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Painel de líderes

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Showing content with the highest reputation on 12-08-2025 em todas as áreas

  1. PAPO PRO SOBRE DÚVIDAS DA REFORMA TRIBUTÁRIA Olá, minha sugestão é que seja feito um PAPO PRO para tirarmos dúvidas sobre as NTs e implementação da RTC nos Software ( com o nosso Mestre das NTs Ítalo ). Vejo que ainda tem muita gente perdida sobre o que de fato será obrigatório em 2026. Desde já agradeço...
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  2. Olá, pessoal! Foram publicadas duas atualizações importantes relacionadas ao EFD ICMS IPI. A primeira é a Nota Orientativa 01/2023 – ICMS Monofásico – Setor de Combustíveis, que traz orientações para a escrituração do ICMS monofásico, detalhando quais campos devem ser preenchidos, quais valores informar e apresentando um exemplo prático de escrituração de uma NF-e com GLGN. A nota pode ser consultada na íntegra [AQUI]. A segunda atualização refere-se ao documento de Perguntas e Respostas, que passou a incluir esclarecimentos sobre a escrituração do IBS, CBS e IS incidentes na operação. O arquivo atualizado pode ser acessado [AQUI]
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  3. Olá pessoal! Foi publicada a Nota Técnica 2025/002 trazendo adequações da NF-e e da NFC-e para a Reforma Tributária do Consumo. No âmbito da NF-e e da NFC-e, esta nota técnica substitui a NT mencionada no tópico abaixo: É importante reforçar que: Em produção, no ano de 2025, as informações de tributação relativas ao IBS, CBS e IS serão opcionais e não serão validadas. As novas validações relacionadas a esses tributos serão aplicadas a partir de janeiro de 2026. Como as discussões envolvendo a implantação da Reforma Tributária ainda estão em curso, está NT pode sofrer ajustes ao longo do período. Alterações. Tipos Básicos da Tributação. Visando padronização entre os diversos documentos fiscais eletrônicos esta NT acrescenta o arquivo DFeTiposBasicos_v1.00.xsd ao conjunto padrão de arquivos de schema para todos os DFes. O arquivo define a estrutura com os novos campos adicionados. Código Situação Tributária e Código de Classificação da Tributação O grupo de informações do IBS, CBS e IS contém os campos CST e cClassTrib. No tópico abaixo é detalhado o informe técnico sobre a publicação da tabela que possui a relação desses códigos. Cada código cClassTrib corresponde a um dispositivo específico da Lei Complementar 214 / 2025, tornando objetiva a informação do contribuinte sobre como é feita a tributação do IBS/CBS por item. Finalidades débito e crédito da NF-e Uma nota de débito documenta uma situação na qual o emitente registra um aumento no imposto devido (consequentemente, uma redução no imposto devido pelo adquirente, que é o destinatário); Uma nota de crédito documenta uma situação na qual o emitente registra uma redução no imposto devido (consequentemente, um aumento no imposto devido pelo adquirente, que é o destinatário); As finalidades de "Nota de Ajuste" e "Nota Complementar" que já existem são casos especiais de "Nota de Débito". Já uma "Nota de Entada" emitida para documentar, por exemplo, a devolução de mercadoria que havia sido vendida para consumidor final é uma caso especial de "Nota de Crédito". Alterações no Layout O código do status da resposta (cStat) devolvido passa a ter tamanho 4. Adiciona no grupo de identificação da nota fiscal eletrônica (grupo Ide) ganha campos para informar o código do município do fato gerador do IBS/CBS, o tipo da nota de débito, o tipo da nota de crédito e um grupo para informar se é compra governamental. Adiciona um grupo com novos campos para receber as informações do IBS, CBS e IS por item. Adiciona um grupo para totalizar as informações do IBS, CBS e IS. Regras de validação Adiciona regras de validação que buscam validar os novos campos e suas informações, a citar alguns exemplos: cStat 1000 para validar se o fato gerador do IBS foi preenchido. cStat 1001 para validar se somente o IBS/CBS foram preenchidos quando finalidade for débito/crédito. cStat 1002 para validar se nota de compra governamental e informações devidamente preenchidas. ... Eventos Esta nota técnica cria os seguintes eventos para apuração do IBS e da CBS além de um evento de cancelamento genérico que permite cancelar qualquer um deles: 112110 - Informação de efetivo pagamento integral para liberar crédito presumido do adquirente.(Autor: Emitente) 211110 - Solicitação de Apropriação de crédito presumido.(Autor: Destinatário) 211120 - Destinação de item para consumo pessoal.(Autor: Emitente/Destinatário) 211124 - Perecimento, perda, roubo ou furto.(Autor: Destinarário) 211128 - Aceite de débito na apuração por emissão de nota de crédito.(Autor: Destinatário) 211130 - Imobilização de item.(Autor: Destinatário) 211140 - Solicitação de Apropriação de Crédito de Combustível.(Autor: Destinatário) 211150 - Solicitação de Apropriação de Crédito para bens e serviços que dependem de atividade do adquirente.(Autor: Destinatário) 212110 - Manifestação sobre Pedido de Transparência de Crédito de IBS em Operações de Sucessão.(Autor: Sucessora) 212120 - Manifestação sobre Pedido de Transparência de Crédito de CBS em Operações de Sucessão.(Autor: Sucessora) 412120 - Manifestação do Fisco sobre Pedido de Transferência de Crédito de IBS em Operações de Sucessão.(Autor: Fisco) 412130 - Manifestação do Fisco sobre Pedido de Transferência de Crédito de CBS em Operações de Sucessão.(Autor: Fisco 110001 - Cancelamento de Evento(Autor: Idem ao evento a ser cancelado). Datas Implantação Teste: 01/07/2025 Implantação Produção: 01/10/2025 E como fica o ACBr? Os componentes do ACBr já vem passando por um processo de adequação as mudanças propostas pela reforma, dito isso, essa nova versão traz algumas novas modificações, como o grupo para compras governamentais, tpNFDebito e tpNFCredito. Dito, será preciso revisar a nota e as alterações propostas com prováveis modificações sendo necessarias. Mas garantimos que as soluções do ACBr estarão de acordo com as mudanças propostas até as datas definidas, para que possam realizar seus devidos testes. Leia essa Nota Técnica na íntegra AQUI.
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  4. Olá pessoal! Foi publicado no Diário Oficial da União o DESPACHO Nº 12, DE 29 DE ABRIL DE 2025. Essa publicação traz alterações importantes para NF-e modelo 55 e NFC-e modelo 65. A primeira delas é a proibição da emissão de nota fiscal de consumidor eletrônica - NFC-e, modelo 65 para CNPJ, conforme trecho: O AJUSTE SINIEF Nº 11, DE 29 DE ABRIL DE 2025 o qual se trata este artigo, detalha que o mesmo vai produzir efeitos a partir de 03/11/2025. A segunda é criação de um modelo de DANF-e Simplificado Varejo conforme trecho: O AJUSTE SINIEF Nº 12, DE 29 DE ABRIL DE 2025 o qual se trata este artigo, detalha que o mesmo vai produzir efeitos a partir de 03/11/2025 Vale mencionar que consultando tanto no Portal Nacional quanto no Portal da Sefaz RS na data de 02/05/2025 não constam publicações de NT ou MOC retratando como deve ser o leiaute do DANF-e Simplificado Varejo.
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  5. @IGOR FERNANDO MARTINS DE MELO O componente estava enviando a tag vIBS, porém ela ainda não está disponível no ambiente de homologação. Contudo, já foi realizado o reverte dessa alteração nos fontes do ACBr. Atualize os fontes do componente e também os arquivos de Schemas disponibilizados em conjunto com os fontes do ACBr. Dessa forma já deve funcionar.
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  6. Quando estiver homologado vou disponibilizar um exemplo.
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  7. Bom dia Juliomar, era realmente algum processo entre o contador e a prefeitura, esta funcionando. Muito obrigado
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  8. Pessoal Bom Dia, hoje fiz mais um teste depois de desativar o ponto de restauração da unidade C e consegui emitir a nota normalmente, então acredito que o problema esteja solucionado. Agradeço ao Juliomar Marchetti pela contribuição.
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  9. Estou homologando para nossos clientes de rádio e modifiquei e retirei todos estes dados que não interessa pro nosso caso e passo dados fictício para validar.
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  10. Recebi a 1º notificação onde o governo já solicitou o arquivo no formato AEJ Só avisando que o governo passou a usar.
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  11. Olá pessoal! O calendário da aplicação da rejeição de consumo indevido para NFCe pela Sefaz de Minas Gerais foi atualizado novamente para incluir as rejeições 126, 213, 218, 220, 230, 275, 297, 385, 437, 464, 479, 531, 535, 537, 564 e 569. Homologação Produção Regras de Validação 10/03/2025 09/05/2025 539 09/06/2025 16/06/2025 291 e 778 16/06/2025 23/06/2025 204 25/06/2025 30/06/2025 208, 237, 483, 629, 865, 866, 869, 878, 965 15/07/2025 21/07/2025 382, 383, 386, 591, 610, 611, 704, 725, 750, 884, 963 11/08/2025 18/08/2025 126, 213, 218, 220, 230, 275, 297, 385, 437, 464, 479, 531, 535, 537, 564, 569 Portanto se sua aplicação receber múltiplas vezes em um curto período de tempo as rejeições expostas na tabela nas datas respectivas, você receberá a rejeição de consumo indevido e poderá ser bloqueado de consumir os web services por no mínimo 1 hora, com a insistência podendo ocasionar até mesmo bloqueio do CNPJ junto a Sefaz.
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  12. Boa tarde. Desde o dia 27/07/2025 estamos com dificuldade na consulta de Boletos do Banco do Brasil, antes da data em questão funcionava normalmente. Eventualmente ao realizar a consulta está retornando o erro "Falha na Autenticação: HTTP_Code=400 Erro=" , o erro retorna de forma inconstante, ou seja, as vezes ocorre as vezes não, o mesmo boleto pode ou não retornar o erro. O problema só está ocorrendo com os boletos do Banco do Brasil. Observação: A consulta do boleto é realizada de forma individual no Endpoint: /boleto/{id}.
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  13. Antes utilizávamos o Scope: cobrancas.boletos-info cobrancas.boletos-requisicao , dessa forma funcionava perfeitamente. Porém recentemente começou a ocorrer os problemas. O Scope como mencionei acima funcionou por mais de um ano sem problema algum em nosso sistema.
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  14. Boa tarde pessoal. No Fórum do Banco do Brasil me sugeriram ajustar o Scope para: cobrancas.boletos-info%20cobrancas.boletos-requisicao Após o ajuste funcionou perfeitamente.
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  15. Olá Juliomar, tentei aumentar o Timeout, sem sucesso. Quanto a internet, o mesmo problema está ocorrendo conosco e com vários outros usuários do nosso sistema, que estão situados em lugares diferentes, até mesmo com provedores de internet diferentes do nosso.
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  16. Conceitos básicos. Apesar da redundância presente na frase, ela não deixa de ser verdadeira. Antes de mergulharmos mais fundo no mundo da NFSe, é importante estabelecer as bases, conceituando termos importantes que vão aparecer com frequência quando falarmos do assunto: RPS: é a sigla para Recibo Provisório de Serviço. Trata-se do documento gerado pelo prestador de serviços e enviado ao web service do Provedor para ser convertido em NFSe. Provedor: é o nome dado à empresa que fornece o web service de emissão de NFSe para o município. Geralmente, essa empresa é escolhida por meio de licitação, tendo um prazo de “vida útil” para disponibilizar o serviço até que a licitação termine e uma nova empresa seja selecionada (quando isso acontecer, você pode seguir os passos que tem [AQUI] para atualizar na solução ACBr). Em alguns casos, a própria prefeitura é responsável pelo web service. NFSe: é a sigla para Nota Fiscal de Serviços Eletrônica. Trata-se do documento fiscal eletrônico gerado pelo web service do Provedor a partir da conversão do RPS recebido, nos casos em que nenhum erro seja encontrado. É o documento que, de fato, representa a operação de prestação de serviços. Leiaute ABRASF: é o nome dado ao leiaute sugerido pela Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (ABRASF), que pode ou não ser adotado pelos provedores. Ele propõe um padrão para a estrutura do RPS e da NFSe, indicando quais campos e informações cada um deve conter. Além disso, sugere os métodos que devem ser implementados no web service. Leiaute Próprio: é o padrão de estrutura de dados definido individualmente por um município ou provedor para a emissão da NFSe, em vez de seguir integralmente o Leiaute ABRASF. Nesse formato, o município estabelece quais campos, formatos e métodos serão utilizados no RPS e na NFSe, podendo diferir totalmente ou parcialmente das especificações sugeridas pela ABRASF. DPS: é a sigla para Declaração de Prestação de Serviços. Trata-se do documento equivalente ao RPS, utilizado no Padrão Nacional da NFSe. Ele reúne as informações necessárias para emissão da nota fiscal e deve ser transmitido ao ambiente nacional, que valida os dados e gera a NFSe nos casos em que não haja inconsistências. Padrão Nacional: também conhecido e divulgado por alguns como NFSe Nacional (na solução ACBr, o Padrão Nacional é considerado um provedor), é o modelo unificado de emissão da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFSe), desenvolvido para padronizar o processo em todos os municípios brasileiros. O uso é obrigatório para prestadores de serviço enquadrados como MEI (Microempreendedor Individual) e opcional para os municípios, que podem adotá-lo de duas formas: Modelo de compartilhamento: as notas são emitidas em leiaute próprio da prefeitura, mas as informações são compartilhadas com o ambiente nacional; Modelo completo: todas as NFSe do município são geradas utilizando integralmente o Padrão Nacional. Onde encontrar os projetos de exemplo. Agora que os conceitos foram definidos, vamos dar o primeiro passo na parte prática e localizar os projetos de demonstração. O exemplo disponível em Delphi pode ser encontrado em: ..\trunk2\Exemplos\ACBrDFe\ACBrNFSeX\Delphi O exemplo disponível em Pascal pode ser encontrado em: ..\trunk2\Exemplos\ACBrDFe\ACBrNFSeX\Lazarus Para a ACBrLib temos exemplos disponíveis nas linguagens: C#: ..\trunk2\Projetos\ACBrLib\Demos\C#\NFSe Harbour: ..\trunk2\Projetos\ACBrLib\Demos\Harbour\NFSe Java: ..\trunk2\Projetos\ACBrLib\Demos\Java\NFSe Node.js: ..\trunk2\Projetos\ACBrLib\Demos\Node.js\NFSe PHP: ..\trunk2\Projetos\ACBrLib\Demos\PHP\NFSe VB6: ..\trunk2\Projetos\ACBrLib\Demos\VB6\NFSe Abrir e analisar o código disponível nesses exemplos, criados para demonstrar o preenchimento das propriedades e as chamadas das funções das soluções ACBr, é um passo importante para entender como elas funcionam e como podem ajudar no seu desenvolvimento. Como testar? Na esmagadora maioria dos casos, é necessário, no mínimo, o uso de um certificado digital e-CNPJ para a comunicação com os web services, sem contar aqueles que exigem o uso de chave ou token. Portanto, é mais simples buscar essa informação junto à cidade onde você reside. Procure descobrir qual é o provedor que fornece o serviço para sua cidade, qual leiaute ele utiliza e quais são os requisitos para comunicação com o web service. Uma vez com essas informações em mãos, você pode utilizar os exemplos para testar o processo de emissão junto à sua cidade, compreendendo o fluxo e, por meio dos erros recebidos e da leitura dos manuais do provedor, identificar quais são os campos necessários, os valores esperados, entre outros detalhes importantes. Quais cidades são atendidas? Atualmente, a solução do ACBr atende a 3.079 das 5.571 cidades do Brasil. Para conferir se um município é atendido, basta procurar pelo código IBGE correspondente no arquivo ACBrNFSeXServicos.ini. Se na seção correspondente houver um nome de provedor atribuído, significa que o município é atendido. [3503208] Nome=Araraquara UF=SP Provedor=GINFES Principais Diferenças entre as Cidades. Todas as diferenças entre o processo de emissão de NFSe no município da cidade A e no município da cidade B se devem ao provedor que fornece o serviço para cada uma delas. Cidades atendidas pelo mesmo provedor raramente apresentam particularidades que diferenciem seu processo de emissão. Isso significa que, se você já homologou para uma cidade atendida pelo provedor ISSNet, na versão 2.04, por exemplo, dificilmente terá dificuldades para homologar em outra cidade atendida pelo mesmo provedor e versão. Por outro lado, isso também significa que uma cidade atendida pelo provedor IPM, em sua versão 1.00, terá diferenças significativas em relação a uma cidade atendida pelo ISSNet na versão 2.04. Portanto, é muito importante identificar qual é o provedor que atende ao município e ficar atento às particularidades dele. Quando usar a NFSe Padrão Nacional O Padrão Nacional deve ser utilizado por todos os prestadores de serviço do Brasil que sejam Microempreendedores Individuais (MEI). Fora desse caso, ele só deve ser utilizado se o município tiver aderido integralmente ao modelo. Caso contrário, a comunicação deve ser feita diretamente com o provedor que atende ao município. Como será com a chegada da Reforma Tributária? A Reforma Tributária sobre o consumo trouxe alterações apenas no leiaute do Padrão Nacional. Até o início de 2026, os municípios deverão escolher entre: Aderir integralmente ao Padrão Nacional, adotando-o como modelo único de emissão; ou Continuar utilizando os web services fornecidos pelos provedores, caso em que esses provedores deverão incluir novos campos em seus leiautes para receber as informações exigidas pela reforma e compartilhá-las com o Padrão Nacional de alguma forma. Vale a leitura. Emissão de NFSe, eliminando todas as dúvidas. Duvidas Frequentes sobre o ACBrNFSeX Algumas mensagens comuns no ACBrNFSeX, o que elas significam e o que você pode fazer. Informar mais de um item de serviço é possível? Consigo consultar e baixar os XMLs das NFSes junto as prefeituras usando as soluções do ACBr? Emissão de NFS-e segundo o Padrão Nacional Primeiros Passos com a Reforma Tributária
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  17. Quem acompanha o Projeto ACBr sabe que sempre recomendamos usar certificados digitais no formato A1. Pois é... o certificado digital A3 ataca mais uma vez!!! Nos últimos dias temos recebido diversos relatos de usuários recebendo mensagens de erro como a mensagem abaixo: Erro Interno: -2146893815 Erro HTTP: 0 URL: https://nfe.svrs.rs.gov.br/ws/NfeStatusServico/NfeStatusServico4.asmx Erro: 2148073481 - E o que aconteceu? Sempre acontece com quem está usando certificado A3? A recomentadação quando usa A1 é configurar com OpenSSL e quando usa A3 com WinCrypt (veja esse tópico aqui para todos os detalhes!) e aí que está uma grande diferença. O A3 acaba dependendo diretamente das configurações, atualizações e permissões do sistema operacional windows. Nas últimas atualizações do windows estão sendo limitados os protocolos de comunicação permitidos e aí que acontece o erro... a sua comunicação acaba não funcionando. Não é um problema novo. Temos um tópico antigo já com orientações de como resolver o problema e quem deu a dica foi o usuário @Jhonatan. Também temos outro tópico que o @Diego Foliene explica tudo detalhadamente. Obrigado aos dois! Vou deixar o tópico do Diego aqui pra você resolver o seu problema!
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  18. ola, o teu problema deve ser igual ao meu eu informei uma data de vencimento igual a data de emissao da nota fiscal e ai a rejeicao 853.
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  19. Coordenação Técnica do ENCAT 04/07/2025 Conformidade Fácil - Validador RTC Encontra-se disponível no portal da SVRS a nova funcionalidade do Projeto Conformidade Fácil: o validador das notas técnicas da Reforma Tributária do Consumo. Nesta transação, qualquer empresa ou integradora de software poderá informar a parte do XML com os campos da tributação apresentados nas notas técnicas da RTC ou mesmo colar o XML completo de um documento fiscal eletrônico e validar se a informação está em conformidade com as regras de validação descritas nas notas técnicas. O componente de validação é o mesmo que é utilizado pelo ambiente de autorização da SEFAZ Virtual, e tem a capacidade de responder se o XML apresentado está correto em relação a qualquer uma das regras previstas nas NTs. A primeira versão atende aos documentos CTe, BPe, NF3e e NFCom, mas muito em breve estará contemplando NFe e NFCe. A etapa 3 prevê a criação de um gerador de XML da reforma tributária e deve ser implantada ainda no mês de Julho. Acesso a ferramenta: https://dfe-portal.svrs.rs.gov.br/Dfe/ValidadorRTC
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  20. Olá pessoal! Desde o dia 02/06/2025, não é mais possível fazer o envio de forma assíncrona de um lote contendo somente 1 NFe no ambiente de homologação. Aqueles que tentarem enviar de forma assíncrona um lote com somente 1 NFe no ambiente de homologação, vão receber o seguinte retorno: A previsão, é que isso também vai acontecer no ambiente de produção em 01/09/2025! Essa mudança aconteceu em homologação e vai ocorrer em produção devido a Nota Técnica 2025/001. Veja este tópico para uma orientação sobre como realizar o envio de forma síncrona e como ler o retorno, que é devolvido em outra classe quando o envio é síncrono, usando o componente:
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  21. Aqui pra mim estava dando o mesmo erro com Windows 11 no cliente e na minha maquina com o certificado A3, e consegui resolver da seguinte forma: 1- Vá até o Painel de Controle do Windows. 2- Escolha a Opção "Opções da Internet"; 3- Vá até a aba “Avançadas”; 4- No bloco “Configurações”, vá até as últimas opções e deixe configurado como na imagem abaixo: 5- Vá em executar, digite certlm.msc para abrir a interface de certificados, caso esse comando não funcione, utilize o comando certmgr.msc. Remova estes certificados listados na imagem abaixo: 6- Execute como Administrador o InstaladorCadeias_1.0.2.0.exe, clique em Instalar e aguarde até que o processo seja finalizado. 7- Execute o FixCrypto_TLS1_2_Windows.reg. 8- Descompacte o CA.zip e execute o ac soluti ssl ev.cer e o Raiz-icp-brasil v10.cer. 9- Reinicie a máquina e teste novamente a comunicação com a Sefaz.
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  22. Olá Pessoal, Notei que diversos desenvolvedores estão fazendo perguntas repetitivas tanto no Fórum quanto no Discord sobre a NFS-e Padrão Nacional, compilei algumas dessas perguntas e suas respectivas respostas. 1. Para emitir NFS-e Padrão Nacional precisa de certificado digital? Resp.: Depende, se a nota for emitida pelo Portal Nacional da NFS-e só é necessário ter um usuário e senha, por outro lado se for emitida por uma aplicação de terceiro vai ser necessário sim, pois a API Rest (webservice) requer que o XML do DPS (Declaração de Prestação de Serviço) seja assinada. 2. O certificado digital tem que ser do prestador? Resp.: Sim. 3. O certificado digital tem que ser um e-CNPJ ou pode ser um e-CPF? Resp.: Vai depender do prestador ser uma pessoal jurídica ou física. 4. O MEI é pessoa jurídica ou física? Resp.: MEI é um Micro Empresário Individual portanto uma pessoa jurídica (possui CNPJ), logo o certificado é um e-CNPJ. 5. A partir de 01/09/2023 só o MEI vai poder emitir suas notas segundo o Padrão Nacional? Resp.: Quem é MEI a partir de 01/09/2023 é obrigatório a emitir a sua nota pelo Padrão Nacional independente se a sua cidade ter aderido ou não ao projeto do Padrão Nacional, por outro lado quem não é MEI vai depender da cidade ter aderido a Emissão da NFS-e. 5. Existem cidades que já aderiram ao projeto? Resp.: Sim, para saber quais são basta acessar o link abaixo e procurar as cidades que na coluna Aderente Emissor Nacional contem a palavra SIM (exemplo a cidade de Bujari/AC). https://www.gov.br/nfse/pt-br/municipios/municipios-aderentes 6. É possível emitir a NFS-e Padrão Nacional usando o ACBr? Resp.: Sim, através do componente ACBrNFSeX, ACBrLibNFSe e ACBrMonitor Plus (Lib e Monitor usar sempre a ultima versão). Com o componente antigo ACBrNFSe não é possível, pois não damos mais manutenção a ele. Para isso, basta alterar a propriedade LayoutNFSe para o valor lnfsPadraoNacionalv1. A mesma fica na aba Geral do programa exemplo para o componente nativo. No caminho DFe > WebServices > NFSe no MonitorPLUS e na seção [NFSe] no arquivo ACBrLib.ini. 7. Ao tentar emitir uma nota no Padrão Nacional usando o componente ou a Lib ou o Monitor estou recebendo alguns erros de internet. Resp. Isso é possível de estar ocorrendo pois a RFB e o SERPRO não esperavam um volume gigantesco de emissões, eles estão trabalhando para sanar esses problemas. 8. Posso usar o certificado A3 ou tem que ser A1? Resp.: Pode sim usar o A3, mas a Equipe ACBr recomenda o uso do A1, pois o A3 possui conexão física com o computador essa conexão pode falhar, já o A1 é um arquivo (PFX) que é salvo no disco ou no banco de dados e pode ser instalado no Windows. Outra é que com o certificado A1 e o componente ou Lib ou Monitor configurado para usar o OpenSSL a aplicação vai funcionar independente da versão do Windows e se ele esta atualizado ou não, já o A3 não tem como usar o OpenSSL. 9. "RNG9999 Erro não catalogado" e agora? Este erro é um indicativo de que ocorreu no meio do processo, no entanto, o erro em questão não é um dos que foram mapeados. Pensem nele como o "último else" das validações. Ao receber este erro, revise todas as informações que estão configuradas e que estão sendo enviadas no DPS para se certificar que não esteja sendo enviado algo errado.
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  23. Boa tarde Para aqueles que não gostam de ler muito, vou resumir o assunto, o cliente resolveu adquirir um certificado A1. Agora vou explicar o procedimento que fizemos para tentar remover as solicitações do PIN: Ao acessar o conteúdo do certificado A3 vimos que foi emitido pela empresa Soluti. Entramos em contato com o suporte deles, e estes prontamente fizeram o acesso. Durante o acesso, eles perguntaram qual o modelo do certificado e o que estava escrito na parte de trás. Informei que se tratava de um cartão e-CNPJ da receita federal. O técnico informou que o conteúdo do certificado era emitido por eles, mas o cartão pertencia ao concorrente e estes não tinham os drives para a instalação. Durante o acesso remoto, o técnico instalou um programa chamado AWP, que fica executando em segundo plano e deixa o certificado visível às aplicações. Nas palavras do técnico, o certificado estava instalado com um driver genérico que tornava o certificado acessível e compatível com os navegadores, e dessa forma, era detectado pelo site da Receita Federal, mas não era detectado pelo AWP. Minha opinião: acredito que instalando o driver correto do cartão, executando e sendo reconhecido pelo AWP, o certificado possa ser utilizado com um nível de segurança menor, fazendo com que deixe de solicitar o PIN. Agradeço a todos pelo apoio.
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