSCBS> pode ser considerada um indicativo de que o XML contém campos relacionados à Reforma Tributária. Veja a seguir um exemplo da estrutura do elemento <IBSCBS> em um XML de uma NF-e: <IBSCBS> <CST>000</CST> <cClassTrib>000001</cClassTrib> <gIBSCBS> ... </gIBSCBS> <gCredPresIBSZFM> ... </gCredPresIBSZFM> </IBSCBS> Já li, agora quero escutar quem entende. Considerando a complexidade e a relevância da Reforma Tributária, foram realizadas edições do Papo PRO ACBr dedicadas a discutir o tema, trazendo especialistas e perspectivas práticas para ajudar na compreensão e preparação para as mudanças. A lista abaixo apresenta as edições já publicadas, em ordem da mais antiga para a mais recente: A Reforma Tributária está chegando... Descubra como ela impactará seu Software! Arquitetura Fiscal: Reforma Tributária para Software Houses A Reforma Tributária e a Tecnologia, como está o preparo da sua SH? Reforma Tributária Comece já a adequação de seu software! Adeus a Velha NFe? Prepare o seu ACBr! Adeus a Velha NFe? Prepare o seu ACBr! - Parte 2 Reforma Tributária não é só a NFe! Entenda todos os documentos alterados pela Reforma Tributária! Links importantes Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023 Lei Complementar nº 214, de 16 de janeiro de 2025 Projeto Conformidade Fácil: o validador das Notas Técnicas da Reforma Tributária do Consumo. Implantação das Notas Técnicas Reforma Tributária na SVRS1 ponto
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Olá Pessoal, Muitos de vocês estão ansiosos e apreensivos com essa mudança que vai ocorrer. Os componentes do ACBr vão ser afetados com essa reforma? Sim, mas fiquem tranquilos que já estamos trabalhando nas modificações. Como que fica a minha aplicação, também vai ser afetada? Sim, e te aconselho conversar com os contadores dos seus clientes para saber o que vai ser necessário calcular e como calcular. Como esta os trabalhos e quais são os componentes que vão ser afetados? Dividimos o trabalho em 5 etapas e os componentes afetados são: ACBrBPe (Bilhete de Passagem Eletrônico/Bilhete de Passagem Eletrônico Metropolitano); ACBrCTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico/Conhecimento de Transporte Simplificado Eletrônico/Conhecimento de Transporte Outros Serviços); ACBrNF3e (Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica); ACBrNFCom (Nota Fiscal de Comunicação Eletrônica); ACBrNFe (Nota Fiscal Eletrônica/Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica) e ACBrNFSeX (Nota Fiscal de Serviço Eletrônica). Etapas definidas para a implementação da Reforma Tributária nos componentes: 1. Alteração nas classes para criar os grupos e seus respectivos campos; 2. Alteração na unit responsável pela escrita do XML; 3. Alteração na unit responsável pela leitura do XML; 4. Alteração nas funções de escrita e leitura do arquivo INI (utilizado pelo ACBrMonitor e ACBLib). 5. Alteração nos programas exemplos Delphi/Lazarus visando mostrar como alimentar o componente referente aos novos campos dos novos grupos. Observações: A primeira etapa já foi concluída para todos os componentes exceto ACBrNFe. No caso do ACBrNFSeX a implementação contempla somente a NFS-e Padrão Nacional (provedor PadraoNacional), não sabemos como vai ficar o layout do XML do RPS dos provedores que tem layout próprio ou utilizam a versão 1 ou 2 do layout da ABRASF. No que se refere a NF-e/NFC-e além das alterações necessárias para contemplar a reforma tributária, vai ser necessário também implementar 12 novos eventos que vamos discriminar em postagem futura. Prazos: Segundo a NT/2024/001 versão 1.10 - Reforma Tributária - IBS e CBS (BPe, CTe, NF3e e NFCom) e a NT/2024/002 versão 1.10 - Reforma Tributária - IBS e CBS (NFe e NFCe) traz as seguintes datas: Ambiente de Homologação: 01/09/2025 Ambiente de Produção: 31/10/2025 Já a Nota Técnica 001 - SE-CGNFSe - Novo Layout - RTC (NFSe) temos a data de janeiro/2026 como sendo o inicio do novo layout, infelizmente não informa se é ambiente de homologação ou produção. Assim que finalizarmos a primeira etapa no componente ACBrNFe, avisaremos neste tópico o inicio da segunda etapa.1 ponto
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Olá Pessoal, Vamos atualizar esse tópico. Já foi finalizado os ajustes nos componentes: ACBrBPe, ACBrCTe, ACBrNF3e, ACBrNFCom e ACBrNFe. Os fontes alterados bem como os Schemas e os programas exemplos dos 5 componentes mencionados acima já estão no SVN. Quero lembrar que ainda não é possível enviar o XML contendo os novos campos para a SEFAZ, uma vez que esta ainda não liberou o ambiente de homologação que esta previsto para 01/07/2025. Estamos trabalhando já no componente ACBrNFSeX, mas como dito anteriormente até a postagem desse tópico não foi publicado os Schemas. No que se refere a NFSe temos duas questões: 1. A NT publicada com as mudanças no layout referente a Reforma Tributária é no layout da NFS-e Padrão Nacional (não confundir com ABRASF). 2. Hoje o componente ACBrNFSeX atende 1848 cidades, algumas delas contrataram provedores que usam a versão 1 do layout da ABRASF, outras contrataram provedores que usam a versão 2 do layout da ABRASF e outras contrataram provedores que tem layout próprio. Não sabemos qual a atitude dos provedores que utilizam a versão 1 ou 2 do layout da ABRASF bem como os que tem o seu próprio layout no que se refere a Reforma Tributária. Eles vão alterar o layout que usam para adequar a Reforma ou vão abandonar o layout em uso e vão passar a usar o layout da NFS-e Padrão Nacional? Não temos a resposta para essa pergunta. Até a próxima pessoal.1 ponto
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Pessoal, deixo minha contribuição. Meus testes, passa na Homologação. SP CST 102 | CFOP 5405 Segue parte do XMLCST102 Homologado.txt Caso deixei passar algo, por favor, me avise. Obrigado.0 pontos
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Olá Pessoal, Essa é uma boa pergunta. E a resposta é muito simples esta pronto e não esta pronto. Como assim? Até o momento temos a NT 2025/004 que traz as alterações no layout da NFS-e Padrão Nacional para a Reforma Tributária, mas não temos Manuais dos provedores que seguem a versão 1 do layout da ABRASF nem dos que seguem a versão 2 e nem dos provedores que tem layout próprio. O que temos pronto no ACBrNFSeX? Implementação dos novos grupos e campos visando a Reforma Tributária para o Padrão Nacional. Sendo assim através do programa exemplo é possível gerar o XML do DPS (Declaração de Prestação de Serviço), mas ao fazer isso vai ocorrer erro de validação. O motivo do erro é que os Schemas que temos não contempla os novos grupos e campos da Reforma Tributária. E o ambiente de homologação que a Receita Federal chama de Produção Restrita não foi alterado para aceitar os novos grupos e campos. Resumindo. Já esta no SVN as alterações no componente ACBrNFSeX para gerar o XML do DPS (Padrão Nacional) com os novos campos. Não vai ser possível validar e nem enviar para o ambiente de homologação. Assim que tivermos mais noticias sobre a Reforma Tributária na NFS-e, vamos divulgar.0 pontos
