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Painel de líderes

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  1. 22/12/2021 Projeto usa recebíveis para dar crédito a caminhoneiro A registradora Central de Recebíveis (Cerc) participa de um projeto para ampliar o acesso a crédito no segmento de transportes. A empresa ajudará financiadores a avaliar e registrar recebíveis de transportadoras e caminhoneiros, que serão utilizados como garantia de empréstimos. Para Marcelo Maziero, sócio-fundador da Cerc, o projeto ajuda a democratizar o acesso ao crédito para o setor de transportes, que é essencial para o país e tem grande necessidade de capital de giro. “Enquanto infraestrutura do mercado financeiro, a Cerc vai viabilizar essa democratização, registrando os recebíveis de transportes, o que dará muita segurança para os agentes financeiros que forneçam crédito para transportadoras e caminhoneiros autônomos.” A base de todo o projeto, ainda em piloto, é o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), que é vinculado à Nota Fiscal Eletrônica. Para realizar um frete, as secretarias de Fazenda estaduais exigem há cerca de dez anos que transportadoras e caminhoneiros autônomos emitam esse documento. O MDF-e é emitido toda vez que é contratado um transportador. A Cerc, após a solicitação feita pelo financiador, com autorização da empresa de transporte ou do caminhoneiro autônomo, consulta o serviço disponibilizado pelas secretarias para verificar o lastro dos recebíveis e realizar o registro daquele recebível e da respectiva operação de crédito. Segundo Maziero, existem quase 2 milhões de caminhoneiros no Brasil e o frete geralmente é pago dias após a entrega da mercadoria, muitas vezes mais de 30 dias após a contratação. Nesse momento, é gerada uma espécie de duplicata. “Eles prestam serviço para as transportadoras, que são empresas, então têm um recebível em mãos. Deveriam poder ir em um banco, uma fintech e antecipar esse recebível”, afirma. O executivo diz que a secretaria de Fazenda da Bahia já possuía um sistema de consultas de notas fiscais e o adaptou para os MDF-e. Atualmente, quase todos os outros Estados estão conectados nesse sistema, com exceção de São Paulo e Minas Gerais. “Eles estão fora por uma questão tecnológica, mas devem entrar em breve”, avalia. O projeto geral é resultado da cooperação entre o Ministério da Economia e as secretarias da Fazenda de todos os Estados e do Distrito Federal. O período de experiência levará cerca de dois meses. Depois disso, serão incorporadas novas funcionalidades, relativas à liquidação financeira dos recebíveis, para seguir para a fase definitiva do projeto. “O sistema de troca de informações sobre notas fiscais entre os Estados já existe há muitos anos, é seguro, robusto, sofisticado e estável”, diz Maziero, afirmando que os volumes consultados ali são muito grandes e o risco de fraude é praticamente nulo. “Atualmente, vários transportadores autônomos ainda se utilizam de mecanismos informais, como o desconto de ‘carta-frete’, para pagamento de despesas ao longo do trajeto do transporte da carga. Isso acaba reduzindo significativamente a sua renda líquida ao fim do serviço. Com a nova estrutura de antecipação de recebíveis, essas despesas no trajeto poderão ser pagas com recursos adiantados junto a instituições financeiras com taxas mais baixas”, explicam, por meio de nota, as subsecretarias de Direito Econômico e de Política Microeconômica e Financiamento de Infraestrutura, que ficam sob a Secretaria de Política Econômica, do Ministério de Economia. A Caixa já manifestou interesse em participar do projeto e outros bancos privados e mesmo fintechs devem se juntar em breve. Quem dá o consentimento para o financiador ver as duplicatas é a transportadora, que é quem emite o documento, e então o banco pode analisar para quem oferecer a antecipação dos recebíveis. O sistema vai monitorar todo o trajeto da carga, verificando por exemplo se passou por pedágios, por postos fiscais, já que se a mercadoria não for entregue o caminhoneiro não recebe o frete e o banco que financiou a antecipação perde o recebível que servia de lastro para a operação. A ideia é que haja várias modalidades e pode ser que alguns bancos escolham antecipar somente recebíveis de cargas já entregues, por exemplo. Na fase piloto haverá quatro transportadoras, incluindo a Coopercarga. “Estamos sempre acompanhando as evoluções tecnológicas e por isso temos participado ativamente deste projeto, queremos ser pioneiros em todas essas mudanças visando melhorar o setor de transporte, as operações logísticas e principalmente os benefícios que podem ser gerados a nossos parceiros transportadores, como taxas de desconto mais razoáveis ofertadas pelo mercado financeiro”, afirma Teofilo João Secco, contador da Coopercarga. Fonte: Jornal Valor Econômico, 22/12/2021 Portal do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - SVRS
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  2. Ambiente de produção da NFCe passou por indisponibilidade / instabilidade na presente data 23/12/2021 desde aproximadamente das 11:00 até as 21:00
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  3. um mudança pesada assim tem que sair schemas, e varias outras questões, e geralmente tem uma janela de pelo menos 180 dias . Mas isso foi adiado, e já conversamos no papo pro a respeito disto. Essas mudanças estão previstas para 2023, mas as vezes nem em 2023 será mudado, será adiado novamente, visto que 2022 é ano de eleição então tudo é complexo.
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  4. SVRS - 21/12/2021 Gerador do Evento Prestação de Serviço em Desacordo O evento de prestação de serviço em desacordo pode ser gerado neste portal no menu serviços, utilizando o certificado digital eCNPJ para tomadores de serviço dos CT-e que são autorizados pela SEFAZ Virtual RS. A Novidade é que o serviço agora permite gerar o evento para qualquer Unidade Federada, mesmo as que tem autorização própria. O procedimento é o mesmo, o tomador deverá acessar a transação com seu certificado digital (ter a chave privada instalada no computador), ele será enviado a uma transação onde instala um assinador (instruções na página) e informa uma chave de acesso de CT-e que receberá o evento de Prestação de Serviço em Desacordo. Fonte: https://dfe-portal.svrs.rs.gov.br/Cte/Noticias/2719 Link direto: https://dfe-portal.svrs.rs.gov.br/CTESSL/PrestacaoServicoDesacordo
    2 pontos
  5. Ambiente de produção da NFCe está passando por indisponibilidade / instabilidade na presente data 24/12/2021 desde aproximadamente as 09:00
    1 ponto
  6. Bom dia Alex! Tudo bom? vc conseguiu algum sucesso na consulta de NFSe? No manual constam 3 tipos de consultas (1. Pelo código de autenticidade; 2. Por número, série e cadastro (econômico); 3. NFSe por RPS). Fiz um teste da opção 3, consulta NFSe por RPS (teste com o código engessado na unit, só para ver se iria funcionar. print em anexo)... Segundo o manual, essas 3 consultas obtém o mesmo retorno onde deveriam estar inclusas 3 tags (q estam ausentes): situacao_codigo_nfse, link_nfse, codigo_html. Deixo em anexo os arquivos de envio e retorno, se vc conseguir algum sucesso nessa questão, compartilha aqui com nós hehe Assim q der vou testar as outras consultas. * Nenhum dos parâmetros na URL fez diferença nos testes: ?eletron=1 ?formato_saida=2 Abração! Feliz Natal FPEnvio.xml FPRetorno.xml
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  7. Bom dia Marcelo, Favor entrar em contato com o Provedor, pois o XML gerado pelo WebService consta 21 e não RS na tag <Uf>
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