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  1. @Cristiano Rodrigues Pires Bom dia, é uma ótima oportunidade para colaborar com a comunidade, não? Faça as alterações e anexe no fórum com a base legal para as mesmas que o pessoal vai analisar se é viável e necessário fazer a mudança.
  2. Uma notícia que me deixa contente, por fim... Se for levado a sério isso, será uma maravilha tanto para desenvolvedores quanto para usuários. Esperemos pelo melhor!
  3. Próprio site da SEFAZ. NT 2016.002 - v 1.00, pág 6 tratando dos prazos de implementação. https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/listaConteudo.aspx?tipoConteudo=tW+YMyk/50s=
  4. No ACBr todas as mudanças previstas já estão sendo feitas aos poucos, está praticamente pronto até onde sei, mas para testar de fato essas implementações, só depois de Junho, quando irão disponibilizar os WS. Segue:
  5. Boa tarde Carlos, complementando a resposta do nosso colega: Caso não consiga utilizar o ambiente de homologação(muita gente não consegue, inclusive eu), pode usar o ambiente de produção sem problemas, todas as guias geradas que não são pagas até seu vencimento são canceladas automaticamente, então pode testar sem problemas.
  6. Boa tarde, verifique se no próprio código de geração não há nenhuma função bloqueando os mesmos, já passei por questão similar ao usar funções de terceiros antigamente, não era relacionado a boletos mas ocorreu esse problema, cuide também com os caracteres especiais pois não sei se são aceitos, procure usar algo para em vez de retirar o caractere, substituir por sua forma comum, de Ç para C.
  7. No meu entendimento Simples Nacional nunca utiliza as tags de vBC, pICMS e vICMS, salvos os casos em que se utiliza o CSOSN 900 para devoluções e outras operações que necessitem destes. De forma que em todas as outras operações essas tags vão sempre vazias tanto no item como no totalizador. Já para Lucro Real/Presumido depende bastante da operação(já vi enviarem NF-e com as tags zeradas em algumas operações mesmo não sendo CST 90), mas normalmente as tags vão preenchidas sim e as mesmas devem ser iguais ao valor totalizado no final do arquivo, caso contrário irá ocorrer rejeição na hora de autorizar. Nunca vi destacar o ICMS nos itens e zerar o totalizador e a nota passar normal... Lembrando que tratei tanto de NFC-e como NF-e, tirando o fato de que não existe devolução em modelo 65, apenas referenciando um modelo 65, mas a regra de totalizar os valores e o resto seria igual para ambos.
  8. Obrigado pela informação.
  9. A princípio esse processo é todo automático, tenta entrar em contato com a SEFAZ para verificar se tem algo anormal lá. Aqui em SC sempre vai na hora pro ambiente nacional, nunca passei por isso..
  10. Tenta assim : NodeBase.ChildNodes['Estoque'].Attributes['Versao'] := '1.0'; Não conheço a estrutura do teu XML até porque nem desenvolvi a questão do bloco X ainda, mas o NodeBase vai corresponder à tag pai da tag Estoque(se houver)
  11. Só se deve gerar o C170(quando aplicado ao perfil) para notas emitidas por terceiros ou que ensejam ressarcimento de ST, ocasião que requer o registro C176 junto com o C170, de forma que, caso a nota a ser incluída no registro não seja emitida por terceiros e não é alvo de ressarcimento, não precisa gerar o C170 nem filhos, vide exceção 2 do registro C100. Ainda vale lembrar que nem todos os estados permitem o pedido de ressarcimento, então o registro C176 se torna ainda menos presente. Provavelmente você está lançando o registro desnecessariamente.
  12. Bom dia, essa parte não tem segredo, dá uma olhadinha no exemplo do ACBrNFe, mais especificamente no botão 'Consultar pela Chave', são poucas linhas mas irá servir para o que você precisa, não tem segredo no processo pois por mais que sua nota seja rejeitada, antes mesmo de enviá-la você já tem a chave de acesso da mesma, então é só gravar junto ao teu registro no bd e executar uma consulta utilizando-na posteriormente.
  13. No ACBrNFe, através de: ACBrNFe1.DANFE.Sistema := 'Nome software house'; ou direto em ACBrNFeDANFCeFortes1.Sistema := 'Nome software house'; Lembrando que também pode informar o Site da software house... e a parte de ler o ini acredito que você não terá problemas, né? E no ACBrMonitor como o Kiko informou, apenas lendo/escrevendo no Ini diretamente
  14. Boa tarde, primeiramente, o código 100 não é código de erro, ele é usado para indicar que a NF-e foi autorizada corretamente. Algo simples que pode ser feito nesses casos de duplicidade é realizar a consulta da NF-e após o envio em casos que a resposta não tenha sido retornada corretamente na primeira vez entendendo como nota duplicada(ocorre bastante em lugares com conexão ruim), e se coincidir com a NF-e q está tentando enviar, você pode apenas pegar as informações de protocolo, chave de autorização e etc e montar o XML corretamente com a autorização, alimentando também os devidos campos no banco de dados, tudo isso baseado no retorno da consulta dessa chave de acesso. E em casos como o que você citou, de uma máquina tentar enviar a nota ao mesmo tempo e gerar duplicidade com diferença da chave de acesso, pode criar uma rotina para tentar reenviar a NF-e com a próxima numeração, mas pra esse segundo caso tem que ter um cuidado muito grande pra não criar problemas desnecessários, como o armazenamento dos arquivos de cada nota corretamente e etc.
  15. @UEMERSON NEGREIRO DA SILVA infelizmente não temos muito o que fazer além do que passei no post anterior sobre a solução paliativa que adotei, já é uma briga de tempos com a Betha, em 2015 já ocorria esse tipo de problema.