Painel de líderes
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Olá pessoal, Foi publicado agora em dezembro/2019 um novo manual de especificação técnica do DANFE da NFC-e, trata-se da versão 5.1 desse manual. O que temos de novidade: 1. algumas correções que deixa mais claro o que pode e o que não pode ser impresso. 2. traz nessas correções as novas tags cMsg e xMsg que poderão estar presentes juntamente com as demais informações referente ao protocolo de autorização gerado pela SEFAZ-Autorizadora e o local correto da sua impressão. 3. apresenta o local correto de imprimir os valores de vFrete, vSeg, vDesc e vOutro que a critério da UF poderão estar discriminados por Itens. A versão 5.1 do Manual de Especificações Técnicas do DANFE da NFC-e se encontra em nossa biblioteca. Convido a todos a lerem. Observação: Os componentes para impressão do DANFE da NFC-e feitos em Fortes Report e EscPos já estão em conformidade com a versão 5.1 do manual, portanto procurem manter os fontes sempre atualizados.6 pontos
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Pessoal, boa tarde. Segue a resposta da SEFAZ via e-mail. O lance é aguardar. Feliz ano novo a todos!5 pontos
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20/12/2019 - ATENÇÃO: SVRS - Desativação dos protocolos SSL, TLS 1.0 e TLS 1.1. A Sefaz Virtual do Rio Grande do Sul (SVRS), para garantir o bom funcionamento do Ambiente de Autorização dos Documentos Fiscais Eletrônicos, deverá desabilitar os protocolos de comunicação mais antigos a partir do dia 16/01/2020. Esta mudança é necessária, não só pela simplificação do ambiente e aumento da segurança, como também pela inviabilidade de configuração dos protocolos de comunicação mais antigos em nova versão do sistema operacional dos servidores. Período de desativação: - Protocolos SSL e TLS 1.1: entre os dias 16 e 21/01/2020. - Protocolo TLS 1.0: entre os dias 21 e 30/01/2020. A partir do dia 30/01/2020, o Ambiente de Autorização dos DF-e deverá suportar unicamente o protocolo de comunicação TLS 1.2, conforme previsto na documentação técnica, vide NT 2016.002 da NF-e e NT 2017.002 do CT-e. Assinado por: Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul2 pontos
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Não temos planos ainda para este método, mas vou colocar sua sugestão na lista.2 pontos
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Bom dia. Mil desculpas @Italo Jurisato Junior, os testes fora realizados um uma versão anterior do Schema. Funcionando com: libWinCrypt com opção de Validar com Schemas. alteração: [Schemas] Validar=0 é desnecessária. Obg @Italo Jurisato Junior2 pontos
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Boa noite Italo, Tudo bem vou tentar contato com o provedor para verificar se essa questão é válida para todas as cidades que eles atendem.2 pontos
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Bom dia Graça, Posso estar enganado, mas a resposta a sua primeira e segunda pergunta esta no seguinte trecho: "o cadastramento da Operação de Transporte e correspondente geração do CIOT é aplicável a todos os transportadores"; No que se refere a quantidade de veículos, segundo a resolução temos: XIII - Transportador Autônomo de Cargas - TAC: pessoa física que exerce, habitualmente, atividade profissional de transporte rodoviário remunerado de cargas, por sua conta e risco, como proprietária, coproprietária ou arrendatária de até três veículos automotores de cargas; e XIV - TAC-equiparado: as Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas - ETCs que possuírem até três veículos automotores de carga em sua frota registrada no RNTRC, considerados na data do cadastramento do CIOT ou, na sua ausência, no início da viagem, e todas as Cooperativas de Transporte Rodoviário de Cargas - CTCs. No meu entendimento veiculo automotor é aquele que é capaz de se locomover por meios proprios, se ser puxado ou empurrado. Desta forma um caminhão conectado a uma carreta, apesar de possuírem placas diferentes temos somente um veiculo automotor, o caminhão.2 pontos
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Eu vi aqui que a classe em (x)Harbour estava passando o primeiro parametro como string e o mesmo é inteiro, pode ser isso o motivo do erro eu ajuste e enviei no svn teste com ela por favor.1 ponto
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Boa tarde Rafael, Há necessidade do usuário visualizar o DANFE na tela antes dele ser impresso? Se não há necessidade basta atribuir o valor False a propriedade de configuração MostraPreview e execute o método Enviar com o segundo parâmetro valendo True.1 ponto
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Como o @Italo Jurisato Junior falou você esta passando os parametros incorretos, olhe este trecho do log 27-12-19 13:09:39:503 - NFe_DistribuicaoDFePorUltNSU(28725192,00127817000125,0, ) ali o primeiro parâmetro devia ser o código da UF no segundo o cnpj e no ultimo o nsu https://acbr.sourceforge.io/ACBrLib/NFE_DistribuicaoDFePorUltNSU.html1 ponto
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Boa tarde Edivan, Nesses clientes cuja conexão é ruim, na segunda vez que você tenta enviar esta lendo do banco de dados o valor gerado para cNF ou esta atribuindo o valor zero ao respectivo campo? O correto é usar a função GerarCodigoDFe, salvar no banco de dados o código gerado e ao alimentar o componente com os dados da venda atribuir o código que foi salvo no banco de dados. Lembre-se que esse código deve ser gerado e salvo no banco de dados para cada nota emitida. Provavelmente você tem uma tabela no banco de dados onde cada registro representa uma nota, correto? Pois bem, nessa tabela se faz necessário termos um campo para guardar o código gerado e que ao alimentar o componente deve ser atribuído ao campo cNF. Espero ter ajudado.1 ponto
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Então os exemplos em harbour são contribuições da comunidade, não temos nenhum programador em harbour. Mas o passo a passo resumido é configurar os dados do cedente, inserir os títulos e gerar e/ou imprimir os títulos.1 ponto
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Provavelmente é permissão, pois você deu premissão para o root e não para os outros usuários. Recomendo criar um grupo de usuários e dar permissão para este grupo e colocar todos os usuários nele.1 ponto
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Boa Tarde, Ok, vou verificar tudo e remover o que não for necessário e envio novamente assim que terminar. Abraços1 ponto
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BigWinds, você tem toda razão, realmente tinha a unit pcnAuxiliar.pas em outro diretório. Removi a unit e tanto o meu projeto como o exemplo da ACBr, compilaram normalmente. Muito Obrigado pela ajuda. Os Moderadores se quiserem, podem finalizar o tópico. Problema resolvido.1 ponto
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Provavelmente você tem fontes antigos do ACBr em algum lugar, e o Delphi está achando eles em vez do atualizado. Neste caso específico a unit pcnAuxiliar.pas.1 ponto
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Verdade. Eu havia notado isso, mas acho que esqueci de enviar ao SVN. Na verdade, se fizer o download do seu arquivo compactado você vai notar que está lá, no arquivo ACBrEDI.pas. Mas isso não é importante. Se a intenção é não ter ele, estou removendo aqui. Por favor, queira detalhar quais arquivos podem ser removidos e que outros ajustes precisam ser feitos. Subi as alterações para o SVN na Revisão 18664. Queira atualizar os componentes e verificar os ajustes. Você pode anexar qualquer alteração necessária.1 ponto
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Bom Dia, a todos EMBarbosa Quanto aos ajustes deve ser porque o desenvolvimento foi feito em delphi xe2, acho que isso já era esperado, pois não tenho o 7 para testar. Acabei de baixar as atualizações e vi que o componente foi incluso ao pacote do ACBr. e acabei de instalar, pelo Instalador deu erro porque estava faltando o arquivo .res, mas foi só cria-lo Quanto aos componentes os que enviei compactado no início do tópico não tinha este ACBrEDI, os componentes eram registrados separados, até ia comentar isso com você, fiz um teste inicial arqui através de um sistema que tenho gerei os arquivos sem problemas. Apenas apareceu este outro ACBrEDI que está empacotando os outros. Quanto aos .rc e .dcr são referente as imagens do componente, esqueci de remove-los, como também alguns arquivos que não estão sendo usados tais, como: ACBrEDICONEMB.pas e o ACBrEDINotaFisClass.pas Abraços Miguel Carlos1 ponto
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Ricardo, O problema do Capicom é que ele foi descontinuado, se tratando de NF-e, CT-e, MDF-e, BP-e, não devemos usar o Capicom por conta da SEFAZ-Autorizadora ter alterado o protocolo de criptografia que não é suportado pelo Capicom, mas se tratando de NFS-e, ainda podemos utilizar.1 ponto
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Bom dia, Tudo bem ? Verificou se esta no ambiente de produção para emissão do NF-e? se o contador fez a liberação a pouco tempo basta aguardar até a Sefaz fazer o processamento do mesmo, consulta também a IE do cliente para ver se esta habilitado, se o problema persistir entra em contato com o contador novamente para ver se não há nenhum tipo de processo de homologação para liberação do ambiente em produção.1 ponto
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Peça para os seus clientes protocolarem uma reclamação junto a prefeitura, informando que não estão conseguindo emitir as NFS-e. Quanto mais pessoas reclamarem na prefeitura o problema vai ser resolvido mais rapidamente.1 ponto
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Bom dia Alexandre, A solução é muito simples. Como não é você que paga o provedor e sim a prefeitura, o jeito é pedir para os seus clientes (que emitem a NFS-e) protocolar uma reclamação na prefeitura. Uma coisa é você reclamar para corrigir a sua aplicação, outra coisa é dezenas de empresas que usam a sua aplicação reclamarem com a prefeitura. Você vai ver que dessa forma a coisa vai ser resolvida o mais rápido possível.1 ponto
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Ainda não temos um componente... mas temos planos de Desenvolver... No ACBrMonitorPLUS tem uma aba que implementa um Servidor TCP para o BuscaPreco1 ponto
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com a atualização da libnfe resolveu ..... obrigado a equipe pela ajuda e resultado rápido1 ponto
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Se consta na consulta no portal e não consta no XML provavelmente o seu XML está errado.1 ponto
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Boa tarde, A rejeição "assinatura difere do calculado" irá acontecer no validador de homologação quando o certificado digital instalado na sua maquina não é igual ao utilizado na montagem do XML (isso não significa que um erro, pois o validador faz apenas um PARSE nas tags do XML). Observei também que você tem duas rejeições no XML, uma relacionada a data e hora (provavelmente por conta do horário de verão) e outra relacionada ao código de barras de um determinado produto. Realize as correções e mande validar o XML.1 ponto
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Boa tarde, Cada CST pode ter 1 ou N códigos de beneficio fiscal. No estado do RS por exemplo, todos os CSTs aceitam NULL e também o texto SEM CEBENEF. Anexei a tabela do dia 05/08/2019 contendo os códigos para você analisar. TABELA cBenef_X_CST 05_08_2019.xlsx1 ponto
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me passe o arquivos de envio e retorno, pois geralmente o erro acima é quando manda o cnpj com pontos e numeros ou alguma informação extranho para geração do xml de envio para SEFAZ.1 ponto
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Ontem, 17/12/2019, foi publicado no DOU a nova resolução do frete. Com isso, foi definido o prazo de 07/02/2020 para que todos estejam adequados a nova resolução. Anexo a resolução D.O.U e os novos arquivos RODOCRED contato RODOCRED para envio de arquivos para análise: em caso de qualquer problema, encaminhe-o para [email protected] anexando o request e o response que gerou o problema. RESOLUÇÃO Nº 5.862, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2019 - RESOLUÇÃO Nº 5.862, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2019 - DOU - Imprensa Nacional.pdf Pacote Integração Rodocred - Frete.zip1 ponto
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Boa Tarde, A versão 2.00 do GNRE foi adiada: [ERRATA] Portal GNRE - Atualização da Versão para 2.0 Prezado Contribuinte, do XML de lote. A versão 1.00 será aceita até o dia 30/04/2020 e até este período o portal estará apto a receber as duas versões. A versão 2.0 contempla três opções para geração das guias: 1. GNRE Simples - esta opção equivale à geração da GNRE atual,ou seja, geração de guia para apenas um pagamento. 2. GNRE com Múltiplos Documentos de Origem - nesta opção poderão ser adicionados múltiplos documentos de origem, desde que mantida a mesma UF destinatária, o mesmo Contribuinte Emitente, o mesmo Código de Receita e o mesmo Tipo de Documento de Origem. 3. GNRE com Múltiplas Receitas - nesta opção poderão ser adicionados diversos códigos de receitas, desde que se mantenha a mesma UF destinatária e o mesmo Contribuinte Emitente. Nesta opção serão aceitos vários códigos de receita, inclusive podendo repetir o mesmo código de receita. Para os contribuintes que utilizam os serviços (webservices) de automação que o Portal disponibiliza,será necessário adequar suas aplicações para a nova estrutura do XML versão 2.0. Para maiores detalhes, acessar o Portal GNRE no ambiente de Testes/Homologação (http://www.testegnre.pe.gov.br) e clicar no menu Automação. Neste link, você encontrará: • Manual para Preenchimento do Lote: o Formato do arquivo (versão 1.0 e 2.0) o Dicionário de dados do arquivo XML (versão 1.0 e 2.0) o Regras de Preenchimento • Anexos • Links para as empresas solicitarem a utilização dos webservices • Manual de Integração do Contribuinte (versão 2.0) • Endereço dos serviços (webservices) Em caso de dúvidas encaminhar e-mail para [email protected]. Atenciosamente, Gestor Nacional do GNRE Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco http://www.testegnre.pe.gov.br/gnre/portal/GNRE_Principal.jsp1 ponto
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Dando continuidade a esse tópico, enviei questionamento à Ouvidoria da ANTT (Central de Atendimento) em 19/12/2019 com as seguintes perguntas: "Ref a nova Resolução do CIOT publicada em 17/12/2019, gostaria de sanar algumas dúvidas: 1-É somente para TAC? 2-Transportadoras com CNPJ também são obrigadas? 3-Existe um limite de placa de veículos para que a transportadora seja obrigada ao CIOT?" Segue a resposta da GERET - Gerência de Regulação do Trans. Rodoviário e Multimodal de Cargas: Em atenção à mensagem de V. Sª., informamos que esta Ouvidoria obteve os seguintes esclarecimentos da Gerência de Regulação do Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas – GERET. Agradecemos o contato e informamos que após regular Processo de Participação e Controle Social (Audiência Pública 017/2019), esta Agência Reguladora editou a Resolução ANTT nº 5.862, de 17 de dezembro de 2019, que regulamenta o cadastro da Operação de Transporte necessário para a geração do Código Identificador da Operação de Transporte - CIOT e os meios de pagamentos do valor do frete referentes à prestação de serviços de transporte rodoviário remunerado de cargas. De acordo com a Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, o exercício de tal atividade depende de prévia inscrição no Registro Nacional de Transportadores Rodoviário de Cargas (RNTRC), regulamentado pela Resolução ANTT nº 4.799, de 27 de julho de 2015. De início, cumpre esclarecer que a Resolução ANTT nº 5.862, de 2019, entra em vigor após 30 (trinta) dias de sua publicação oficial. Por outro lado, as Instituições de Pagamento Eletrônico de Frete - IPEFs terão 15 (quinze) dias para adequar seus sistemas informatizados, a contar da data de entrada em vigor da Norma. Oportunamente, a ANTT editará ato complementar detalhando os procedimentos e requisitos técnicos necessários para que as IPEFs adaptem seus sistemas informatizados. Conforme previsto no artigo 3º da Resolução ANTT nº 5.862, de 2019, o cadastramento da Operação de Transporte e correspondente geração do CIOT é aplicável a todos os transportadores, enquanto aqueles que tratem da forma de pagamento são aplicáveis às Operações de Transporte realizadas por TAC e TAC-equiparado. O cadastramento do CIOT deve ocorrer para o último elo da contratação. Ou seja, se houver subcontratação, o subcontratante deverá efetuar o cadastramento do CIOT. Em relação à possibilidade de cadastramento da Operação de Transporte, com subsequente geração e recebimento do CIOT, por meio de integração dos sistemas dos contratantes ou subcontratantes com os sistemas da ANTT, para as operações de transporte em que são partes, previsto no inciso II do art. 5º da Resolução ANTT nº 5.862, de 2019, esclarecemos que o início da vigência do referido dispositivo se dá em 240 (duzentos e quarenta dias) da entrada em vigor da Resolução. Em ato normativo complementar, a ANTT publicará a documentação técnica necessária para a geração de CIOT através da integração de sistemas. Dúvidas relacionadas à emissão de CT-e ou MDF-e devem ser sanadas com as informações disponibilizadas pelos órgãos competentes, uma vez que os referidos documentos não estão sob gestão da ANTT. Cabe salientar que o descritivo acima não esgota as especificidades contidas na Resolução ANTT nº 5.862, de 2019, e demais legislações aplicáveis. Finalmente, informamos que os cidadãos podem colaborar com o aprimoramento da atuação da ANTT por meio de contribuições apresentadas presencialmente ou por e-mail nos eventos de participação e controle social realizados pela Agência, tais como audiências e consultas públicas. Sua sugestão é muito importante. Acompanhe os eventos já realizados e os que estão em andamento pelo link: http://www.antt.gov.br1 ponto
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Boa tarde @EMBarbosa estou utilizando o componente recém criado e percebi uma inconsistência de informação no Bloco 0040 e também no Bloco 0045 no campo "Participação" que está como Integer sendo que o mesmo é do tipo Double, pois aceita 2 casas decimais. Teria como fazer essa alteração? REGISTRO 0040: CADASTRO DOS IMÓVEIS RURAIS Nível Hierárquico – 2 Ocorrência – 1:N Campo(s) chave: [REG] Nº Campo Descrição Tipo Tamanho Decimal Valores Válidos Obrigatório 1 REG Texto fixo contendo a identificação do registro (0040). C 4 - [0040] Sim 2 COD_IMÓVEL Código do Imóvel no LCDPR N 3 - - Sim 3 PAIS País Brasil = BR C 2 - - Sim 4 MOEDA Moeda = BRL C 3 - - Sim 5 CAD_ITR CAFIR (Com DV) N 8 - - Sim se imóvel localizado em zona rural e 0040.PAIS = BR 6 CAEPF Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (IN RFB nº 1.828/2018) N 14 - - Sim se 0040.PAIS = BR 7 INSCR_ESTADUAL Inscrição Estadual N 14 - - Não 8 NOME_IMÓVEL Nome do Imóvel C 50 - - Sim 9 ENDERECO Endereço do Imóvel C 150 - - Sim 10 NUM Número C 6 - - Não 11 COMPL Complemento C 50 - - Não 12 BAIRRO Bairro/Distrito C 50 - - Sim 13 UF Unidade Federativa (http://sped.rfb.gov.br/pasta/show/1932) C 2 - Tabela Sim se 0040.PAIS = BR 14 COD_MUN Código do Município (http://sped.rfb.gov.br/pasta/show/1932) C 7 - Tabela Sim se 0040.PAIS = BR 15 CEP Código de Endereçamento Postal (CEP) C 8 - - Sim se 0040.PAIS = BR 16 TIPO_EXPLORAÇÃO Tipo de Exploração do Imóvel: 1 – Exploração individual (Imóvel próprio) 2 - Condomínio 3 - Imóvel arrendado 4 - Parceria 5 - Comodato 6- Outros N 1 - [1;2;3;4;5;6] Sim 17 PARTICIPAÇÃO Participação em percentual na exploração do Imóvel N 5 2 - Sim1 ponto
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Muito obrigado pela contribuição. Fiz a implementação baseada nela. Subi as alterações para o SVN na Revisão 18622. Pelo que vi está tudo certo. Queira por favor atualizar, testar e reportar qualquer problema. Mais uma vez obrigado.1 ponto
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O ACBr suporta impressoras USB ? Durante muito tempo, a resposta a essa pergunta foi: NÃO, você precisa usar a Porta COM, Spool do Windows (RAW), Compartilhamento de Rede ou algum outro método... Porém agora isso mudou... Agora componentes que usam o ACBrDevice, como por exemplo o ACBrPosPrinter (para Impressoras Não Fiscais) e o ACBrETQ (para Impressoras de Etiquetas), possuem suporte a portas USB de maneira nativo do Windows... Ou seja, sem a necessidade de DLLs externas... Isso significa que caso o seu equipamento esteja conectado ao PC, por uma Porta USB... Você poderá conectar os componentes do ACBr, simplesmente definindo na Propriedade Porta algo como "USB" Exemplos de uso: ACBrPosPrinter1.Porta := 'USB' - Tenta descobrir qual é a Primeira Impressora de Bobinas plugada na USB e faz uso dela, se encontrar.. ACBrPosPrinter1.Porta := 'USB:Elgin' - Tenta conexão em alguma Impressora USB, listada como sendo do Fabricante 'Elgin' ACBrPosPrinter1.Porta := 'USB:Sweda, SI-300S' - Tenta conexão na Impressora USB, do Fabricante "Sweda" e do Modelo "SI-300S". ACBrETQ1.Porta := 'USB' - Tenta descobrir qual é a Primeira Impressora de Etiquetas plugada na USB e faz uso dela, se encontrar.. ACBrETQ1.Porta := 'USB:Zebra, GC420t' - Tenta conexão com a Impressora USB do Fabricante "Zebra", e modelo "GC420t" Observe que essa nova implementação é totalmente diferente do método de Hook, onde usávamos a DLL do Fabricante, como túnel USB... Nesse novo cenário a comunicação USB é feita diretamente usando a API do Windows, ou seja, sem necessidade de DLLs externas. Para compreender um pouco mais, sobre esse método veja esse artigo O método de Hook ainda está disponível, usando o prefixo de porta, 'DLL:' Como os Equipamentos são identificados ? Todo Equipamento USB, possui um código de identificação do Fabricante, chamado de Vendor ID (VID), e também do Produto chamado de Product ID (PID). Essa numeração é controlada pela USB.ORG, e você pode encontras uma lista de Todos os "Vendors ID", nesse link A classe TACBrUSBIDDataBase, mantêm um Banco de Dados interno, chamado ACBrUSBID.ini, com o mapeamento dos principais Equipamentos do Mercado Brasileiro.. Esse Banco de Dados é um simples Arquivo do tipo INI, que é compilado como resource e adicionado ao componente... Clique aqui para ver o layout do Banco de Dados no Formato INI, observe os comentários no inicio do arquivo, com algumas instruções de como inserir novos equipamentos nele. Se você distribuir o arquivo ACBrUSBID.ini, na mesma pasta do Executável da sua aplicação, a classe TACBrUSBIDDataBase fará uso desse arquivo, ao invéz de usar o resource interno... Isso pode ser muito útil para atualizar a lista de Dispositivos conhecidos, sem necessitar compilar uma nova versão do programa, apenas atualizando o ACBrUSBID.ini Como posso listar os equipamentos identificados pelo ACBr ? Use a Força, leia os fontes... Vamos ver trechos de código, do Demo PosPrinterTeste {$IfDef MSWINDOWS} // Os métodos abaixo, somente estão disponíveis para compilação em Windows // Carrega a lista de Impressoras detectadas em: ACBrPosPrinter1.Device.WinUSB.DeviceList ACBrPosPrinter1.Device.WinUSB.FindUSBPrinters(); // Varre a lista de Impressoras USB detectadas, e adiciona as mesmas, nas opções de Porta for K := 0 to ACBrPosPrinter1.Device.WinUSB.DeviceList.Count-1 do cbxPorta.Items.Add('USB:'+ACBrPosPrinter1.Device.WinUSB.DeviceList.Items[K].DeviceName); {$EndIf} Como o ACBr nomeia os dispositivos ? O "DeviceName" será calculado, de acordo com as informações disponíveis no banco de Dados... Primeiro o ACBr usa a API do Windows para captura informações do VID (Vendor ID ou Fabricante) e o PID (Product ID ou Modelo), dos Equipamentos listados... Se o ACBr falhar nessa tarefa, o equipamento será ignorado (não será listado) Se for capturado com sucesso a descrição em FriendlyName, então ela será usada.. Caso contrário, o ACBr tentará compor o nome, baseado no VID e PID Se o VID do Fabricante for encontrado na sessão [Vendors] de ACBrUSBID.ini, então o VID será substituído pela Descrição do Fabricante... Observe que na sessão [Vendors], temos vários fabricantes que não são conhecidos no mercado Brasileiro, mas são de equipamentos OEM, de Empresas nacionais... Nós procuramos manter o nome Original do Fabricante, de acordo com a tabelas de VID da OSB.ORG Se o VID não tiver equivalência na relação de [Vendors] de ACBrUSBID.ini, então ele será listado com o próprio número VID, que são 4 algarismos em Hexadecimal... Exemplo: "0b1b" Procuramos pelo PID do Equipamento, na sessão específica do Fabricante. Se não houver uma chave com o PID, então o ACBr usará o próprio número PID, para Nomear o Modelo. O PID também é composto do 4 algarismos em Hexadecimal... Exemplo: "0001" Se encontrar uma entrada com o PID, dentro da sessão do Fabricante, então o ACBr usará a Descrição do Modelo, e poderá desprezar a descrição do Fabricante, se a Descrição do modelo possuir uma vírgula, Exemplo: 7008=Elgin, I9;1;1... Nesse caso será desprezada a descrição do Fabricante "20d1-Dascom" e será usada apenas a descrição do Modelo, "Elgin, I9". Detecção automática de Porta e Protocolo Como agora temos um Banco de Dados, que informa além da Descrição do equipamento, qual é o Tipo do mesmo e qual o protocolo que ele usa, então os componentes ACBrPosPrinter e ACBrETQ, podem fazer uso dessas informações... Ou seja, se o equipamento for detectado com sucesso, no momento da Ativação da Porta (durante a chamada ao método "Ativar"), será usado o Protocolo Definido no Banco de Dados. Se for detectado que o equipamento USB é na verdade uma porta COM virtual, então o ACBr irá preferir fazer uso da Porta COM virtual, chaveando para mesma, de forma transparente... Pois dessa forma ele tem um melhor suporte a leitura de informações do equipamento. Se for detectado que a porta USB possui um equipamento incompatível com o componente em questão, isso também será alertado... Exemplo, você tentar conectar em uma porta 'USB:Zebra, GC420t' no componente TACBrPosPrinter, então um erro será emitido, pois esse equipamento não é uma impressora de Bobinas Como a mágica funciona ? Reparem que foi adicionado ao repositório a Unit ACBrWinUSBDevice.pas, essa Unit implementa chamadas a SetupAPI do Windows, para detectar os Dispositivos USB que estão listados em uma determinada Classe de Equipamentos (Class GUID)... O estudo desse artigo, foi fundamental, para a criação dessa Unit. Uma vez capturada o nome da Interface do Equipamento USB (em TACBrUSBWinDevice.DeviceInterface), podemos acessá-lo usando funções de manipulação Arquivos da API do Windows, como: CreateFile, WriteFile, ReadFile. Nem todos os dispositivos USB implementam suporte aos métodos ReadFile ou WriteFile... ou seja, pode não funcionar em alguns dispositivos.. Se você souber qual é o nome da Interface USB do equipamento, poderá informar ela diretamente na propriedade "Porta" dos componentes... Exemplo: ACBrPosPrinter1.Porta := '\\?\usb#vid_1c8a&pid_3002#0000000000022#{28d78fad-5a12-11d1-ae5b-0000f803a8c2}'; Para dúvidas, suporte ou correções, por favor crie um novo tópico, clicando aqui Para testar, baixe uma nova versão do PosPrinterTeste.exe1 ponto
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O ACBrMTER não usa nenhuma DLL... ele mesmo implementa a comunicação com os equipamentos pelo protocolo do mesmo... O Micro Terminal da Gertec usa o protocolo PMTG o1 ponto
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Jovem, 1 - Eventos de Tabelas 2 - Eventos Não Periódicos 3 - Eventos Periódicos1 ponto
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Segue em anexo então as correções feitas nos arquivos. Registro0040.pasUACBrLCDPR.pasRegistro0045.pas1 ponto
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O erro ocorre mesmo utilizando a Microsoft Print to PDF ou o Microsoft XPS Document Writer... Em Windows 10 x86 ou versões do Windows anteriores, ele imprime normalmente, não importando o tipo da impressora...1 ponto
