Painel de líderes
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Atenção: Há atualizações das informações desta homologação nas respostas deste tópico. Revisão: 1 --- Através dos exemplos do ACBr efetivamos testes utilizando as impressoras térmicas não fiscais Elgin i9 e Elgin i7, e com bases nos resultados obtidos irei detalhar todo procedimento realizado. Todos os procedimentos de testes tomaram como foco a impressora Elgin i9, onde que a i7 foi utilizada para fins comparativos entre ambos modelos. *OBS: Manuais, Drivers, aplicativos e outros utilitários da impressora devem ser baixados através no site do fabricante acessando o link: http://www.elgin.com.br/institucional/produto.php?prod=NjEy&sessao=auto (imagem 1) Sobre a instalação: Os testes foram realizados utilizando o sistema operacional Windows 8.1 Pro com interface 64bits, onde este após a conexão como o cabo USB da impressora já ligada e com bobina, instalou seus drivers deixando a impressora pronta para o uso. De acordo com o fabricante, a impressora é disponibilizada com a interface de comunicação USB habilitada. É possível alterar a interface de comunicação para “Porta Serial Virtual”, seguindo os passos no aplicativo Utility: (Ver imagem 2) Selecionar a impressora na “Lista de Impressoras”; Ir em "Configurações Avançadas..."; Ir em "Configurações Porta USB"; Selecionar agora qual interface será utilizada e clicar em "Configurações". (imagem 2) Após isso foi necessário reiniciar a impressora, para assim instalar o driver de acordo com a comunicação selecionada. Concluída a instalação, podemos verificar o driver da impressora no gerenciador de dispositivos do Windows. A emulação da porta serial virtual trabalha com uma baud rate em 115200. Com o objetivo de outras interfaces de comunicação (USB, COM, LPT ou TCP/IP), é necessário instalar o driver disponibilizado no site do fabricante. Para utilização com o SAT Teste, é necessário que a impressora esteja instalada no Windows. Para utilização da impressora no PosPrinterTestes, é necessário que esta esteja com sua porta Virtual Serial emulada, ou caso sua comunicação seja por USB ou TCP/IP, a mesma precisa ser instalada e compartilhada no Windows. A comunicação TCP/IP também pode ser realizada através da porta TCP:IP:Porta. Nos testes utilizando o cabo Ethernet, foi necessário utilizar a versão 1.0.5.2 do driver (esta versão foi adquirida através do contato com o suporte técnico Elgin). Antes da instalação, é necessário fixar a configuração de rede na impressora, tal procedimento pode ser feito em duas maneiras distintas, sendo estas: A primeira forma de configurar a rede é através de um navegador de internet, seguindo os passos: (Ver imagem 3) O IP de fábrica da impressora utilizada é o 192.168.0.31, portanto, acessar o painel de configurações informando este IP em um navegador de internet; Em "Configuration" > "TCP/IP" colocar o IP e o Gateway na mesma faixa da rede interna utilizada; Após isso clicar em "Submit" e depois em "Reset". (imagem 3) Outra forma de configurar a rede é através do aplicativo Utility, indo em: (Ver imagem 4) Configurações Avançadas; Configurações Ethernet; Informar os dados necessários conforme sua rede interna e clicar em Escrever. (imagem 4) A instalação foi realizada seguindo os seguintes passos: (Ver imagem 5) Executar o driver; Selecionar o "Nome do Driver"; Clicar em "Criar porta ..."; Informar o IP fixado na impressora eclicar em "ESTÁ BEM"; (imagem 5) A instalação do modelo i7, que utiliza apenas comunicação via USB ou Serial Virtual, foi semelhante à instalação do modelo i9, utilizando assim o mesmo driver. Para a configuração do logotipo na impressora, seguir os passos: Utilizando o aplicativo Utility, selecionar a impressora na Lista de Impressoras e clicar em “Gerenciar Imagens”; Clicar em “Download”. (Ver imagem 6) (imagem 6) Clicar em “Adicionar” e localizar a imagem que será utilizada; Clicar em “Modo download de G”. (Ver imagem 7) (imagem 7) Após a confirmação do download, a imagem será exibida em “Lista de imagens”, sendo os dois números exibidos o KeyCode1 e KeyCode2. (Ver imagem ? (imagem ? Sobre a utilização: ACBrPosPrinter Os resultados informados abaixo foram adquiridos, em testes, utilizando o componente ACBrPosPrinter e o seu Demo PosPrinterTestes.exe. As configurações utilizadas foram: Modelo: ppEscPosEpson (o protocolo ppEscElgin não deve ser utilizado para esta impressora, pois ele é específico para o modelo Elgin VOX). Porta: Informar a COMxx emulada, ou Compartilhamento do Windows (ex: \\localhost\elgin), ou Para comunicação TCP/IP, informar TCP:IP:Porta. (ex: TCP:192.168.93.31:9100). Ajustar a Baud Rate em 38400 ou 115200. (Padrão de fábrica 115200, porém de acordo com o fabricante, ao utilizar a porta 38400, automaticamente é convertido para 115200, sendo assim funcional com ambas) Colunas: 48. Espaços: A tag 0 deixou o espaçamento entre as linhas adequado, porém foi possível aumentar o mesmo sem verificar problemas, deixando o espaçamento menor e, consequentemente, diminuindo o tamanho da impressão. Linhas a Pular: 2 (ao deixar com 0 a guilhotina foi acionada antes do término da impressão). Pag.Codigo: pc850 (a impressora é compatível com as páginas de códigos pc437, pc850, pc852, pc860, pc1252, dentre outras que podem ser verificadas no manual do usuário). Cod.Barras: Largura - 0, Altura - 0, tag Exibe Numero ativa. Logotipo: KC1 - 48, KC2 - 48 (o keycode do logotipo configurado é o 0 0, assim informar seu valor corresponde de acordo com a tabela ASCII), Fator x - 1 para logotipo reduzido ou 2 para expandido na largura, Fator y é semelhante ao Fator x, porém utilizado regular a altura. Gaveta: Gaveta - 1, On - 50, Off - 200. Resultados apresentados nas Tags de impressão: Tags de Formatação de Caracter: A impressão funcionou corretamente, com exceção da fonte itálico (não encontrado nenhuma especificação informando os tipos de fontes utilizados). (Ver imagem 9) (imagem 9) Tags de Alinhamento: Todos os três alinhamentos (esquerda, centralizado e direita) foram impressos corretamente. (Ver imagem 10) (imagem 10) Teste de Código de Barras: Os códigos EAN 8, EAN 13, CODE 39, CODE 93, CODE 128 e UPC-A foram impressos corretamente, conforme informados no manual, os códigos INT 25 e CODABAR também foram impressos, porém estes não se encontram no manual, os códigos STD 25, CODE 11 e MSI não foram impressos pois não são compatíveis. (Ver imagem 11) (imagem 11) Tags de QRCode: A impressão dos QRCodes funcionou corretamente, ajustando os alinhamentos e tamanhos. A leitura é funcional. (Ver imagem 12) (imagem 12) Tags de Logotipo: O logotipo foi impresso corretamente. (Ver imagem 13) (imagem 13) Tag de Gaveta: A comunicação com a gaveta foi efetuada corretamente. Leitura de Status: Retornos apresentados (utilizando as três formas distintas de configuração de porta): Impressora pronta para o uso, retornou a mensagem: “Nenhum Erro encontrado”. Impressora com tampa aberta, retornou a mensagem: “stOffLine, stTampaAberta”. Impressora com a bobina perto do fim, retornou a mensagem: “stPoucoPapel”. Impressora sem bobina, retornou a mensagem: “stPoucoPapel, stSemPapel, stOffLine”. SAT Teste Os resultados relatados abaixo foram levantados através do componente Fortes Report, utilizando o SATTeste.exe. As configurações de impressão utilizadas foram as seguintes: Largura: 280. Topo: 5. Fundo: 400. Esquerda: 0. Direita: 2. Resultados apresentados após as impressões: Durante os testes foram impressos extratos e extratos resumidos de cupons fiscais eletrônicos, contendo as seguintes informações descriminadas: Logotipo; Dados do consumidor; 6 itens distintos; Totalizadores; Dados para entrega; Observações do contribuinte; Valor aproximado dos tributos dos itens; Numeração do SAT; Código de barras; QRCode. Todos os campos saíram corretamente seguindo as tags de formatação de caracteres, o logotipo saiu centralizado, as quebras de linha foram acionadas no momento certo como também a guilhotina. As impressões dos extratos de vendas do SAT foram realizadas com uma média de, aproximadamente, 250 milissegundos. Os extratos resumidos de vendas do SAT foram impressos com uma média de, aproximadamente, 220 milissegundos. (imagem 14) Comparativo i9 vs i7: A impressora térmica i7 é um modelo mais simples do modelo i9, com alguns aspectos notáveis de diferença, sendo estes: Em questões físicas, o modelo i7 é menor visando sua largura e altura. O modelo i7 não possui guilhotina, BIPs informativos e nivelamento para o aviso de pouco papel. Sua comunicação é realizada apenas via USB ou Serial Virtual. A impressora i7 imprimiu extratos de vendas com uma velocidade média de, aproximadamente, 250 milissegundos, e os extratos resumidos em, aproximadamente, 230 milissegundos, mostrando que, em questões de velocidade, ambas são semelhantes, porém o modelo i9 é alguns milésimos de segundo mais rápido. Utilizando o PosPrinterTeste todas as tags obtiveram os mesmos resultados com ambas impressoras. Conclusões: A impressora térmica não fiscal Elgin i9 é uma ótima escolha, além de possuir uma boa apresentação física, os seus avisos sonoros auxiliam o usuário a se precaver, evitando transtornos durante a sua utilização. Em ambas impressoras, a troca de bobina é realizada de forma simples, possuindo uma imagem de auxílio. O procedimento de instalação é simples de ser realizado, porém este pode se tornar um pouco complicado quando feito por usuários sem familiaridade no ramo, devido à necessidade em alterar o tipo de comunicação entre Virtual Serial ou USB (dependendo da forma de utilização), e caso a utilização seja feita via TCP/IP, o driver utilizado para instalação direta deve ser solicitado junto ao suporte técnico de automação Elgin, não sendo disponibilizado para download no site (em testes, foi possível realizar a comunicação adicionando a porta TCP/IP diretamente pelo Windows, porém tal procedimento requer um conhecimento básico sobre como manusear as impressoras instaladas). Foi atualizado o Firmware de ambas as impressoras sem encontrar problemas durante o procedimento. No modelo i7, a atualização foi necessária para impressão do QRCode “Exemplo de QRCode para SAT” (imagem 12), o procedimento realizado em ambas impressoras é descrito no anexo Atualização do Firmware no término deste tópico. Ambos os modelo são rápidos e trabalham perfeitamente em ambientes de produção, porém a guilhotina existente na i9 é um diferencial notório, devido a grande agilidade pós impressão em um ambiente de grande movimentação. *Anexo Atualização do Firmware. Modelo i9: Para atualização do firmware foi utilizado o aplicativo Elgin Utility na versão 1.2.2.10, e o arquivo DFU na versão 1.3.24. (Aplicativo e DFU disponíveis para download no site). Os procedimentos executados durante a atualização foram realizados seguindo os passos descritos no arquivo “Procedimento gravação de Fw - i9_Ver 1.2.pdf”, localizado dentro do arquivo compactado “FW – i9_V1.3.24.rar”, que pode ser encontrado no site. Todo procedimento foi realizado sem localizar problemas. Modelo i7: Para atualização do firmware foi utilizado o aplicativo Elgin Utility na versão 1.2.2.10, e o arquivo DFU na versão 1.00.08. (DFU coletado diretamente com o suporte automação Elgin). A atualização procedeu seguindo os passos: Em lista de impressoras, selecionar o modelo que será atualizado (se necessário configurar o mesmo em “Adicionar Impressora”); Após a conexão ser funcional, clicar em “Atualizar FW. (Ver imagem 15) (imagem 15) Clicar em “Selecione Arquivo DFU...” Após abrir o arquivo ELGIN_i7_V1.00.08.dfu clicar em “Update”; Ao confirmar a mensagem é necessário reiniciar a impressora. (Ver imagem 16) (imagem 16) Elgin i9 x Elgin i72 pontos
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Testamos o SAT Nitere NSAT-4200, utilizando o exemplo do ACBr, SATTeste.exe, e o programa de Ativação do Fabricante. Sobre a instalação e ativação do SAT Nitere NSAT-4200: O manual de instalação, driver e o aplicativo de ativação podem ser encontrados em: http://www.nitere.com.br/suporte-downloads-nitere. O site do fabricante é bastante intuitivo, e não tivemos dificuldades em encontrar as bibliotecas e programas do SAT. O SAT foi testado em uma máquina com Windows 8.1, e o próprio Windows identificou um driver genérico (ELMO GMAS), segundo o fabricante não é necessário instalar o driver neste caso, o próprio que foi identificado é suficiente, porém foram testados tanto o driver genérico quanto o driver do próprio fabricante (seguindo o manual disponível no site citado anteriormente). Os dados de código de ativação padrão, encontravam-se em uma folha, junto ao manual, na caixa do equipamento. Dados de Ativação: CNPJ do contribuinte: 10.261.693/0001-20 Código de ativação: 12345678 Associar Assinatura: CNPJ do contribuinte: 10.261.693/0001-20 CNPJ da software house: 16.716.114/0001-72 Assinatura do AC: SGR-SAT SISTEMA DE GESTAO E RETAGUARDA DO SAT Para realizar a ativação do SAT é muito simples, basta seguir os seguintes passos: Instalar drivers-dll-nsat-4200-ev9sm.exe disponível no site. Após instalado, será criado uma pasta com o nome: sygmansat na unidade C. Abrir o sygma_nsat.exe que encontra-se nesta pasta. Em Configurar Rede SAT (Passo 01), deverá ser preenchido com os dados corretos e clicar em Enviar. A interface de rede já será configurada neste passo. Nota: As configurações de Proxy deverá ser configurada no caso dessa configuração existir na rede local. Após o envio dos dados do passo 01, clicar em Ativar SAT (Passo 02), preencher corretamente os dados e clicar em Enviar. Pronto seu SAT está ativado. Agora é necessário associar a assinatura, em Associar Assinatura SAT, preencher corretamente os dados de clicar em Enviar. Após a configuração, os leds que deverão ficar acessos são: Equipamento energizado, Equipamento operando e/ou em comunicação com o AC e Parametrização Instalada. O processo de ativação, também pode ser realizado pelo SATTeste.exe. Basta seguir os seguintes passos para ativar o SAT: O ACBrSAT deverá estar configurado da seguinte maneira: Em inicialização, deverá estar na opção: satDinamico_stdcall; Página de código: UTF8 ou 65001; Versão: 0,07; Formatar XML deverá estar desmarcado. (veja tópico: “Sobre a Utilização”, abaixo) Remover Acentos deverá estar marcado. (veja tópico: “Sobre a Utilização”, abaixo) Configurar na aba Dados do SAT CFe, no nosso caso, os dados necessários encontravam-se em uma folha junto ao manual Configurar no campo “Nome DLL” o caminho para a dllsat.dll (veja nota 1). Clicar em Inicializar. Ir no menu Ativação, e clicar em Ativar SAT. Para associar assinatura: Clicar em Ativação > Associar Assinatura É possível também configurar a Interface de Rede pelo SATTeste. Para o tipo de interface ETHERNET: Escolher a opção ETHE, dentro da aba Rede > Tipo Rede. Escolher conforme as configurações de sua rede entre DHCP/PPPoE/IPIFIX Em Configuração de Proxy, configurar caso haja proxy em sua rede. Nota 1: A DLL encontra-se na pasta sygmansat conforme instalação. Sobre o equipamento SAT NSAT-4200: O equipamento funciona bem e suas configurações são simples. Sua apresentação física é boa, e seu gabinete é de material plástico ABS. Seus Leds podem confundir um pouco o usuário, pois não há descrição de cada led, e é necessário consultar o manual para compreender os símbolos, principalmente quando a luz do equipamento comunicando com o fisco estiver acessa, dando a impressão de que o estado de rede local está acessa também. O equipamento é alimentado pela porta USB, o cabo usado é o USB-B (o mesmo utilizado pela maioria das Impressoras), possui também duas portas para Rede, para permitir a redistribuição do cabo a outro equipamento. NSAT-4200 Versão Sw.Básico 02.00.03 Layout XML Entrada 00.07 Fonte Externa Não Portas de Eth 2 Chave Liga/Desliga Não Wi-Fi Não Tipo Cabo USB USB-B Tipo Gabinete Plástico ABS Fixação Gabinete Não Trava Antifurto Sim Sinalização Leds Bom Software de Ativação Bom Suporte a Windows 32/64 Suporte a Linux* 32/64 * Foi necessário entrar em contato com o fabricante, e o mesmo disponibilizou a Lib utilizada no sistema operacional Linux. Sobre a utilização do SAT NSAT-4200: Para a utilização do SAT, no primeiro momento, deixamos com o driver genérico. Neste cenário, apontamos para a DLL da pasta de instalação do próprio programa da Nitere, não houve erros. Notamos que o SAT não aceita XMLs com espaços, e portanto quando a opção “Formatar XML” estiver ligada, ao realizar uma venda, ocorreu o erro: “Resposta:949632|06010|1999|Erro nao identificado||”, porém desmarcando essa opção, funcionou corretamente. Detectamos um problema em relação a Tag “Dest.xNome”. No XML gerado pelo SATTeste.exe, é definido campo “Dest.xNome” com a seguinte descrição. Dest.xNome := 'D.J. SYSTEM ÁÉÍÓÚáéíóúÇç teste de nome Longo muito LONGO'; O Objetivo é testar como o SAT se comporta com caracteres acentuados, e com uma Descrição com o limite próximo do máximo permitido pelo campo xNome (60 caracteres). O SAT da Nitere está recusando o XML, com o erro: “Resposta:418632|06010|1999|Erro nao identificado||”. Observamos que se a opção “Remover Acentos”, estiver marcada, o XML é enviado com sucesso. O problema ocorre, pois caracteres acentuados em UTF8 podem consumir até 2 bytes, e a validação do SAT está erroneamente considerando o número de Bytes e não de caracteres. O problema foi reportado ao Fabricante, que nos informou que já existe uma correção para o mesmo, e que será lançada na próxima atualização do Software Básico. Foram realizadas diversas vendas com o aplicativo SATTeste.exe, e os XMLs com retorno das vendas foram geradas corretamente. Realizado testes de tempo de envio pelo próprio SATTeste, conforme imagem abaixo. O tempo que medimos nesse teste, é computado desde o início da transmissão do XML para o SAT, até a recepção do XML de Venda, gerado como resposta pelo SAT... Ou seja, é uma medição diferente do que a Especificação Técnica do SAT preconiza, onde apenas o tempo de Geração do XML da Venda é considerado. Tempo em Segundos * Venda máxima de quantidade de itens para a venda com o SAT é de 500, acima dessa quantidade o SAT retorna “Erro não identificado”, o tempo calculado neste caso, foi do retorno do erro. As seguintes informações abaixo, nos foram recebidas pela engenharia do Fabricante: Nosso SAT possui alguns diferenciais sobre os demais SATs de mercado que têm sido bastante elogiados em outras avaliações semelhantes à sua, dentre eles podemos citar: – Possui bateria interna que permite o desligamento seguro do SAT, evitando-se a corrupção do sistema. –Tempo de processamento dos cupons inferior à média dos concorrentes, graças ao processador de performance superior, 800Mhz contra 350MHz em média dos demais. – 3 sistemas de watchdog, sendo um deles com hardware independente, que monitoram e garantem o funcionamento do sistema sem travamentos. Cupom gerado pelo SAT XML que foi enviado e o XML de retorno anexo abaixo. XML de Envio: AD20161011150701-625430-env.xml XML de Resposta: AD31161010261693000120599000096000000171043879.xml SAT NSAT-42001 ponto
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Boa tarde...faço todo o processo de cancelamento a NF-e é cancelada normal...gravo XML no banco no Campo chamado XMCancelado e conservo o xml original em outro campo....mais o problema é q tarja de NFe CANCELADA não sai no DANF...uso o Delphi Berlin e Fast Report....1 ponto
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Me Desculpe Juliomar, não descrevi de forma clara o meu problema, tentarei ser mais objetiva. Eu utilizo o ACBRNFSE para emitir as notas de servico NFS-e em uma aplicação desenvolvida em Delphi. Hoje, precisei configurar uma maquina com Windows XP para a emissão de NFS-e e obtive o problema: A connection with the server could not be established - URL:https://homologacao.ginfes.com.br/ServiceGinfesImpl - SOAPAction:"" Nesta mesma maquina Windows XP, é emitido notas fiscais NF-E normalmente, ele encontra o certificado e valida o xml, ou seja, o certificado nao esá com problema. Entretanto, quando tento enviar o xml do RPS para o Ginfes, parece que o mesmo não aceita o certificado que esta configurado. Instalando o mesmo certificado e executando o mesmo programa em maquina Windows 7, o problema não ocorre. Comentei a respeito da linguagem c#, pois o problema relatado no link acima se parece com o problema que estou enfrentando, embora se tratar de desenvolvimentos em linguagens diferentes.1 ponto
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Outra informação interessante: Fonte: https://www.certisign.com.br/certificado-digital/para-empresa/ecnpj/responsabilidades-titular-ecnpj-a3 Talvez, se você deixar a senha configurada no ACBr e esta estiver incorreta, pode ser que aconteça esse problema.1 ponto
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O ACBr não gera nenhum log como este que vc postou. E de qualquer forma, o comando destroykey aparece 29 vezes nesse log, em qual delas a chave foi excluída?1 ponto
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Se você digitar muitas vezes a senha errada o certificado ficará bloqueado sim (não me lembro qual o numero de tentativas). Isso ocorre com todos os certificados por questões óbvias de segurança. Nesse caso, você tem a senha reserva que é cadastrada no mesmo dia da senha oficial. Certificados da OAB são da Valid e isso é alertado quando a pessoa vai fazer o certificado. quanto ao que postei acima, no ACBr, existe a possibilidade de saber se a senha foi digitada incorretamente e finalizar o aplicativo após um determinado numero de tentativas consecutivas e mal sucedidas a fim de evitar o bloqueio do certificado? Talvez essa possa ser uma forma a mais de se proteger o certificado.1 ponto
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Bom dia Werberth, O código que você postou se refere a impressão do DANFSE em Fast Report, correto? Pois bem o que você pode fazer é verificar se a propriedade Competencia possui um valor caso afirmativo imprimir esse valor, caso contrario utilizar o valor da propriedade DataEmissao.1 ponto
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Boa noite Owww rapá, você é o cara, não desmerecendo ninguém dos moderadores e colaboradores, mas você faz parte da minha lista de pessoas especiais, mesmo sem conhece-lo. Se um dia tivermos oportunidade de nós reunirmos, "não pra falar de programação", o que vai ser muiiiiito difícil, com certeza darei uma abraço de irmão em cada um de vocês que estão sempre dispostos e coerentes. Muito obrigado1 ponto
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Não sei se irá te ajudar a visualizar melhor como funciona a Emissão da NFSe, mas qdo fui implementar a minha o texto abaixo (de autoria do Italo) me ajudou muito: Na NFSe temos os seguintes passos: 1. Gerar o XML do RPS; 2. Assinar o XML (depende do provedor); 3. Montar o lote com 1 ou mais RPS; 4. Assinar o lote (depende do provedor); 5. validar o lote; 6. Enviar o lote; 7. Consultar a situação do lote mediante o numero de protocolo; 8. Se processado com sucesso, Consultar o lote para obter as NFSe; 9. Imprimir o DANFSE; 10. Enviar por e-mail o XML da NFSe ao destinatário ou apenas o link para que o mesmo possa obter o DANFSE via site do provedor. Observação: Os passos de 1 a 9 são executados automaticamente pela function Enviar Note que no caso da NFSe o componente gera o XML do RPS o que temos como retorno do provedor é o XML da NFSe. O componente ACBrNFSe cria varias pastas: Ger, NFSe, RPS, entre outras. Na pasta Ger ficam os XMLs gerais ou seja os de envio e retorno. Na pasta RPS ficam os XMLs dos RPS gerados pelo componente, ja na pasta NFSe ficam os XML das NFSe retornados pelo provedor. Alguns detalhes importantes para um bom funcionamento do componente: 1. Devemos utilizar os arquivos de configuração dos provedores que se encontram na pasta: ...\Exemplos\ACBrDFe\ACBrNFSe\ArqINI 2. Devemos utilizar os arquivos de Schemas dos provedores que se encontram na pasta: ...\Exemplos\ACBrDFe\ACBrNFSe\Schemas 3. Na rotina de configuração do componente da sua aplicação que vai emitir a NFS-e deve-se incluir as 6 propriedades de configuração referentes ao Emitente (vide o programa exemplo). 4. Não se faz necessário copiar para a maquina do seu cliente todos os arquivos INI e todos os Schemas, basta os arquivos: Cidades.INI e o INI do provedor e a pasta Schemas do respectivo provedor que atende a cidade do Emitente. Andre Luis1 ponto
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Boa tarde pessoal. Somente para conhecimento: Tive que usar um certificado e-CNPJ para assinar assim como o Italo informou. grato.1 ponto
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Cronometramos o tempo da seguinte maneira: desde o inicio da transmissão do XML para o SAT, até a recepção do XML de Venda, gerando como resposta pelo SAT; ou seja, é uma medição diferente do que a Especificação Técnica do SAT preconiza, onde apenas o tempo de Geração do XML da Venda é considerado. Modelo RB-2000 Qtd Itens / Número de venda realizada 3 9 33 93 103 203 303 498 501* 1 2,66 2,40 3,33 4,95 6,11 9,38 10,61 17,43 19,05 2 2,76 2,68 3,66 5,04 5,76 9,23 11,23 16,21 17,88 3 2,39 3,03 3,28 5,78 5,71 10,73 11,56 17,17 18,92 4 2,81 2,45 3,31 5,55 6,33 9,11 10,94 16,77 19,85 5 2,42 2,52 3,34 5,72 5,59 9,16 10,82 17,45 18,07 6 2,40 2,61 3,59 5,58 5,37 9,90 10,99 16,64 18,06 7 2,79 2,81 3,18 5,54 5,90 10,44 11,67 16,30 18,16 8 2,39 2,44 3,15 5,53 6,13 9,83 11,31 16,77 18,78 9 2,38 2,41 3,69 5,42 5,91 9,50 11,74 16,62 18,81 10 2,97 2,43 3,40 5,51 6,05 8,89 11,08 17,12 18,08 Média 2,597 2,578 3,393 5,462 5,886 9,617 11,195 16,848 18,666 Modelo RB-1000 FI Qtd Itens / Número de venda realizada 3 9 33 93 103 203 303 498 501* 1 4,10 4,64 6,53 8,01 9,04 14,09 23,03 42,42 24,10 2 4,53 4,25 5,31 8,16 7,99 14,04 21,61 45,54 16,26 3 4,03 4,24 5,76 8,36 9,86 15,08 22,19 39,55 16,05 4 4,57 5,29 5,34 7,62 8,38 13,65 22,77 42,66 17,11 5 4,41 4,64 5,80 8,33 9,34 15,96 22,67 43,54 16,84 6 4,71 5,26 5,42 7,76 9,31 15,04 21,36 43,56 15,55 7 4,29 4,87 6,48 8,07 9,14 15,82 21,79 45,66 17,98 8 4,03 4,79 5,31 8,93 9,78 14,71 22,09 44,44 16,26 9 4,06 4,89 3,19 8,23 10,91 14,98 23,51 44,46 16,84 10 4,44 4,24 5,93 8,02 8,82 14,21 24,41 44,41 16,09 Média 4,317 4,711 5,507 8,149 9,257 14,758 22,543 43,624 17,308 * Venda máxima de quantidade de itens para a venda com o SAT é de 500, acima dessa quantidade o SAT retorna “Erro não identificado”, o tempo calculado neste caso, foi do retorno do erro.1 ponto
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Olá ti_smig, A sistema MENSAGEIRA, que é seu autorizador, tem todas as informações que você precisa assim que autorizar nas propriedades de ACBrNFe.NotasFiscais.Items[0].NFe.procNFe. Até aí tudo bem, então à partir daí você escolhe a melhor forma para responder para o seu PDV. Tenho algo muito parecido com a sua arquitetura, mas não preciso fazer nada na unha, utilizo o componente ACBrNFe para ler as propriedades com o uso de loadfromfile, por exemplo, caso você prefira, bastaria o sistema MENSAGEIRA responder ao seu PDV que a nota foi autorizada com o XML completo, então no PDV você utiliza o ACBrNFe.NotasFiscais.LoadFromFile(...); e pronto, você teria acesso a todas as propriedades da autorização em ACBrNFe.NotasFiscais.Items[0].NFe.procNFe. No meu caso ainda, utilizo o componente ACBrNFe no PDV só para preencher todas as propriedades e então gero um XML sem assinatura, apenas para servir de layout, então no que seria minha MENSAGEIRA, dou loadfromfile, e efetuo o envio da nota (onde será assinada e enviada), então ao ser autorizada, respondo ao PDV com ok, e então o PDV dá um loadfromfile para pegar os dados da autorização. Assim não tenho preocupação com layout e trabalhando sempre com o componente. Então é isso... espero não ter bagunçado a sua cabeça... a intenção era ajudar.1 ponto
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Segue a solução (fornecida pelo suporte da bematech): 1) caso tenha algo instalado (bematool, conversor usb serial bematech ou outro aplicativo) desinstalar e reiniciar o micro 2) Site do desenvolvedor Bematech = bematechpartners.com.br -> sessão downloads -> windows -> fazer o download do aplicativo para instalar a usb -> Bematech User Software v.2.8.3 for 64 bits.exe (desativar firewall do windows e executar com permissão de administrador) -> reiniciar o micro apos instalação 3)Painel de controle -> gerenciador de dispositivos -> acha o dispositivo USB bematech device (se estiver com icone amarelo ou não reconhecido, desligar a impressora, aguardar 10 segundos e religar) 4) usar a bemafi32.dll mais recente (no meu caso usei a 7.0.4.74) porque dlls antigas não reconhecem a usb no windows 64bits1 ponto
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Você tá falando de certificado A3 em cartão. Tenho clientes que já perderam dados de certificado em cartão (nenhum deles é Certisign). Mas nenhum perdeu certificado em token. Então, comece a suspeitar desse tipo de certificado (combinação de leitora+cartão+manuseio). Não indique esse tipo de certificado a seus clientes. Coloque em letras garrafais no seu aplicativo emissor de NF-e que o desenvolvedor recomenda somente o uso de certificados digitais do tipo A1 (pfx) e A3 Token. Agora, eu queria entender por quê esses suportes de credenciadoras de certificado não colocam a culpa neles mesmos, no Windows, no antivirus, no aplicativo emissor gratuito do SEFAZ. Por que o culpado tem que ser o nosso aplicativo emissor? Isso se chama "falta de ética profissional". Eles não tem o direito de colocar a culpa no sistema. E, se o fizerem, tem que dar provas cabíveis. Se o conteúdo do certificado pode ser apagado, então a culpa é de quem criou um certificado que não tem segurança contra perda de dados. Se os dados podem ser apagados por um aplicativo, esse aplicativo pode ser qualquer um, um virus, um malware, um aplicativo bancário, um jogo, um antivirus. Qualquer um. Esse é o argumento que eu apresento.1 ponto
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Eu não indico o certificado de leitora cartão para meus clientes. E o Valid de forma alguma. Mas recomendo o CertiSign de token. Quanto ao Avast não recomendo a ninguém, nem pro meu cachorro, porque vira e mexe ele exclui aplicativos Delphi e ícones de atalho. O antivírus que indico é o TrendMicro corporativo.1 ponto
